conecte-se conosco


Brasil

Agricultura divulga novos resultados da análise de pescado da área atingida por óleo

Publicado

A análise foi feita pela unidade avançada do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Santa Catarina

O Ministério da Agricultura divulgou na última sexta-feira (29), uma Nota Oficial sobre a contaminação das praias do litoral nordestino por manchas de óleo. Em nova rodada de exames feitos em amostras de pescado da área atingida, foram identificadas duas amostras de peixes com valores acima dos níveis de preocupação à saúde definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Outras 66 amostras de peixe, camarão e lagosta analisadas até agora estão com resultados abaixo desses níveis.

Essas são as primeiras análises encontradas acima dos níveis de preocupação. Até o momento, os resultados não alteram a avaliação do risco do consumo de pescado das regiões atingidas pelo óleo. O risco só estaria presente se houvesse o consumo contínuo do mesmo produto com esses níveis durante vários anos.

“Como foram poucos resultados – apenas dois, eles não representam risco para a saúde pública, e não há limitação de consumo neste momento. Vamos aumentar o número de amostras dessas espécies analisadas para verificar se esses resultados se repetem ou se foram pontuais”, explica o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, José Guilherme Leal.

As amostras acima do nível referem-se ao peixe Albacora Azul (Thunnus thynnus) e Budião (Sparisoma viride).  A amostragem foi encaminhada para a unidade avançada do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Santa Catarina (SLAV-SC/LFDA-RS).

Confira a Nota Oficial da Secretaria de Defesa Agropecuária:

Nota

Em atenção à contaminação das praias do litoral nordestino por manchas de óleo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informa que foram disponibilizados resultados de análise de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPA) – principais indicadores de contaminação por derivados de petróleo – para mais 48 amostras de pescado. A segunda amostragem, coletada no período de 6 a 8 de novembro, foi encaminhada para a unidade avançada do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Santa Catarina (SLAV-SC/LFDA-RS).

Até o momento, somando-se com a primeira rodada de análises realizadas pelo Laboratório de Estudos Marinhos e Ambientais (LabMAM) da PUC-RJ, foram obtidos 68 resultados de pescado, referentes à amostragem de peixes (Albacora Azul, Albacora Laje, Ariacó, Badejo Sirigado, Budião, Cioba, Dourado, Garoupa, Guaiúba, Pargo Ferreiro, Piraúna, Saramonete e Vermelho), camarões de captura (Rosa e Sete Barbas), camarões de cultivo (Cinza) e lagostas (Verde e Vermelha) coletadas em estabelecimentos sob Inspeção Federal e capturados nos estados da Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Das 68 amostras analisadas, 66 apresentaram resultados abaixo dos níveis de preocupação à saúde definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Duas amostras de peixes apresentaram valores acima desses níveis. Uma é referente ao peixe Albacora Azul (Thunnus thynnus), predador migratório de alto mar, e a outra ao Budião (Sparisoma viride), que se alimenta em recifes de corais. Os valores de HPAs encontrados foram 9,51 e 7,95 microgramas de Benzo(a)pireno – Equivalente (BaPE)/kg, respectivamente. O valor de referência definido pela Anvisa, como nível de preocupação, é acima de 6 microgramas de Benzo(a)pireno – Equivalente (BaPE)/kg para peixes.

Considera-se, até o momento, que esses resultados não alteram a avaliação do risco do consumo de pescado das regiões oleadas. Essas são as primeiras análises encontradas acima dos níveis de preocupação e não há uma série histórica para se estabelecer um comparativo de contaminação de pescados antes e depois do derramamento de óleo. Entretanto, o Mapa irá direcionar nova estratégia de monitoramento do pescado por espécie ou habitat e região afetada.

Com Informações do Ministério da Agricultura

Leia mais:  PF desarticula quadrilha de grande fraudador da história do INSS
publicidade

Brasil

Jovem que tinha perna feita em casa ganha prótese após o seu vídeo viralizar

Publicado

Empresário ficou comovido com a criatividade e força de superação do rapaz do Pará e resolveu fazer a doação de uma prótese pra ele; Marcos de Oliveira, de 23 anos, tinha usado um cano de PVC e um banco de bicicleta para montar a sua prótese caseira.

Isso tudo aconteceu após o empresário Nelson Nolé assistir ao vídeo do jovem mostrando a perna caseira que fez com R$ 40 reais, e que viralizou nas últimas semanas, deixando muita gente emocionada, inclusive o empresário de Sorocaba, interior de São Paulo.

“Tirei o molde de cano PVC, coloquei a meia, esquentei o cano no fogo e moldei a perna. PVC é do lado de dentro e está revestido com fibra de vidro. Coloquei a fibra para reforçar, para ter certeza de que não iria quebrar. O sapato é selim de bicicleta. Foi o único jeito de fazer meu pé.”

Nelson Nolé então decidiu doar uma prótese ‘de verdade’ para Marcos Oliveira Moraes, de 23 anos, que é do Pará.

O empresário disse que, mesmo com a distância, vai prestar toda assistência para que Marcos tenha uma boa qualidade de vida com a prótese, incluindo os gastos das passagens do jovem que foi do Pará até Sorocaba para tirar as medidas da nova prótese.

Marcos gastou 40 reais e criou prótese para perna — Foto: TV Globo

Marcos sofreu um acidente de moto em abril do ano passado e precisou amputar a perna esquerda.

O jovem, que era estudante de gestão ambiental, conta que chegou a comprar uma prótese no valor de R$ 5 mil em Boa Vista, Rondônia, mas contou que o molde ficou com defeito e a empresa responsável se recusou a prestar assistência.

Marcos diz que viu quando a prótese foi feita e aproveitou a “boa memória” para construir o seu próprio modelo.

O vídeo feito por uma amiga de Marcos, mostra o rapaz contando sobre a prótese caseira que fez e logo que parou nas redes sociais viralizou em poucos dias.

Em apenas uma das postagens feita em uma página do Facebook, o vídeo teve mais de 100 mil visualizações.

Nas imagens, o jovem mostra o trabalho feito e explica o material que usou para a produção da peça. Depois, ele veste a prótese e caminha com ela para mostrar que ela funciona.

“Me surpreendi com a repercussão. Uma amiga postou o vídeo, eu nem sabia. Estou usando essa prótese caseira há três semanas e fiquei surpreso quando me chamaram para vir até Sorocaba”, contou Marcos.

Assista ao vídeo que viralizou e deu origem a essa ação que prova que a empatia existe:

Leia mais:  Bolão de assessores do PT ganha Mega-Sena
Continue lendo

Brasil

Bactéria é usada para acabar com a dengue

Publicado

Regiões que já usaram o método apresentaram uma redução de 75% nos casos da doença

Ao serem soltos na natureza, esses mosquitos se reproduzem com mosquitos de campo e geram outros com as mesmas características.

Em contato com a bactéria, eles são capazes de reduzir a transmissão de dengue, zika e chikungunya

Em contato com a bactéria, eles são capazes de reduzir a transmissão de dengue, zika e chikungunya.

“Esse mosquito que tem Wolbachia ao picar uma pessoa para se alimentar que tenha o vírus da dengue, ele não consegue adquirir esse vírus para transmitir para uma terceira pessoa”, explica o secretário de Saúde de Belo Horizonte, Jackson Machado Pinto.

A metodologia faz parte de um projeto internacional em parceria com o Ministério da Saúde.

Somente em 2019, 30 pessoas morreram de dengue em Belo Horizonte (MG) e foram confirmados mais de 116 mil casos da doença.

Com a implantação do projeto, a prefeitura de Belo Horizonte espera reduzir os números da doença drasticamente .

“As áreas onde o mosquito foi solto com a bactéria Wolbachia experimentaram uma redução de 75% nos casos de dengue. A gente espera que em 4 anos, tenhamos uma redução em torno de 75% nos casos de dengue”, finaliza Jackson Machado Pinto.

 

Leia mais:  Bolsa supera 108 mil pontos e bate máxima histórica de fechamento

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana