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Brasil

Anvisa reforça monitoramento após confirmação do primeiro caso de conoravírus no Brasil

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Caso positivo foi notificado no estado de São Paulo. Trata-se de um homem de 61 anos, com histórico de viagem à Itália

Após confirmação do primeiro caso de coronavírus no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acionou medidas de segurança e prevenção. A agência solicitou à companhia aérea a lista de passageiros que estavam no mesmo voo do passageiro com resultado positivo para conoravírus. Além disso, aumentou o monitoramento dos voos internacionais provenientes de países onde há casos confirmados da doença.

A lista dos passageiros será encaminhada para o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) investigar uma possível transmissão do vírus (Covid-19) entre o caso confirmado nesta quarta-feira (26) e os demais passageiros.

O caso foi identificado em São Paulo. Trata-se de um homem de 61 anos que deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein, nessa terça-feira (25), com histórico de viagem para Itália, região da Lombardia.

Prevenção

A Anvisa reforça: se você esteve nos países com casos confirmados e apresentar febre, tosse, dificuldade em respirar ou outros sintomas respiratórios, procure atendimento médico de imediato e informe ao profissional de saúde a viagem feita para o exterior.

Casos suspeitos

Até o momento, o Ministério da Saúde monitora 20 casos suspeitos de infecção pelo coronavírus em sete estados brasileiros: Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Ao todo, outros 59 casos suspeitos já haviam sido descartados após exames laboratoriais apresentarem resultados negativos para o coronavírus.

Para manter a população informada a respeito do coronavírus, o Ministério da Saúde atualiza, diariamente, os dados na Plataforma IVIS, com números de casos descartados e suspeitos, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação à situação epidemiológica.

Com informações da Anvisa

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Brasil

Bolsonaro convoca todos os ministros para reunião no Palácio do Planalto

Encontro está previsto para as 17h, mesmo horário que diariamente é realizada coletiva com balanço do coronavírus no país

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BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro convocou todos os seus 22 ministros e representantes de outros órgãos do governo federal para uma reunião no Palácio do Planalto na tarde desta segunda-feira. O encontro está previsto para as 17h, mesmo horário em que, desde a semana passada, ocorre entrevista coletiva capitaneada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, sobre as ações de enfrentamento ao novo coronavírus. Até o momento, no entanto, a coletiva não foi cancelada.

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Entre 12h15 e 13h15, Bolsonaro reuniu-se com os quatro ministros com assento no Palácio do Planalto: Braga Neto, Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

A convocação ocorre em meio à crise do presidente com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, cuja permanência no cargo está em xeque. A previsão é que Mandetta participe da reunião desta tarde.

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No domingo, Bolsonaro disse a apoiadores na frente do Palácio da Alvorada que “algumas pessoas” do seu governo “de repente viraram estrelas e falam pelos cotovelos”, e que não tem medo nem “pavor” de usar a caneta contra eles. Ele, no entanto, disse que “a hora deles não chegou ainda”.

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A declaração ocorreu três dias depois de o presidentedeclarar, em entrevista, que nenhum de seus ministros é ‘indemissível’ e que ‘falta humildade’ ao titular da Saúde, com quem admitiu estar “se bicando”.

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Brasil

76% concordam com isolamento social contra pandemia de Covid-19

O apoio ao isolamento é maior no Nordeste e menor no Sul do país

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Pesquisa Datafolha realizada entre os dias 1º e 3 de abril e divulgada nesta segunda-feira, 6, revela que cerca de 76% das 1.511 pessoas entrevistadas pelo instituto querem manter o isolamento social nos moldes atuais para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil. A pesquisa, que foi realizada por telefone, tem margem de erro de três pontos porcentuais para mais ou para menos.

O resultado divulgado pela pesquisa mostra discordância da maior parte da população com o que tem defendido o presidente Jair Bolsonaro, a favor da reabertura do comércio e da retomada das atividades. Apenas 18% dos entrevistados concordam com as ideias do presidente em relação ao isolamento, enquanto 6% não souberam responder.
O apoio ao isolamento é maior no Nordeste, onde Bolsonaro é historicamente menos popular. Na região, 81% das pessoas acham que o isolamento deve continuar. Já no Sul, onde Bolsonaro tem mais força entre os eleitores, o apoio ao isolamento é de 70%.
O Datafolha ainda revelou que 65% dos entrevistados concordam que o comércio não essencial deve continuar fechado durante a pandemia, enquanto 87% dizem que as aulas devem continuar suspensas.

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