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Após decisão do STF, condenados da Lava Jato no Paraná pedem para sair da prisão

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Com a decisão, réus condenados só poderão ser presos após o trânsito em julgado, isto é, depois de esgotados todos os recursos. Com a mudança, 13 réus da operação no Paraná que estão presos podem ser libertados.

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a prisão após condenação em segunda instância, advogados de oito condenados da Lava Jato no Paraná solicitaram pedido de soltura dos presos.

São eles:

  • Alberto Elísio Vilaça Gomes, ex-diretor da empresa Mendes Júnior
  • Fernando Moura, empresário
  • Gerson Almada
  • José Dirceu
  • Luiz Inácio Lula da Silva
  • Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão de José Dirceu
  • Sérgio Cunha Mendes, ex-vice-presidente da Mendes Júnior
  • Renato Duque, ex-diretor da Petrobras

As defesas de Alberto Elísio Vilaça Gomes, Fernando Moura e Sérgio Cunha Mendes protocolaram os pedidos na noite desta quinta-feira (7), logo após o voto de desempate dado pelo presidente do tribunal, ministro Dias Toffoli.

Na manhã desta sexta-feira (8), os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-ministro José Dirceu também entraram com pedido para soltura imediata dos dois petistas.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), há 74 réus da operação no Paraná com condenação em segunda instância.

De acordo com um levantamento da RPC, 13 deles estão presos e podem sair da cadeia com a decisão do STF.

Entre os condenados que podem deixar a prisão, estão o ex-ministro petista José Dirceu e o ex-executivo da Engevix Gerson Almada, presos no Complexo Médico-Penal (CMP) de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

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‘Nada reabre na 2ª’, diz prefeito de SP sobre quarentena flexibilizada

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Bruno Covas (PSDB) enfatiza que, a partir de 1º de junho, prefeitura receberá propostas de setores do comércio, mas acordos dependem de homologação

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), reafirmou em visita às obras da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Parelheiros, na zona sul da cidade, neste sábado (30), que as atividades comerciais – inseridas no plano de flexibilização da quarentena de combate à pandemia do novo coronavírus anunciado pelos governos estadual e municipal – não serão retomadas a partir da próxima segunda-feira (1).

O chefe do Executivo paulistano explicou que o estado autorizou o município – que foi incluído na fase 2 da “retomada consciente” às atividades comerciais – a ouvir da sua vigiância sanitária a flexibilização de cinco setores (atividades, imobiliárias, escritórios, comércio, shopping centers e concessionárias), mas os acordos necessitam de homologação por parte da gestão municipal.

Bruno Covas enfatizou que, no dia 1º de junho, a prefeitura irá receber dos representantes dos setores envolvidos na retomada do comércio na cidade as propostas já publicadas no Diário Oficial do Município com as normas essenciais para o cumprimento dos acordos, como: regras de higiene e horários alternativos, entre outras determinações.

O prefeito da capital paulista acrescentou que todas as medidas passarão por triagem e, posteriormente, serão referendadas pela vigilância sanitária para que os acordos sejam firmados. Portanto, nenhum empresário ou comerciante estará autorizado a abrir as portas imediatamente.

“A quarentena continua na cidade. Não acabou a pandemia. A partir de segunda-feira, a gente começa a receber as propostas de reabertura. Nada reabre na cidade de São Paulo a partir de 1º de junho. Vai ter algum desavisado e ele precisa ser alertado que nada reabre a partir de segunda”, enfatizou.

Bruno Covas lembrou que o parâmetro seguido pelo governo do estado é recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e leva em consideração vários índices de aferição, como: taxa de ocupação e quantidade de leitos de UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo) por 100 mil habitantes, número de mortes e casos nos últimos dias.

“O que nós temos na cidade de São Paulo é uma estabilização da quantidade de óbitos semanais nas últimas quatro semanas. É exatamente por isso que a gente vai fazer essa reabertura, com a aprovação da vigilância sanitária, para que o município não retroceda nos seus índices e para que a gente não volte à fase 1”, complementou o prefeito.

UPA Parelheiros

O prefeito Bruno Covas acompanhou a retomada da construção da UPA Parelheiros, que deverá disponibilizar 20 novos leitos e auxiliar no atendimento de saúde de média complexidade, assim como no tratamento de pacientes da covid-19.

As outras UPAs que terão as obras retomadas na capital paulista são: Cidade Tiradentes, Mooca, Jabaquara, Vila Mariana e City Jaraguá. As unidades atenderão com portas abertas, 24 horas, todos os dias.

Bruno Covas destacou que o investimento para a conclusão do projeto da UPA Parelheiros será de R$ 4.7 milhões. Todas os projetos serão realizados por empresas licitadas pela Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras e estão inseridas no Programa Avança Saúde SP, resultado de acordo entre a prefeitura e o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), recursos que devem ser obtidos pelos governos do estado e município.

“A UPA é a porta de entrada do Hospital de Parelheiros, referenciado em covid-19. Devemos chegar a 288 leitos. A população que será atendida, em média, de 200 a 300 mil pessoas. Deveremos ter 20 leitos de urgência e emergência para adultos e crianças”, reforçou o secretário municipal de saúde, Edson Aparecido.

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Pesquisadores criam aplicativo que monitora disseminação da covid-19

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Nova plataforma traz dados em tempo real e pode ajudar em decisões de gestores públicos

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolveram um portal que monitora a velocidade de disseminação da covid-19 em mais de 200 países. Disponível em português, espanhol, italiano e inglês, o site traz os dados atualizados, em tempo real, do registro de casos da European Center for Disease Prevention and Control (ECDC) – Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças, uma agência da União Europeia que atua contra a disseminação de doenças infecciosas.

O portal, que pode ser acessado aqui, pretende democratizar o acesso à informação sobre a disseminação da doença, e fornecer aos gestores públicos dados para avaliar se uma determinada medida adotada para conter o contágio do novo coronavírus está ou não surtindo efeitos em outros locais do mundo.

A ferramente produz também a visualização das curvas de contaminação de qualquer agrupamento, bairro ou cidade a partir de dados fornecidos pelo usuário, como a quantidade de casos confirmados e o período. A plataforma irá auxiliar ainda na interpretação desses os gráficos de crescimento, bem como sobre a metodologia utilizada.

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