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Apresentador Rodrigo Rodrigues morre vítima da covid-19 no Rio

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Jornalista e músico de 45 anos estava internado desde o dia 25 de julho, no hospital Unimed Barra, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital carioca

A televisão brasileira está de luto. Aos 45 anos, morreu nesta terça-feira o apresentador Rodrigo Rodrigues, vítima de trombose venosa cerebral decorrente da Covid-19. O jornalista estava internado por complicações do novo coronavírus desde o último sábado na unidade de terapia intensiva do Hospital da Unimed, no Rio de Janeiro.

Com o bom humor característico e a competência indiscutível, Rodrigo Rodrigues deixou sua marca por onde passou. Desde janeiro de 2019 na Globo, o apresentador conquistou a confiança de todos, e diversos colegas logo se tornaram amigos também fora do ambiente de trabalho.

A morte de Rodrigo abre uma ferida que vai muito além do profissional insubstituível. Dentro e fora da Globo, dezenas de pessoas sentem a perda de um amigo. E a família chora a partida de um parente que conquistou uma legião de admiradores.

Rodrigo Rodrigues apresentou o Troca de Passes pela última vez no dia 9 de julho, quando relatou que um amigo com quem tivera contato recente testou positivo. No dia 13, o apresentador fez o exame, que também diagnosticou a Covid-19. Desde então, cumpriu o isolamento em casa, com acompanhamento da equipe médica da Globo.

Inicialmente, apresentou sintomas leves, como falta de paladar e olfato, mas disse que se sentia bem. No entanto, a situação mudou no último sábado, quando deu entrada no hospital com vômitos, desorientação e dor de cabeça.

De acordo com o boletim médico do hospital, foi diagnosticada uma trombose venosa cerebral, e o apresentador passou por uma cirurgia na noite de domingo para aliviar a pressão intracraniana. Nesta terça, porém, ele não resistiu e teve morte encefálica confirmada.

Rodrigo Rodrigues foi um dos grandes nomes da televisão brasileira nas últimas décadas. Iniciou a carreira em 1995, na Rede Vida, embora só fosse ingressar na faculdade de Jornalismo dois anos mais tarde. Em 2001, aceitou um convite da TV Cultura para integrar a equipe do programa “Vitrine”, apresentado por Marcelo Tas. Rodrigo ficou por lá até meados de 2003 e, na sequência, teve passagem curta como repórter no SBT.

Já em 2005, mudou-se para a TV Bandeirantes e, em seguida, retornou para a TV Cultura, desta vez para ancorar o “Cultura-Meio Dia” ao lado de Maria Júlia Coutinho. Ele permaneceu na função até 2010.

Em janeiro de 2011, Rodrigo ingressou na área de onde não sairia mais: o esporte. Assumiu a função de apresentador do “Bate-Bola”, da ESPN Brasil. Ganhou espaço e admiração graças à forma leve e descontraída de transmitir informação aos telespectadores. Entre idas e vindas, passou também pela TV Gazeta, pelo Esporte Interativo e pela Rádio Globo antes de ser contratado pela Globo no início de 2019.

Com carreira consolidada, Rodrigo Rodrigues chegou à equipe de esporte da Globo como reforço de peso. Começou com aparições em diferentes programas do SporTV e apresentou em algumas oportunidades o Globo Esporte de São Paulo. Em agosto, como mais um reconhecimento de sua competência, tornou-se âncora fixo do Troca de Passes.

Dentro e fora da televisão, Rodrigo Rodrigues tinha outra paixão que carregava desde a infância: a música. Em participação no “Domingão do Faustão” em março de 2020, ele contou que o interesse pelas artes começou cedo, com o desenho. Na sequência, veio o violão.

Em 2008, Rodrigo montou a banda “The Soundtrackers”, especializada em tocar trilhas de grandes sucessos do cinema. Guitarrista do grupo, ele dividia seu tempo entre o jornalismo e a música. Também encontrava espaço na agenda para escrever livros relacionados ao ambiente musical, como “As Aventuras da Blitz” e “Almanaque da Música Pop no Cinema”.

Rodrigo Rodrigues com os comentaristas Sergio Xavier e Petkovic — Foto: Divulgação

Rodrigo Rodrigues com os comentaristas Sergio Xavier e Petkovic

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Aos 63 anos, musa fitness conta como conseguir chegar na 3ª idade com qualidade de vida

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É inacreditável, mas a aposentada da foto acima que tem 63 anos… com esse corpinho de 30… ou seria de 20? O nome dela é Adriana Miranda, uma blogueira de São Paulo que pratica musculação cinco vezes por semana, ao lado do marido, no Clube Paulistano, no bairro dos Jardins. Adriana criou um blog com o lema “superando os sinais do tempo” e já tem quase 100 mil seguidores no Instagram. 

A blogueira gasta cerca de duas horas e meia de seu dia esculpindo o corpo torneado que conquistou após deixar o emprego como procuradora seis anos atrás. 

Agora, no auge dos 63 anos, ostenta o título de musa fitness da terceira idade. “Sempre fiz muitos exercícios físicos, mas agora estou treinando mais forte e mais focada na alimentação. Também tenho feito uma dieta regrada, quero chegar aos 100 anos com qualidade de vida” disse à Marie Claire. 

Pela manhã, Adriana ingere ovos cozidos, frutas, tapioca com queijo “sem lactose”, que pode ser substituída por batata doce, um dos itens preferidos do cardápio. “Não como fritura em hipótese alguma”. alerta! As exceções são sobremesas aos fins de semana, mas bem pouquinho. “Doce é minha maior tentação, amo de paixão, mas evito porque quanto mais você come, mais sente vontade”. 

Antes de seguir uma dieta regrada, Adriana não tinha o abdome definido que atualmente ostenta na rede social. O grande vilão era “chutar o pau da barraca” no fim de semana. “Sempre digo que a alimentação é responsável por 80% do resultado, e apesar de já não mais aquela pele [jovial], sinto que meu corpo está melhor hoje”. Adriana começou a mostrar sua vida nas redes sociais depois de ser aconselhada por amigas a abrir um blog para contar como conquistou seu corpo. 

“Não tenho essa coisa de querer ficar igual, não vou ter um corpo de 30 anos. Cada um tem sua faixa etária”. Com informações da MarieClaire. 

Fotos: Instagram Adriana Miranda.

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Venda de livro sobre canções de Roberto Carlos será revertida para Santa Casa de Cachoeiro enfrentar a covid-19

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O lucro das obras vendidas será revertido para compra de equipamentos de segurança no enfrentamento da covid-19

Em tempos de pandemia, a solidariedade tem ajudado a salvar vidas. O escritor Maciel de Aguiar, autor do livro “Roberto Carlos: as canções que você fez para mim”, decidiu doar 100 exemplares para a Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro. O valor adquirido na venda dos livros será revertido para compra de equipamentos de segurança no enfrentamento da covid-19. 

Os interessados em conhecer a história por trás das canções do cantor e contribuir com a luta contra o novo coronavírus, podem realizar o pagamento de R$ 250 por meio de transferência bancária, picpay ou cartão de crédito. O livro ficará disponível também para venda na recepção principal da Santa Casa. Moradores de outras cidades também podem adquirir o livro e recebê-lo pelos Correios. 

O autor do livro destacou a importância de participar do projeto e ajudar outras pessoas. “É com muito prazer que participo dessa campanha para ajudar a Santa Casa neste momento de absoluta solidariedade. Eu, como autor que tive o privilégio de escrever sobre as músicas dessa personalidade importante de Cachoeiro, fico gratificado de participar desse projeto”, disse Aguiar.

O livro

O escritor Maciel de Aguiar iria lançar o livro na Casa de Cultura Roberto Carlos, casa onde o artista nasceu e viveu em Cachoeiro de Itapemirim, mas devido à pandemia, o evento precisou ser adiado.

A pesquisa para compor o livro começou em 1969. Há mais de 50 anos o escritor perguntava às pessoas que músicas do Rei faziam parte da sua história. 

Foram entrevistados pescadores, boêmios, motoristas, prostitutas até artistas como Vinícius de Moraes, Rubem Braga e Sérgio Sampaio e a própria mãe do Rei, homenageada com a canção Lady Laura.

A coletânea foi feita pela editora Memorial e possui quase 500 páginas de histórias de mais de 50 músicas de sucesso do cantor.

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