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Política Nacional

Ator Mario Frias aceita convite para assumir secretaria da Cultura

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Defensor do governo nas redes sociais, ele substitui a atriz Regina Duarte, que deixou o cargo nesta quarta-feira para comandar a Cinemateca

O ator e apresentador Mario Frias aceitou o convite para ser o novo secretário Especial da Cultura do governo de Jair Bolsonaro no lugar de Regina Duarte, que deixou o cargo nesta quarta-feira (20) para comandar a Cinemateca, em São Paulo. Aos 48 anos, Frias é defensor das ideias do presidente Jair Bolsonaro e usa as redes sociais para propagar suas convicções.

A conversa do presidente com o ator e apresentador ocorreu nesta terça-feira (19) no Palácio do Planalto, durante um almoço. Nesta quarta, os dois conversaram novamente e Mario Frias  aceitou o convite. A nomeação sai nos próximos dias.
Frias terá o desafio de comandar a pasta que mais trocou de titular desde o início do governo, e será o quinto secretário de Cultura do governo Bolsonaro.

No início de maio, o ator participou de uma entrevista na CNN em que reafirmou seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro. “Pro Jair, cara, o que ele precisar eu tô aqui. Eu torço demais pra Regina, eu sou fã dela, mas pelo Brasil eu tô aqui, o que for preciso. Respeito o Jair demais, vejo o Brasil com chance de finalmente ser respeitado”, disse o ator. O vídeo foi compartilhado por Bolsonaro nesta terça-feira (19), com o título: Mario Frias e a cultura.

 

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Carreira

Em 1996, ele estreou na televisão no seriado Caça Talentos, protagonizado por Angélica. No ano seguinte, ele participou de três temporadas consecutivas da novela adolescente, Malhação, da TV Globo. Em 1999, Mario fez muito sucesso como o galã Rodrigo, personagem principal da trama.

Ainda na emissora, o ator integrou o elenco de novelas e minisséries como As Filhas da Mãe (2001), O Quinto dos Infernos (2002), O Beijo do Vampiro (2002). Em Senhora do Destino (2004), se destacou ao interpretar um deputado corrupto.

Em 2006, Mario migrou para a TV Bandeirantes, onde estrelou a novela infantojuvenil Floribella. Na Record TV, esteve em grandes produções da emissora Os Mutantes (2008), A Bela e a Feia (2009), A Terra Prometida (2016).

Em 2010, Mario trocou a dramaturgia pela apresentação e passou a comandar o game show O Último Passageiro, na RedeTV!. Atualmente, ele apresenta o programa A Melhor Viagem, na mesma emissora.

O último trabalho do ator nas telenovelas foi em uma participação especial em Verão 90, exibida no ano passado na TV Globo.

Mario é pai de dois filhos: Miguel, 15 anos, do relacionamento anterior dele com a também atriz Nívea Stelmann; e Laura, 8 anos, fruto do casamento dele com Juliana Camatti, com quem está junto desde 2008.

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Política Nacional

Senado aprova Kassio Nunes como novo ministro do STF

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Primeira indicação de Bolsonaro para a Suprema Corte, o desembargador vai assumir cargo deixado vago após a aposentadoria de Celso de Mello

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (21), com 57 votos favoráveis e 10 contrários, a indicação do desembargador Kassio Nunes, de 48 anos, para a cadeira que ficou vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) com a aposentadoria de Celso de Mello.

Para a aprovação, eram necessários os votos favoráveis de ao menos 41 parlamentares. Mais cedo, o nome de Nunes foi validado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa com o apoio de 22 senadores. 

A vaga que será assumida por Kassio Nunes representa a primeira indicação do presidente Jair Bolsonaro para a Suprema Corte. O cargo foi aberto com a antecipação da aposentadoria de Celso de Mello, que deixou o posto após 31 anos.

Após a indicação, Bolsonaro foi criticado por apoiadores que desaprovaram a escolha. Em reposta, o presidente defendeu a nomeação. “Tenho certeza de que vocês vão gostar do trabalho dele no Supremo Tribunal Federal”, afirmou durante uma live. A opção por Kassio foi avaliada como positiva pelos atuais ministros do STF.

Bolsonaro ainda terá direito a uma nova indicação para a Suprema Corte no ano que vem com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Melo. O presidente garante que o nome será “terrivelmente evangélico”.

“Não adianta chegar aqui com um currículo 10. Se eu não conhecer, não vou indicar”, afirmou ao declarar um “tremendo respeito pelos 30 milhões de evangélicos” no Brasil.

Kassio Nunes

Nascido em Teresina (PI), Kassio Nunes Marques é bacharel em direito pela Universidade Federal do Piauí e obteve títulos de mestrado pela Universidade Autônoma de Lisboa e de doutorado pela Universidade de Salamanca, na Espanha.

Depois de exercer a advocacia privada, ocupou, entre 2008 e 2011, o cargo de juiz eleitoral em vaga reservada a advogado no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí. Em 2011 foi escolhido, a partir de lista tríplice, para vaga de juiz no TRF1, onde chegou à vice-presidência no biênio 2018-2020.

Em seu relatório a favor da indicação de Kassio, o senador Eduardo Braga (MDB-AM) destaca “o equilíbrio entre reflexão teórica e práxis forense” na biografia do indicado e a elevada produtividade de Kassio Marques no TRF1.

O relator ainda afastou controvérsia sobre a titulação acadêmica do indicado, que atribuiu a uma “confusão semântica no uso de uma palavra em espanhol” no currículo apresentado.

“O indicado não é professor universitário e nem se apresenta como tal. Não recebe adicionais e nem foi promovido em razão de cursos que tenha atendido. Também não precisa de títulos acadêmicos para julgar de acordo com a Constituição e as leis”, salientou.

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Política Nacional

Médicos e especialistas em saúde criticam uso político de vacinas

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Eles sugerem usar o debate sobre a vacina contra a Covid-19 para resgatar a confiança e o interesse da população por vacinas

Especialistas em saúde condenaram nesta quarta-feira (21), durante reunião virtual da comissão externa que acompanha o combate à Covid-19, o uso político das vacinas. Segundo eles, questionar a eficácia ou a obrigatoriedade da vacinação em massa põe em xeque a importância de programas de imunização e gera desconfiança na sociedade.

“Não podemos diminuir a confiança das pessoas na eficácia e na segurança das vacinas. Todo esse debate em torno da vacina contra a Covid -19 pode afetar o PNI [Programa Nacional de Imunizações], que conta com vacinas seguras, comprovadamente eficazes e gratuitas”, declarou o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha.

Ele avalia que é preciso agir para que a desinformação não comprometa ainda mais a cobertura vacinal do País, que está em queda desde 2016 e não atinge nenhuma meta do calendário infantil desde 2018.

A vacinação contra a poliomielite – paralisia infantil – é um exemplo disso. Em 2015, foram vacinadas 98,29% das crianças com até 1 ano de idade. Em 2019, apenas 83,74% das crianças receberam a vacina e, até outubro deste ano, apenas 66% foram imunizadas.

Segundo a coordenadora-geral do PNI no Ministério da Saúde, Francieli Fantinato, a queda se deve ao próprio sucesso de campanhas de anos anteriores, as quais, segundo ela, criaram a falsa sensação de que não havia mais necessidade de se vacinar. Ela citou ainda questões técnicas, como horário de funcionamento das unidades de saúde e inconsistência de dados, mas reconheceu que a desinformação é um componente decisivo.

Queda da Cobertura Vacinal em razão da Pandemia de Covid-19. Dep. Geninho Zuliani(DEM - SP)

Para Geninho Zuliani, não dá para, de forma ideológica, escolher qual vacina vamos tomar

“Estamos montando um plano de comunicação para combater notícias falsas e o desconhecimento da população. Precisamos informar de forma efetiva, uma vez que a vacina é a melhor intervenção em relação às doenças imunopreveníveis”, disse.

Para a infectologista Cristiana Toscano o uso de estratégias de comunicação para enfrentar notícias falsas é urgente. “Temos a possibilidade de utilizar o debate sobre a vacina contra a Covid-19 para resgatar a confiança e o interesse da população por vacinas”, destacou.

Isolamento social
O deputado Pedro Westphalen (PP-RS), que propôs o debate sobre os impactos da pandemia na queda na cobertura vacinal do País, disse que a necessidade de isolamento social foi outro fator que contribuiu para que o País não alcançasse nenhuma meta de vacinação neste ano.

“A BCG [tuberculose], que vinha alcançando os índices de satisfação, baixou para 63%; a hepatite B baixou para 54%; o rotavírus, para 68%; a meningocócica, para 68%, quando deveriam estar acima de 90%, pelo menos”, disse.

Vacina chinesa

Diversos deputados aproveitaram o debate para criticar a declaração do presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (21), em que ele afirma que a vacina Coronavac – em desenvolvimento pela empresa chinesa Sinovac em parceira com o Instituto Butantan – “não será comprada”.

A declaração ocorre um dia após o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que está com Covid-19, anunciar um protocolo de intenções para compra de 46 milhões de doses da vacina.

“É um questão de conversar com o presidente. Não importa de onde seja a vacina. Se ela for certificada pela Anvisa, ela deve estar disponível para a população. Não podemos permitir a politização desse tema”, disse Westphalen.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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