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Internacional

Cães são usados para identificar viajantes com covid na Finlândia

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Pesquisadora afirma que animais treinados são capazes de detectar infecção pelo novo coronavírus até cinco dias antes de surgirem sintomas

Cães treinados para detectar o novo coronavírus começaram a farejar amostras de passageiros no aeroporto de Helsinque-Vantaa, na Finlândia, nesta semana, em um projeto-piloto em execução junto com testes usuais. 

A eficiência dos cães não foi comprovada em estudos científicos comparativos, de modo que os passageiros que se voluntariam para fazer o teste e sejam suspeitos de serem portadores do vírus são instruídos a também fazer uma coleta para confirmar o resultado.

Gaze é colocada em latas e levada até o cãoUma equipe de 15 cães a 10 instrutores está sendo treinada por voluntários para o trabalho na Finlândia. A iniciativa é patrocinada por uma clínica veterinária particular.

Entre eles está Kossi, um cão de resgate espanhol, que foi treinado como cão farejador na Finlândia e que já trabalhou antes na detecção de câncer.

Anna Hielm-Bjorkman, que é professora adjunta da Universidade de Helsinque e especializada em pesquisa clínica para animais de companhia, disse que sua pesquisa mostrou que os cães podem encontrar a doença cinco dias antes de os pacientes apresentarem quaisquer sintomas clínicos.

No teste canino, um passageiro passa uma gaze no pescoço e o coloca em uma lata que é levada a outra sala para o cão cheirar e entregar o resultado de imediato.

Há alguns meses, as autoridades dos Emirados Árabes Unidos iniciaram testes semelhantes no Aeroporto Internacional de Dubai usando cães policiais.

O vice-prefeito de Vantaa, Timo Aronkyto, disse que no futuro será possível que os cães passem entre os passageiros da mesma forma que os cães da alfândega.

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Internacional

Trump volta a usar petróleo como argumento para tirar votos de Biden

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Trump veiculou trechos de vídeos de Biden, nos quais o ex-vice-presidente promete uma transição para energias mais limpas nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar o rival na disputa pela Casa Branca, o democrata Joe Biden. Como tem feito em eventos recentes, Trump afirmou durante comício em Martinsburg, na Pensilvânia, que Biden destruiria o setor de energia dos Estados Unidos, prejudicando a produção de petróleo, caso vença a disputa.

Trump veiculou trechos de vídeos de Biden, nos quais o ex-vice-presidente promete uma transição para energias mais limpas nos EUA. O líder republicano argumenta que isso destruirá dezenas de milhares de empregos em Estados cruciais na disputa eleitoral, como a própria Pensilvânia.

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Internacional

Nasa anuncia a descoberta de água na superfície da Lua

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Agência espacial norte-americana realizou um evento online para fazer o anúncio que pode impactar os planos para a missão Artemis em 2024

Nasa, agência espacial norte-americana, anunciou, nesta segunda-feira (26), em uma conferência transmitida ao vivo uma nova descoberta obtida por meio de estudos do Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha (SOFIA, na sigla em inglês): a presença de água na superfície da Lua.

A substância foi detectada em concentrações de 100 a 412 partes por milhão – o equivalente a cerca de uma garrafa de 0,35 litro de água – presa em um metro cúbico de solo espalhado pela superfície da Cratera Clavius, uma das maiores crateras visíveis da Terra, localizada no hemisfério sul da Lua.

“Tivemos indicações de que H2O pode estar presente no lado iluminado da Lua”, afirmou o diretor da Divisão de Astrofísica do Diretório de Missão Científica na Sede da NASA em Washington, Paul Hertz.

“Agora sabemos que está lá. Esta descoberta desafia nossa compreensão da superfície lunar e levanta questões intrigantes sobre recursos relevantes para a exploração do espaço profundo”, completou.

Segundo o especialista, ainda não se sabe, no entanto, se a substância seria acessível.

A descoberta pode ter impacto na missão espacial Artemis, que enviará a primeira mulher à superfície lunar em 2024. O sucesso da missão contribuirá para outras conquistas espaciais como a exploração de Marte, programada para 2030.

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