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Medicina e Saúde

Campanha de vacinação contra Influenza prorrogada até 30 de junho

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O Ministério da Saúde decidiu prorrogar a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza até o próximo dia 30 de junho de 2020 em todo o território brasileiro. O término da campanha estava previsto para o dia 05 de junho. 

O objetivo é alcançar a cobertura vacinal mínima de 90% em todos os grupos prioritários. Além disso, torna-se mais uma oportunidade para que as pessoas contempladas nos grupos prioritários, que ainda não foram imunizadas, possam receber a vacina contra a Influenza nos serviços de saúde. 

O Espírito Santo, segundo dados parciais do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), divulgados nesta sexta-feira (29), aparece em primeiro lugar na meta total entre os estados, com 88,26% de vacinação do público-alvo. 

“Apesar de o Estado estar próximo de alcançar a meta total de vacinação, é importante garantirmos a cobertura vacinal adequada em todos os grupos prioritários, o que contribuirá para a redução das complicações, das internações e, consequentemente, da mortalidade decorrente das infecções pelo vírus da gripe, em especial frente à situação que o País enfrenta com a pandemia da Covid-19”, informou a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, Danielle Grillo.

 

Público-alvo para a imunização:

– Pessoas com 55 anos ou mais de idade;

– Crianças de seis meses a 5 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);

– Gestantes;

– Puérperas (até 45 dias após o parto);

– Trabalhadores da saúde;

– Professores das escolas públicas e privadas;

– Povos indígenas;

– Grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;

– Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade, sob medidas socioeducativas;

– População privada de liberdade;

– Funcionários do sistema prisional e forças de segurança e salvamento.

 

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Dados no Espírito Santo 

Dos grupos em que há meta de vacinação de 90% da cobertura vacinal, até a manhã desta sexta-feira (29), no Espírito Santo, o público idoso e dos trabalhadores da saúde superou a meta preconizada pelo Ministério da Saúde, com 133,5% (494.988 vacinados) e 101,97% (101.511), respectivamente. 

Nos demais grupos, a meta ainda precisa ser alcançada, como as crianças com 52,84% (147.671 vacinadas), gestantes 45,29% (18.148 vacinadas), puérperas 58,24% (3.835 vacinadas), indígenas 81,87% (3.792 vacinados) e adultos de 55 a 59 anos com 48,09% (78.491 vacinados).

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Medicina e Saúde

“Estamos iniciando a fase de recuperação na Grande Vitória”, diz secretário de Saúde

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Em 24 horas, foram registradas 17 novas mortes e 1.168 casos foram confirmados da covid-19 no Espírito Santo

“Estamos iniciando a fase de recuperação na Grande Vitória”. A fala é do secretário de Saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes, que iniciou a coletiva de imprensa, realizada virtualmente, nesta sexta-feira (10), afirmando que a aceleração da pandemia no estado começa a perder força, em especial na região Metropolitana. No entanto, ele afirmou que ainda não é o fim da doença no estado.

Fernandes afirmou que a tendência de estabilização observada na capital capixaba foi confirmada e, agora, o meso é observado nas cidades do entorno. “Estamos iniciando a fase de recuperação na Grande Vitória, que deverá ser acompanhada nas próximas semanas. A tendência em Vitória consolidou-se. Isso é resultado da estratégia que assumimos e da evolução da pandemia”, disse.

Mesmo com a desaceleração desta curva, Nésio Fernandes afirma que as estratégias ainda não serão modificadas, mantendo o que era previsto anteriormente. “Nossa quinta fase de expansão pode chegar a 800 leitos. Não vamos modificar nossas decisões e estratégias por causa da fase de recuperação da Grande Vitória. Vamos manter a capacidade do Sistema de Saúde”, disse.

Novo aumento

Apesar da notícia do início desta fase de recuperação, o subsecretário em Vigilância de Saúde, Luiz Carlos Reblin, afirma que é preciso manter as estratégias adotadas e a coesão para que haja uma preparação para o que pode vir a acontecer futuramente. “É importante manter a coesão até que tenhamos um remédio ou uma vacina. Todos nós temos que estar preparados para momentos futuros, em que poderemos voltar as atividades, com regras, e quando tivermos que fechar novamente, por uma nova curva”, disse.

A possibilidade de uma nova curva de casos não foi descartada pelo secretário Nésio Fernandes. “É possível surgir uma nova curva de casos no Espírito Santo neste segundo semestre do ano. Enquanto não houver vacina, isso pode ocorrer. É uma expressão comum do comportamento da doença, que já ocorreu em outros países. Acreditamos que uma nova curva deverá ter proporções menores, mas devemos estar preparados”, afirmou.

Casos no ES

Em 24 horas, foram registradas 17 novas mortes e 1.168 casos foram confirmados da covid-19 no Espírito Santo. Com a atualização dos dados, o número de óbitos provocados pela covid-19 subiu para 1.929 e o de casos confirmados para 60.009. Ao todo, 39.912 pacientes se recuperaram da doença.

As informações foram divulgadas, por volta das 17 horas desta quinta-feira (09), no Painel Covid-19, plataforma digital da Secretaria de Saúde do Estado que mostra as notificações da doença, em tempo real.

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Medicina e Saúde

Medicamento usado para tratar piolho pode matar o coronavírus

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Pesquisadores australianos descobriram que a ivermectina, medicamento que está amplamente disponível, pode matar células do COVID-19

Cientistas do mundo inteiro estão atrás de uma cura: um medicamento que possa acabar com o novo coronavírus, que já infectou mais de 1 milhão de pessoas. A última esperança foi dada por cientistas australianos: um antiparasitário para piolhos, disponível em todo o mundo, teria matado o vírus da Covid-19 no laboratório em apenas 48 horas.

O estudo, publicado na Antiviral Research e liderado por especialistas da Universidade Monash, demonstrou que uma dose única do medicamento Ivermectina pode interromper o crescimento do vírus SARS-CoV-2 na cultura de células. “Descobrimos que mesmo uma dose única poderia remover essencialmente todo o RNA viral (material genético do vírus) em 48 horas e que, mesmo às 24 horas, havia uma redução realmente significativa”, disse a Kylie Wagstaff, do Instituto Monash Biomedicine Discovery, segundo o Daily Mail. A ivermectina é um medicamento antiparasitário aprovado pela FDA (que corresponde a Anvisa dos Estados Unidos) que também se mostra eficaz in vitro contra vírus como HIV, dengue e influenza.

O próximo passo é determinar a dosagem humana correta para garantir que o nível usado in vitro seja seguro. “No momento em que estamos tendo uma pandemia global e não há um tratamento aprovado, um composto que já está disponível em todo o mundo poderia ajudar as pessoas mais cedo”, completou. Os cientistas esperam que os estudos levem pelo menos mais um mês até que os testes sejam feitos em humanos. Além disso, é necessário financiamento para realizar testes pré-clínicos e ensaios clínicos. 

O QUE DIZEM ESPECIALISTAS BRASILEIROS?

A otorrinolaringologista Maura Neves, do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP), explica que a Ivermectina é um antiparasitário que também tem ação contra o vírus, assim como a cloroquina. “Atualmente, a usamos para pediculose e escabiose. O estudo mostrou um teste em laboratório no qual o medicamento tem ação contra o Sars cov 2. Já há evidências de que a ivermectina tenha ação contra o vírus SV40, algumas proteínas do vírus da dengue, vírus da encefalite equina venezuelana e até influenza. Mas não age contra o zika vírus por exemplo. No entanto, a pesquisa prova apenas que ela atua contra o coronavírus atual e que diminui a replicação viral de maneira importante em 48 horas. O que se deve entender é que, até o momento, isso é uma evidência fraca para uso em humanos. Trata-se de uma possibilidade. Mas pode ser que, devido à pandemia, seja considerado em humanos antes que estudos robustos sejam feitos”, conclui.

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