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Medicina e Saúde

Campanhas de vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação têm dia D neste sábado (17)

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O dia “D” de mobilização nacional para as campanhas de vacinação contra a Poliomielite, acontece neste sábado (17) em todo o Estado, para crianças de um ano a menor de cinco anos de idade – mesmo as já vacinadas anteriormente –, e de Multivacinação, para a atualização da caderneta de vacinação das crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade.

De acordo com a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria da Saúde, Danielle Grillo, o dia D visa a ampliar o acesso da população aos serviços de vacinação. “É uma facilidade para as pessoas que não podem ir às unidades durante a semana”, explicou.

As campanhas, que iniciaram desde o último dia 5 de outubro, têm como objetivos a redução do risco de reintrodução do poliovírus selvagem no Brasil, a diminuição da incidência das doenças imunopreveníveis, além de contribuir para o controle, eliminação e/ou erradicação dessas doenças.

A coordenadora ainda ressaltou a importância de a população procurar os serviços de vacinação, mesmo com a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). “A vacina é de extrema importância para mantermos as crianças e adolescentes protegidos. É importante esclarecer aos pais e responsáveis que os serviços de vacinação estão orientados quanto às medidas de prevenção contra a Covid-19, e que é imprescindível a adesão à Campanha para garantirmos altas e homogêneas coberturas vacinais”.

Para a Vacinação contra a Poliomielite, a meta preconizada pelo Ministério da Saúde é de 95%, com estimativa de imunizar pelo menos 194.056 das 204.269 crianças do Espírito Santo. Já para a Multivacinação, o objetivo é imunizar a população não vacinada ou com esquemas incompletos, menores de 15 anos de idade (até 14 anos, 11 meses e 29 dias) de acordo com o calendário. A imunização ocorrerá nas 493 salas de vacinação dos 78 municípios do Estado.

Dados Campanhas Poliomielite e de Multivacinação

Até esta quarta-feira (14), foram vacinadas 18.819 crianças de um ano a menor de cinco anos de idade contra a Poliomielite, com uma cobertura vacinal de 9,21%. Em relação à Campanha de Multivacinação, foram vacinadas 28.212 crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (até 14 anos, 11 meses e 29 dias).

Vacinação indiscriminada contra o sarampo para adultos

A Campanha de Vacinação indiscriminada contra o sarampo para adultos de 20 a 49 anos vai até o próximo dia 30 de outubro. “É uma oportunidade aos pais e responsáveis, que forem levar as crianças para o dia “D”, que também possam se vacinar contra o sarampo”, orientou a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria da Saúde, Danielle Grillo.

A coordenadora destacou que a vacina contra o sarampo deverá ser administrada na faixa etária preconizada (20 a 49 anos), independentemente da situação vacinal. “Mesmo que esses adultos tenham esquema completo de vacinação contra o sarampo devidamente comprovado no cartão de vacina, deverão receber uma dose adicional”, disse.

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Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo é prorrogada no ES até o final de novembro

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Até a última segunda-feira (26), foram vacinadas 80.953 crianças de um ano a menor de cinco anos de idade contra a Poliomielite, levando a cobertura vacinal para 39,6%

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, para crianças de um ano a menor de cinco anos de idade – mesmo as já vacinadas anteriormente –, e a Campanha de Vacinação Indiscriminada contra o Sarampo para o público-alvo formado por adultos de 20 a 49 anos foram prorrogadas em todo território capixaba até o próximo dia 27 de novembro.

Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, Danielle Grillo, o Ministério da Saúde autorizou que os Estados optassem pela prorrogação ou não das campanhas. “Avaliamos que para o Espírito Santo, em virtude ainda da baixa cobertura alcançada, será uma oportunidade para melhorarmos esse cenário, por isso prorrogamos até o final de novembro”, informou a coordenadora.

Ainda de acordo com Danielle Grillo, a Campanha de Multivacinação, para a atualização da caderneta de vacinação das crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade será encerrada nesta sexta-feira (30) e incorporada à rotina de vacinação.

Para a Vacinação contra a Poliomielite a meta preconizada pelo Ministério da Saúde é de 95%, com estimativa de imunizar cerca de 204.269 crianças no Espírito Santo. Já para a vacinação contra o Sarampo, para adultos de 20 a 49 anos, a meta do Estado é vacinar o maior número de pessoas, das 1.707.734 que estão nesta faixa etária. A imunização ocorre nas 493 salas de vacinação dos 78 municípios do Estado.

Dados Campanhas Poliomielite e Sarampo

Até essa segunda-feira (26), foram vacinadas 80.953 crianças de um ano a menor de cinco anos de idade contra a Poliomielite, levando a cobertura vacinal para 39,6%. Em relação à Campanha de Sarampo, 151.573 pessoas na faixa etária de 20 a 49 anos receberam dose extra da vacina contra o Sarampo.

Dados Sarampo

A coordenação do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis informa que, até o dia 17 de outubro deste ano, o Espírito Santo tinha 40 casos suspeitos de Sarampo notificados, 39 descartados, um caso em investigação e nenhum caso confirmado.

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Vacinação em massa contra covid será necessária para saber eficácia

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Avaliação é de cientistas da Universidade de Oxford, que afirmam que testes de imunizantes contra covid-19 em andamento podem não ser suficientes

Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, avaliam é provável que as candidatas a vacina contra a covid-19 em testes hoje no mundo tenham de ser submetidas ao uso massivo para que tenham, finalmente, sua eficácia comprovada.

Em um artigo opinativo, publicado nesta terça-feira (27) na revista científica The Lancet, Susanne Hodgson e Kate Emary falam sobre a importância de estudos contínuos de longo prazo após qualquer candidata a vacina ser licenciada e incluída em programas de imunização.

“Para determinar se uma vacina protege contra a covid-19 grave, um ensaio clínico precisa mostrar que há significativamente menos casos de doença grave em indivíduos vacinados com uma vacina contra covid-19, em comparação com indivíduos que não foram”, explica Kate.

Por outro lado, a médica, que faz parte do Grupo de Vacinas de Oxford, acrescenta que não é tão simples identificar estes casos nos testes clínicos envolvendo o novo coronavírus (SARS-CoV-2).

“Apenas uma pequena proporção de indivíduos infectados com SARS-CoV-2 desenvolve doença grave, o que significa que um número extremamente grande de voluntários é necessário em um ensaio clínico para que haja casos suficientes para obter uma medida confiável da eficácia da vacina. Isso significa que é provável que só saberemos se uma vacina protege contra a doença [covid-19] grave, uma vez que tenha sido implantada e administrada a uma grande população.”

O governo da Rússia decidiu neste sentido: aprovou, em agosto, a vacina para uso emergencial após a fase 2 de ensaios clínicos, com apenas 76 pessoas.

China criou programa de vacinação emergencialA partir disso, a Sputnik V começou a ser aplicada em um número maior de pessoas, paralelamente à fase 3, que incluirá 40 mil voluntários.

Na China, a situação é um pouco diferente. Embora as vacinas ainda não estejam aprovadas, milhares de pessoas estão recebendo doses de três candidatas.

Desde julho, o governo chinês permite que indivíduos de grupos com alto risco de contraírem a doença  sejam vacinados.

Foi criado um programa em que as pessoas assinam formulários de consentimento e podem fazer uso emergencial, segundo o chefe da força-tarefa para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19, Zheng Zhongwei.

Atualmente, 44 vacinas para covid-19 estão sendo testadas em humanos (fase clínica). Outras 154 estão em desenvolvimento pré-clínico.

Susanne observa que “é improvável que vejamos um único vencedor na corrida da vacina contra a covid-19”.

“Diferentes tecnologias trarão vantagens distintas que são relevantes em diferentes situações, Além disso, provavelmente haverá desafios com a fabricação e fornecimento de uma única vacina na escala necessária, pelo menos inicialmente.”

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