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São Mateus

Carlinhos Lyrio busca diálogo com outras frentes políticas

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O processo eleitoral começou, mas a campanha oficial ainda não, o que não impede dos partidos e pré-candidatos ao pleito municipal deste ano entabular conversas, acordos e consolidar parcerias.

O pré-candidato a prefeito de São Mateus é um desses que vêm procurando dialogar com outras legendas com a finalidade de buscar pontos em comum que possam criar um entendimento e até uma composição para a disputa eleitoral. Recentemente esteve reunido com representantes do PSB, com a pré-candidata Preta e também outras legendas. Nessas conversas, Carlinhos tem falado da necessidade de convergir forças para que seja apresentado projetos que possam contribuir para o desenvolvimento do município e aproveitar seu potencial econômico. “Temos um projeto alternativo e, no momento não estamos discutindo nomes e sim um projeto para São Mateus”, disse Carlinhos, enfatizando que encara a política com responsabilidade. “O isolamento não é bom, por isso temos que buscar estar conversando com outras forças, inclusive as emergentes”.

Carlinhos afirma que não existe nenhuma rejeição a nenhum nome, desde que haja uma convergência de interesses e propósitos. Lembrou do seu tempo como deputado estadual, em que teve atuação destacada. Lembra também da importância de ter ficha limpa.

Ele acredita que São Mateus tem tudo para avançar, “tirar maior proveito por estarmos na área da Sudene”.

Sobre o apoio do senador Marcos Do Val do seu partido, o Podemos apoiar outra pré-candidatura de outra legenda, argumentou dizendo que essa é uma situação que foi colocada para a Regional tomar as providências. “Nós aguardamos um desfecho favorável à nossa pré-candidatura”, finalizou.

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São Mateus

Pesquisa não desanima candidatos à Prefeitura de São Mateus

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Resultado serviu como fator estimulante para os outros com pouca pontuação

A última pesquisa feita com candidatos à Prefeitura de São Mateus só inflou o ego dos que apareceram na frente. Quanto aos outros que apareceram em posições inferiores não os desmotivaram, muito pelo contrário, foi um termômetro e balizamento para que novas ações e estratégias fossem elaboradas para reverter o quadro que apareceu na pesquisa.

Apesar de não haver prova, mas teve pessoas entrevistadas no interior que deixou de responder ao entrevistador porque o seu candidato não constava na relação apresentada.

Outro fator que foi observado pelos candidatos que avaliaram os índices foi o fato de não terem entrado de fato na campanha e a pesquisa ter sido feita antes disso acontecer, porém, publicada quando eles já estavam em campanha.

O que a reportagem ouviu dos assessores de candidatos é que o alto índice de indecisos tem sinalizado para que essa faixa seja melhor trabalhada.

A pesquisa da Rede Vitória/Futura apresentou o atual prefeito, Daniel Santana (PSDB) em primeiro lugar com 29,3 % na espontânea e 33,5 % na estimulada, seguido de Carlinhos Lyrio (Podemos) com 7,8 % e 13,5 % assim como Ferreira Júnior (SD) com 6,5 na espontânea e 13,8 na estimulada.

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São Mateus

Fábrica de ônibus Marcopolo sai do RJ e vem para São Mateus

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A fábrica, que já foi uma das mais lucrativas da Marcopolo, deixa o RJ. Motivo seria a pandemia, mas será que se houvesse um governo interessado isso aconteceria?

Péssima notícia para a economia do Rio de Janeiro, a partir de 30/10, a Marcopolo, maior fabricante de ônibus do país, fechará as portas de sua unidade em Xerém. A fábrica, localizada na antiga Fábrica Nacional de Motores, criada nos anos 40 por Getúlio Vargas, irá transferir suas linhas para São Mateus (ES) e em Ana Rech (RS.

No ano passado, a Marcopolo concluiu um processo para ampliar a produção, um investimento de R$ 14 milhões, que permitiu o início da fabricação de ônibus urbanos e escolares, justamente os que não serão mais produzidos em Duque de Caxias.

A fábrica, que chegou a produzir 25 veículos por dias, em 2014, e chegou perto de se tornar a maior fábrica de ônibus urbanos do mundo”. Houve tempo em que o lucro de Xerém bancava os prejuízos dados pelas fábricas da Marcopolo na Rússia e em Portugal.

Localizada em ponto estratégico, ao pé da Serra de Petrópolis, com fácil acesso a Rio, Minas Gerais e São Paulo. Além disso, está a apenas 170km da fábrica da VW Caminhões e Ônibus, principal fornecedora de chassis. Ela chegou a ser a principal unidade de fabricação de carrocerias de ônibus urbanos da Marcopolo. Nos oito primeiros meses de 2020, produziu 2.201 ônibus, do total de 5.875 unidades fabricadas pela empresa no Brasil.

A planta do Rio de Janeiro é da década de 1950, quando foi fundada a Ciferal, encarroçadora de ônibus brasileira que foi comprada pela Marcopolo no final da década 1990. A área tem 111 mil metros quadrados, sendo que o parque fabril possui 75 mil metros quadrados de área construída. Para se ter uma ideia do quanto a unidade que será fechada representa na fabricação da companhia, dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus) mostram que 40% do que foi fabricado no mês de agosto deste ano pela Marcopolo saíram da planta carioca.

A razão dada pela empresa para o fechamento foi a queda de vendas devido a pandemia do Coronavírus. No primeiro semestre, o lucro líquido da Marcopolo desabou 89,8%, para R$ 12 milhões, em razão do tombo nas vendas. Entre abril e junho, a produção do grupo no Brasil caiu 45,7%, frente ao mesmo período de 2019.

Desde a última crise, a companhia vem estudando a otimização das fábricas. Em 2016, um levantamento já mostrava que a empresa tinha mais capacidade fabril do que precisava. Desde então, foi fechada a unidade Planalto da Marcopolo em Caxias.

Atualmente, a unidade de Duque de Caxias tinha cerca de mil funcionários, mas este quadro já chegou a ter o dobro de tamanho. Os profissionais estão sendo transferidos para a unidade de São Mateus. Na informação repassada aos investidores,  a Marcopolo confirma que a concentração das operações brasileiras em um número menor de fábricas vem contribuindo para a redução de custos e incremento da eficiência. A empresa informa ainda que as melhorias operacionais alcançadas nos últimos anos permitirão que as plantas remanescentes tenham capacidade suficiente para absorverem a recuperação de volumes à medida que os mercados se regularizarem, em um cenário pós-pandemia.

Pergunta-se, tão bem localizada, é óbvio que não é apenas a pandemia que fechou a fábrica. Se houvesse um governo operante na época, talvez tal desastre pudesse ter sido evitado. Infelizmente, passamos por um tsunami político, e continuamos sofrendo as consequências.

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