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São Mateus

Casagrande contrata empresa para fazer projeto que vai dar início a solução contra as enchentes no balneário de Guriri

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O governador Renato Casagrande (PSB) anunciou nesta sexta-feira (9) que o governo contratou uma empresa para elaborar os projetos executivos do sistema de manejo sustentável das águas urbanas e pavimentação de Guriri. É o início da solução para acabar com as constantes enchentes que acontecem no balneário, quando ocorrem chuvas mais intensas, causando inúmeros problemas e prejuízos para moradores e comerciantes.

Chuvas deixam ruas e avenidas do balneário de Guriri alagadas - FA ...

A falta de drenagem das águas do balneário de Guriri é um problema que se arrastas faz muito tempo e nenhuma tentativa anterior tem conseguido resolver em definitivo essa situação. Segundo moradores ouvidos pelo Jornal do Norte, ‘até agora só foi feito paliativo e basta uma chuva mais forte par alagar tudo”, principalmente a avenida Governador Eurico Vieira de Rezende, “que vira um verdadeiro rio quando chove”.

De acordo com o contrato celebrado entre o Governo do Estado, através da Secretaria de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano (Sedurb), com a empresa KF2 Engenharia e Consultoria Eireli, a vigência é de três meses, prazo para que o projeto esteja pronto, cujo valor desse contrato é de R$ 142.000,00. Quanto a sua execução, o governador Casagrande enfatizou que os recursos devem ser buscados pelo Estado para que as obras sejam viabilizadas.

Além da Avenida Eurico Rezende, onde estão localizados a maioria dos restaurantes, bares e lojas de Guriri, o trecho da Avenida Esbertalina Barbosa em frente a padaria, é outro ponto de alagamento, mas para os moradores “Guriri vira um mar com qualquer chuva um pouco mais forte”.

Um dos moradores que se apresentou como engenheiro, mas que não quis se identificar, alertou que de nada adianta construir uma galeria pluvial. “Logo a grande quantidade de areia vai entupir a galeria”, ressaltou. Esperamos que a empresa responsável pelo projeto consiga a solução para que as obras resolvam em definitivo esse problema de alagamento em Guriri”, completou o morador.

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São Mateus

Amadeu pode voltar ao cenário político mateense, depois de dizer que não seria candidato

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Apesar de dizer que não seria candidato a nada, o ex-prefeito estaria usando a estratégia de se livrar da romaria de solicitação de ajuda financeira de pré-candidatos a vereança, mas que sua pré-candidatura poderá ser anunciada em breve. 

São Mateus – O ex-prefeito de São Mateus, Amadeu Boroto (PP), está, segundo fontes ouvidas pelo JN, preparando a sua volta à disputa eleitoral deste ano. Ele havia dito para várias lideranças que não seria candidato a nada, mas nem todo mundo acreditou, mas como tem problemas na justiça por improbidade administrativa, tem contas rejeitadas pelo TCES que estão na Câmara para serem apreciadas e votadas, e acumula um alto índice de rejeição, ficou a dúvida. A sua omissão com relação a crise hídrica que levou a toda população mateense a consumir água salgada está muito viva na memória. “Ele se omitiu e deu a chance de Daniel se eleger”, disse uma liderança ouvida. “Sabia que o caos se instalaria no município e agora quer vir como o salvador da pátria”, continuou. “O povo quer renovação, mandar para casa esses candidatos que sempre querem estar no poder ou fazer uso dele para atenderem seus interesses”, lembrou. Por isso, apesar da dúvida, “eram indícios para ele desistir da sua pré-candidatura”, destacou a fonte, que “agora quer ser prefeito de novo como se o povo fosse otário de esquecer o que fez”, completou. 

Sobre a situação das contas rejeitadas, são duas. Uma já se encontra na Câmara de Vereadores e a outra ainda está no Tribunal de Contas. Sobre a que se encontra no legislativo mateense, ainda não tem data para a sua apreciação e votação. “Esse é um fator complicador para sua pré-candidatura”, disse um parlamentar municipal. 

Verdade ou não, a possibilidade de Amadeu Boroto voltar a disputar as eleições deste ano pode vir a ser uma realidade. É o que pensa a maioria das fontes ouvidas.  

Sobre a sua posição no seu partido, o Progressista, tem o apoio dos vereadores que lá se filiaram contando com a sua ajuda para a reeleição. O presidente do PP, Cássio Caldeira, até anunciou sua pré-candidatura tendo em vista a decisão de não ter Boroto como candidato do partido. Com a possibilidade da mudança de opinião “o jogo volta a ser jogado” e aqueles que apostavam na nova candidatura do PP que, com certeza vinha sendo muito elogiada, “pode tomar bola nas costas”. O autor da jogada seria, neste caso específico, Amadeu. 

Sobre o apoio do Governo do Estado a possível entrada do ex-prefeito na disputa eleitoral, o PSB de São Mateus não se pronunciou, mas membros da legenda destacaram que o partido tem pré-candidata e que ainda é cedo para tomar qualquer atitude antes da convenção que deve acontecer no próximo mês. 

Outros setores da política mateense nunca tiveram a segurança de dizer que o ex-prefeito ficaria de fora desse processo eleitoral. “Ele estava apenas blefando, enquanto acertava os detalhes para disputar as eleições e que agora o objetivo é tirar Daniel do páreo, já que Carlinhos é bom de acordo e poderia atrapalhar toda essa engenharia político-eleitoral construída”, disse didaticamente um observador da política local. 

Em contato com outras lideranças a opinião é que “Amadeu é candidatíssimo e andou dizendo que não seria, apenas para evitar a pedição de ajuda financeira, mas que, na última hora acaba se lançando na disputa”. 

Já o PCdoB que defende candidatura própria, também acredita que Boroto seja candidato e que, se for o nome de consenso do grupo a que está alinhado, pode ter o seu apoio. 

Para muitos que acompanham a política do município são unânimes em dizer que “São Mateus não é para amador” e que Amadeu terá dificuldade em agregar apoiadores “por ter demonstrado seu egocentrismo em atitudes que poderia ter tomado em apoio a outras candidaturas em eleição passada e, por vaidade, não o fez”.

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São Mateus

Proposta de aumentar cobrança do IPTU é barrada na Câmara

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Por 7 votos a 3, o plenário da Câmara derrubou nesta terça (28), o Projeto de Lei Complementar N° 007/2018, do prefeito Daniel, que aumentaria  para o os moradores  de São Mateus o valor da taxa do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Alvo de polêmica e pressão desde que chegou ao Legislativo, o projeto foi submetido ao plenário da Casa, comparecer Contrário da Comissão de Constituição, Justiça, Direitos Humanos, Cidadania e Redação e da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização.

Para o relator, vereador Antônio Luiz Cardoso, não é momento para majorar impostos. “Esse projeto é nada mais, nada menos que aumento de IPTU do povo mateense e tem caso que vai aumentar 800%. Numa época dessa de pandemia, o povo desempregado, muitos passando fome, era para nós estarmos aqui discutindo isenção de taxas.O prefeito tem que mandar para cá um projeto para isentar os menos favorecidos das taxas de água,  coleta de lixo, energia e do próprio IPTU”, reagiu Temperinho.

Planta genérica

A intenção do prefeito Daniel era de aprovar a planta genérica de valores de terrenos e a tabela de preços de construção de imóveis, para determinar o valor venal e a base de cálculos do imposto, porém, a maioria dos vereadores entendeu que a proposta do governo atingiria a população com reajustes exorbitantes.

Trabalhando pela aprovação da planta genérica do IPTU, o líder do prefeito, vereador Francisco Amaro considerou justo o novo modelo de cálculo. “De quatro em quatro anos o município é obrigado por lei a fazer uma atualização. A lei tem que ser justa. Esse é um projeto muito bem elaborado, nós chamamos aqui a empresa que o elaborou e eles nos mostraram: quem tem mais paga mais, quem tem menos paga menos”, afirmou.

Ao encaminhar a votação da terça-feira, o vereador Carlos Alberto, que presidia o Parlamento quando o PLC do IPTU chegou à Casa de Leis, em 2018, elogiou o legislativo. “Eu vejo muitos vereadores aqui comprometidos com todos os problemas que a sociedade vive nesse momento. Tenho certeza que essa casa não permitiria aumentos tão abusivos como esses que se encontram nesse projeto, que muitas vezes chegam a casa do 800%. Pesaria para todo mundo, tanto aqueles mais carentes quanto aqueles que tem mais condições.Se tivesse sido votado lá atrás, hoje o povo estaria sofrendo as consequências dos aumentos dos impostos neste momento de pandemia e nós pagaríamos um preço caro”.

Aberração

A derrubada da matéria do Executivo se deu de maneira expressiva com os 7 a 3 no placar. Se houvesse empate na votação, o voto de minerva do presidente Jorginho Cabeção decidiria. O vereador reafirmou seu posicionamento.

“Esse projeto é uma aberração contra o povo de São Mateus. Realmente há uma defasagem de 15 anos sem reajuste, só que a revisão das alíquotas da forma que o prefeito nos mandou é impactante demais para o bolso do contribuinte, penaliza a população. Principalmente neste tempo de pandemia, se espera do poder público eu isente os que mais precisam,  em vez de sacrificar o povo mais ainda”, ressaltou.

A favor do Aumento do IPTU: Francisco Amaro, Doda Mendonça e Paulo.

Contrários ao Aumento do IPTU: Ajalírio, Aquiles Moreira, Carlos Alberto, Jaciara Teixeira, Jerri Pereira, Jozail do Bombeiro e Temperinho.

Cálculos

Na proposta do governo municipal, os aumentos seriam gradativos em sistema de escalonamento de até  quatro anos. Pelos cálculos apresentados em 2018, um imóvel no Bairro Boa Vista, por exemplo, com terreno de 360 m² e área construída de 360m², no qual o proprietário pagou R$280,00 precisaria desembolsar, em 2020, R$427,91. Em 2022, o valor chegaria a R$950,00.
Na simulação para Guriri, com imóvel de 450 m² de terreno e 199m² de edificação, de  R$ 121,58 chegaria a R$538,00 em 2022.

PERIFERIA

Em uma simulação de escalonamento, aumentando o prazo de quatro para oito anos, tendo como referência o bairro Litorâneo, um imóvel de 200m² (de R$86,00 para R$234,00). No bairro Aroeira, com a mesma medida, de R$20,00 para R$205,00.

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