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COI admite cancelar Olimpíada se pandemia da covid-19 não melhorar

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Presidente do comitê, Thomas Bach revelou, nesta quinta-feira (21), que jogos de Tóquio podem ser cancelados caso vírus não seja controlado em 2021

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, reconheceu nesta quinta-feira (21) que os Jogos de Tóquio terão de ser cancelados caso a pandemia do coronavírus não seja controlada em 2021. Em função do surto da doença pelo mundo o evento foi adiado por um ano, em março.

A afirmação de Bach está em consonância com declaração recente de Shinzo Abe, primeiro-ministro japonês, de que o evento pode não ocorrer caso a virose não esteja contida. O país registra 784 mortes em função do coronavírus.

“Francamente, consigo entender isso, porque você não pode empregar para sempre 3.000 ou 5.000 pessoas em um comitê organizador. Você não pode mudar todo ano a programação esportiva mundial inteira de todas as principais federações. Você não pode ter os atletas sob incerteza”, afirmou Bach.

Bach reforçou, porém, o discurso de que o COI está completamente comprometido em realizar a Olimpíada em 2021. O dirigente reconheceu, porém, que há muitas indefinições, incluindo a possibilidade de os atletas terem de permanecer em isolamento durante o período da Olimpíada.

“O que isso pode significar para a vida em uma Vila Olímpica? Todos esses cenários diferentes estão sendo considerados e é por isso que estou dizendo que é uma tarefa gigantesca, porque existem muitas opções diferentes que não são fáceis de abordar”, apontou o presidente do COI.

A Olimpíada foi remarcada para o período entre 23 de julho e 8 de agosto de 2021. Bach espera ter logo indicativos da situação sanitária no mundo nesse período para tomar decisões envolvendo a organização e realização do evento. “Quando tivermos uma visão clara de como o mundo será visto em 23 de julho de 2021, tomaremos as decisões apropriadas”, concluiu.

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Ministério da Saúde autoriza volta do público aos estádios de futebol

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Retorno dos torcedores, porém, dependerá do aval dos gestores municipais, que levarão em conta as condições da pandemia na localidade

O Ministério da Saúde aprovou, nesta terça-feira (22), o retorno do público aos estádios de futebol, em resposta a um plano elaborado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Porém, o governo federal impôs um limite de 30% das capacidades das arenas. A liberação valerá para as séries A e B.

Com o tempo, a venda dos ingressos poderá ser ampliada.

O retorno dos torcedores aos estádios, porém, vai depender da vontade do gestor local, que levará em consideração a variação da curva epidemiológica, a taxa de ocupação de leitos clínicos e leitos de UTI e a capacidade de resposta da rede de atenção à saúde local e regional.

De acordo com o Ministério da Saúde, “a abertura deverá ocorrer mediante protocolos que devem ser estabelecidos com o objetivo principal de zelar pela saúde física e mental, assim como o bem-estar de todos”.

O governo federal enfatizou ainda que as medidas de segurança serão acertadas entre os times de futebol e a administração local, com a participação dos órgãos de segurança pública, saúde e outros necessários para sua implementação e fiscalização.

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São Silvestre é adiada para 2021 em razão da covid-19

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Prova pedestre acontece tradicionalmente em 31 de dezembro nas ruas da capital paulista. Com coronavírus, evento foi para 11 de julho do ano que vem

Disputada tradicionalmente em 31 de dezembro, a Corrida de São Silvestre deste ano será disputada só em 2021. A organização da prova paulistana anunciou o adiamento em razão da pandemia do novo coronavírus. A 96ª edição será disputada em 11 de julho do ano que vem.

A decisão saiu após uma série de reuniões entre a comissão organizadora e a Secretaria Municipal da Casa Civil. Com os decretos de quarentena em vigor, o isolamento social, não seria aconselhável a prova pedestre pelas ruas de São Paulo. As demais corridas de rua que acontecem na capital, por exemplo, ainda não tiveram aval para serem novamente realizadas.

Em 2019, o limite de participantes aumentou de 30 mil para 35 mil. A prova, a maior corrida de rua da América Latina, tem o percurso de 15 km, com largada e chegada na avenida Paulista.

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