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Rumos da Política

Coluna: Rumos da Política – 1ª Quinzena de Janeiro

Publicado

Por Paulo Borges

As eleições municipais continuam produzindo notícias mesmo ainda tão distantes. Em São Mateus vários nomes se apresentam como pré-candidatos e outros deixam transparecer a suspeição de que não vão encarar o pleito. As razões são várias. Vão desde o receio de ter exposta a sua vida pessoal nas redes sociais por gente ligada ao governo municipal, até o medo de perceber que o prestígio e credibilidade que pensava ter não tem mais.

Os nomes são muitos, mas quase sempre as mesmas figurinhas carimbadas que de capacidade de governar um município com competência e dedicação, levando em conta a sintonia com os anseios da população, não têm. Alguns só tem a popularidade, é conhecido e nada mais. Tem aqueles que vivem de se candidatar. Tem os que entram pela porta da frente e saem pela dos fundos acusados de negociata com a sua candidatura. E tem ainda os vaidosos que tem o sonho de ser prefeito e nada mais. Mas o pior em tudo isso é o eleitor ainda acreditar nessa gente. Parece que não aprende. Vota naquele que está em evidência e não no seu verdadeiro candidato, naquele que – efetivamente – é capaz de mudar a história da política do município.

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A notícia que circulou foi a de que o ex-deputado Jorge Silva (SD) não seria candidato a prefeito de São Mateus. Foi sondado, mas deixou dúvidas da sua participação no pleito eleitoral deste ano. Se ele realmente deixar de ser pré-candidato agora, pode estar se preparando para vir em 2022 a uma candidatura a deputado. Pode ser estadual ou federal.

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A outra notícia está relacionada ao empresário Natan Beltrame. Seu nome é sempre colocado como uma possibilidade, pois reúne a credibilidade necessária para se colocar como um pré-candidato. Mantem-se irredutível dizendo que não é candidato, mas tem gente que ainda duvida. Natan declarou textualmente que não é candidato, apesar das pressões. Se vier a ser, é uma revisão pessoal, o que não invalida a verdade de que hoje não é candidato a prefeito de São Mateus. O futuro a Deus pertence.

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O eleitor mateense deve olhar e estudar atentamente o pré-candidato que se apresenta à sua frente. Não basta ter popularidade. O Brasil está cheio de artistas na política que representam bem tudo aquilo que não vai cumprir. Daí a necessidade de uma escolha criteriosa. Será que São Mateus continuar avesso a novos ares?

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Agora começam a aparecer pseudos-lideranças com soluções mágicas para o município. Estiveram adormecidas durante todos esses anos em que o atual prefeito conduziu São Mateus para o precipício. Agora aparecem como quem vai resolver tudo. Por onde estavam essa gente? Estavam aonde sempre estiveram. Estavam à espreita, esperando alguma migalha do poder e como essa não veio e não virá, apareceram com seu código de conduta oportunista e imoral para se apresentarem como os capazes de contribuir para resgatar o município das garras da camarilha que se apossou dos destinos mateense. Alguns até escrevem agora, mas não escreviam e nunca se mostravam à sociedade o que de fato pensava com relação ao estado de coisa em que São Mateus estava e está vivendo. Agora aparecem várias “lideranças” e até causam engarrafamento nas vias que levam à suposta solução para retirar o município do buraco. O nome disso é hipocrisia, covardia, oportunismo, desprezo pelo povo e pela sua terra. O que vale é a vantagem que poderá tirar disso. Acorda povo mateense, abra os olhos e se livre dessas camarilhas que só aposta no atraso.

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Em Conceição da Barra a prática política se assemelha muito com o que há de mais atrasado. Lembra, de certa forma, São Mateus. Lá os nomes estão sendo colocados e o do ex-prefeito Manoel Pé de Boi vem sendo muito falado. Sair de um Jorginho Donati e depois de um Chicão para voltar ao passado dá a impressão que não existe coisa melhor. Que a opção ao povo barrense será viver no século passado com uma política do ultrapassado. Se não tomar cuidado o barrense elege o atraso.

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Uma fonte garantiu que Carlinhos Lyrio (Podemos) pode vir a ter Claudetinha (SD) como vice em sua chapa. A conversa já aconteceu, mas ainda não foi anunciada. O momento do anúncio ainda vai demorar. Por enquanto cada um tocará a sua campanha. Ela e Jorge Silva são do mesmo partido e pode vir a receber o apoio do ex-deputado federal, caso ele não seja mesmo candidato. Será que vai medir forças? O que se sabe até aqui é que ele não seria pré-candidato nessas eleições. Sendo assim o caminho para apoiar um nome do seu partido estaria se consolidando com Claudetinha. Nesse caso pode melar a composição na chapa de Carlinhos. Lyrio, por sua vez nunca aceitaria ser vice. Democracia, para alguns, só vale quando lhe favorece.

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Amadeu Boroto diz que não quer mais se eleger, mas continua se movimentando na direção de voltara a política. Mas ele esteve lá por oito anos, será que não foi o suficiente para dar a sua parcela de contribuição? Está na hora de se pensar em dar lugar a novas lideranças. Essa e outras lideranças que estão aí colocadas, já deram!

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Coluna: Rumos da Política

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Prefeito de São Mateus não tem obras para apresentar à população, mas é preciso saber escolher um governante com capacidade de defender os interesses do povo

Os antigos sempre diziam que existem coisas que só acontecem ao Botafogo e, no Espírito Santo, ao município de São Mateus. Essa sina parece se confirmar na colocação do time carioca no último campeonato e a administração do atual prefeito de São Mateus, Daniel Santana (PSDB), conhecido como Daniel da Aça, que não conseguiu trazer nenhuma benfeitoria que impactasse a população na melhoria dos serviços básicos.

São Mateus viveu nesses últimos três anos a sua pior fase político-administrativa. Abuso de poder, denúncia de corrupção e favorecimento de empresas do prefeito e de seus aliados, desvio de recursos para realizar eventos como shows com trios e bandas contratadas a peso de ouro, além de deixar os serviços de saúde à sua própria sorte. O prefeito Daniel Santana e a sua administração instalaram o caos, o populismo barato e o desrespeito às leis. Mas tem conseguido uma proeza: a omissão de instituições como limite às suas investidas contra o erário e a boa convivência com seus munícipes.

As eleições municipais acontecem neste ano. Caberá ao eleitor mateense a escolha do seu futuro governante. Se hoje reclamam do atual, naturalmente irão fazer uma escolha de um candidato que preencha os critérios da nova política, da gestão competente, da seriedade no trato da coisa pública, respeito aos valores morais da sociedade e projetos factíveis para tirar o município do caos e da lama a que está relegado atualmente. No cenário político do município aparecem várias figurinhas carimbadas que já estiveram no poder, seja na prefeitura ou no parlamento (deputados) e prometeram muito e pouco fizeram. Aparecem em períodos eleitorais para fazerem promessas que não serão cumpridas. Sejam por falta de conhecimento das demandas do cidadão e do município como pela total falta de responsabilidade e incompetência como gestor. Usam apenas o nome para ganhar a eleição, não apresentando qualquer projeto para a cidade e o município como um todo.

Aí estão vários nomes. Tem o velho e aventureiro, o remediado e oportunista e o novo, capaz e competente e de conhecimento para governar São Mateus com seu povo, defendendo os interesses coletivos e não apenas de grupos, grupelhos e camarilhas de fora do município. É preciso, urge atitude do povo para dar um basta em aventureiros e interesseiros profissionais. É muito importante a união das famílias, dos cidadãos que ainda tem o poder de decidir que destino desejam ou querem dar a sua terra, a sua gente e a seus filhos. Saibamos escolher os nossos governantes.

Coluna Rumos da Política pelo jornalista Paulo Borges.

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Rumos da Política

Rumos da Política – Por Paulo Borges

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As eleições municipais se aproximam. Em São Mateus as pré-candidaturas começam a aparecer, algumas já se conhece e que são as mesmas de sempre sem qualquer compromisso com o futuro do município. As novidades também estão se colocando e diante das figurinhas combinadas e do atraso ainda tem eleitor que prefere não sair do seu quadrado e por uma boquinha fica com aquela que acha que vai ganhar, mesmo que seja a pior escolha.

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O movimento SOS São Mateus continua se reunindo, mas parece ter perdido a razão de ser. A luta para o afastamento do atual prefeito acabou não chegando a bom termo e agora só resta trabalhar um nome a ser apoiado. O problema é que os nomes colocados são os de sempre. Não vejo uma discussão de projeto para o município. Acredito que já deu!

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Seria interessante se fosse criado um grupo com representantes de todos os segmentos da sociedade para discutir e pensar São Mateus. Poderia convidar os pré-candidatos para uma sabatina, questioná-los e saber quais as ações e projetos para o município e sua população. Depois uma avaliação seria feita e os mais capazes seriam convidados a nova bateria de questionamentos. Os nomes que sobrassem poderiam ser avalizados pelo grupo e colocados à disposição do cenário político-eleitoral para que o eleitor fizesse a sua escolha (ou não).

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Voltando a atuação do SOS São Mateus, cabe um elogio, pelo menos do tempo inicial, quando foi formado. Foi o único que esteve sempre discutindo e agindo contra o caos que se instalou no município. Por onde estão as tais lideranças municipais? Não vi nenhuma se posicionar. Querem apenas espera o período eleitoral para vir se apresentar como salvadores da pátria. Estaremos aqui para alertar o eleitor e mostrar a capivara dessas camarilhas.

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Outra justiça a ser feita é com relação a maioria dos vereadores. Seguram uma barra e o ataque dos desqualificados querendo desqualificá-los também. Se na Prefeitura de São Mateus os escândalos e suspeição de corrupção são comuns, na Câmara não se ouve falar. Tem estado ao lado dos interesses da população, mesmo que os aliados do prefeito queiram jogar a população contra aquela instituição.

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Ouvi do prefeito de Vitória, Luciano Rezende (Podemos), uma colocação que é pouco comum. Ele disse que a oposição em Vitória tem dificuldade em fazer críticas. Tem que criar um fake News. Disse isso quando estava em um evento de entrega de escrituras de imóveis da periferia da capital. É interessante como o governo municipal da capital ouve e debate com a sociedade. Nada é feito sem ouvir o cidadão. E outro fator é a humildade e simplicidade dos membros do atual governo da capital.

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É inacreditável que a justiça eleitoral pode cassar o prefeito de Conceição da Barra, mas não consegue afastar o de São Mateus. Qual a explicação para essa “justiça”?

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O Progressista de São Mateus tem no seu comando o empresário Cássio Caldeira. Tem a missão de reestrutura o partido, prepará-lo para entrar com força no processo eleitoral do próximo ano e, trabalhar um nome ou um apoio para a Prefeitura de São Mateus. Cássio pode ser um nome do partido para uma candidatura a prefeito.

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Um novo ano começa e quero deixar aqui, o desejo de um ano mais próspero e que os nossos governantes que ainda não tiveram, que tenham juízo e compromisso com as demandas do povo trabalhador.

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