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Moda e Beleza

Como usar a calça jogger sem perder seu estilo

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Peça queridinha no streetstyle das Semanas de Moda internacionais, a calça jogger, mais justinha na cintura e nos tornozelos, comprovou toda a sua versatilidade em produções originais e cheias de estilo. Apesar de ter uma pegada mais esportiva, a peça não precisa ficar restrita apenas a esse mood. Pensando nisso, o Purepeople reuniu algumas ideias e truques de styling para você se jogar sem medo na tendência. Quer ver?

As fashionistas mostraram que a calça jogger pode sim ser sexy! A dica é usá-la com sandálias de salto alto e blusas mais justinhas. Se o seu sapato for de tiras, experimente amarrá-las no tornozelo, por cima da calça. É fashion! Tons mais neutros e sóbrios, como preto, branco e cinza, mantém a sofisticação das peças.

Aposte na combinação de calça jogger e blazer para uma produção bem original

Outra dica de styling certeira é investir na combinação da calça jogger, mais soltinha, com peças de alfaiataria mais estruturadas, como o blazer. Além de ser uma produção muito original, o blazer faz uma mistura cheia de bossa com a pegada mais esportiva da calça jogger, trazendo uma formalidade sem pesar. Capriche no make e nos acessórios para complementar o look!

Slide 4 de 8: Aposte nas sandálias de tiras, para dar um toque de sensualidade

Trench coat e bota é a pedida perfeita para a temporada outono/inverno

O outono está aí e as temperaturas mais amenas já está dando as caras. Além disso, o inverno se aproxima, pedindo looks mais quentinhos e estilosos. Nesse caso, a calça jogger é perfeita para usar com um trench coat e botas, esquentando a produção da temporada. No streetstyle, tons de marrom e caramelo e botas mais pesadas bombaram, mas você pode escolher o estilo que mais se adequa à sua personalidade.

Slide 2 de 8: O blazer traz formalidade à calça jogger de um jeito bem original

Mantenha a vibe sporty com calça jogger e moletom

A vantagem da calça jogger é que, além de combinar com todos os estilos e gostos, ela não precisa perder a sua essência. Por isso, se você está em busca de conforto e curte um mood mais esportivo, vá sem medo na união da calça jogger com o moletom. Quanto mais confortável melhor! Nos pés, também seguindo a linha, nada como um tênis bem estiloso. Ah! As mais ousadas podem brincar com a combinação de meias coloridas e sandálias abertas.

Slide 7 de 8: Moletom, calça jogger e tênis é pouro conforto!

Slide 8 de 8: A calça jogger cortada na barra e com salto fica chique e despojada

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Influenciadora revela como faz para esconder celulite nas fotos e choca

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Danae Mercer conta como é fácil parecer “perfeita” em fotos. Blogueira fitness lutou contra distúrbios alimentares e incentiva seguidores a se aceitarem

Com quase 800 mil seguidores no Instagram, a influenciadora fitness Danae Mercer (@danaemercer) decidiu revelar o segredo por trás das suas fotos perfeitas. Ela, que mora em Dubai, fez uma série de posts explicando como é fácil forjar um “corpo dos sonhos” usando um bom aplicativo de edição, além do ângulo e iluminação certos nas fotos.

'Insta vs realidade - ou vamos falar de iluminação. Porque essa é a principal diferença nessas fotos. Em uma delas, meu bumbum está deliberadamente angulado nas sombras. A luz mais suave esconde minha celulite e suaviza a maioria das minhas estrias (...) No outro, estou apenas agachada casualmente ao lado do espelho, meus quadris e coxas estão à luz do sol', explicou Danae 

“Insta vs realidade – ou vamos falar de iluminação. Porque essa é a principal diferença nessas fotos. Em uma delas, meu bumbum está deliberadamente angulado nas sombras. A luz mais suave esconde minha celulite e suaviza a maioria das minhas estrias (…) No outro, estou apenas agachada casualmente ao lado do espelho, meus quadris e coxas estão à luz do sol”, explicou Danae.

A influenciadora travou uma longa batalha contra os distúrbios alimentares e, através das postagens, tenta incentivar outras pessoas a amarem seus corpos como eles são 

A influenciadora travou uma longa batalha contra os distúrbios alimentares e, através das postagens, tenta incentivar outras pessoas a amarem seus corpos como eles são.

Danae conta que frequentemente recebe mensagens das suas seguidoras que dizem ter vergonha de usar shorts, biquíni ou roupas que mostram suas celulites e estrias 

Danae conta que frequentemente recebe mensagens das suas seguidoras que dizem ter vergonha de usar shorts, biquíni ou roupas que mostram suas celulites e estrias.

'Vamos normalizar isso. Vamos compartilhar as partes de nós que são fortes e ferozes, e as partes de nós que são mais suaves, cruas e humanas. Uma mulher me enviou uma mensagem hoje dizendo que comprou seu primeiro biquíni. Ela sempre pensou que era muito 'imperfeita' para usar um. Mas hoje ela percebeu o contrário. Aquela garota foi às compras', conta 

“Vamos normalizar isso. Vamos compartilhar as partes de nós que são fortes e ferozes, e as partes de nós que são mais suaves, cruas e humanas. Uma mulher me enviou uma mensagem hoje dizendo que comprou seu primeiro biquíni. Ela sempre pensou que era muito ‘imperfeita’ para usar um. Mas hoje ela percebeu o contrário. Aquela garota foi às compras”, conta .

'Você ajuda muitas mulheres com essas palavras, inclusive eu. Obrigada!!', comentou uma das seguidoras 'É sobre aprender a ter cuidado. E para ver a internet com um olhar crítico - especialmente quando há dinheiro envolvido', chamou a atenção em outro post 

“É sobre aprender a ter cuidado. E para ver a internet com um olhar crítico – especialmente quando há dinheiro envolvido”, chamou a atenção em outro post.

'Você nasceu para ser real, não para ser perfeito', diz a mensagem desenhada nas costas de Danae Veja também: Blogueira mostra realidade por trás de fotos editadas e choca a web

“Você nasceu para ser real, não para ser perfeito”, diz a mensagem desenhada nas costas de Danae.

 

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Covid-19 cansa a beleza: crise no setor força salões a se reinventarem

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Nove em cada dez empresas do ramo de beleza afirmam ter perdido faturamento por causa das medidas de isolamento social

Segundo um dito popular, não existe crise para as atividades que alimentam vícios e cultivam vaidades. Ao menos no caso do negócio que atende à aparência e à autoestima, a sabedoria do senso comum terá que ser refeita por causa da pandemia da covid-19.

Nove de cada dez micro e pequenas empresas que prestam serviço para beleza, como salões, barbearias, ateliês e estúdios de maquiagem, afirmam ter perdido faturamento por causa das medidas de isolamento social. A perda média do faturamento foi de 57%. Conforme enquete, 62% das micro e pequenas empresas do segmento de beleza descrevem que interromperam o funcionamento temporariamente e 5% encerraram em definitivo.

Os dados são descritos na 3ª edição da pesquisa sobre o impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios, feita pelo Sebrae via internet entre 30 de abril e 5 de maio. As atividades do segmento de beleza são feitas essencialmente de forma presencial, que foram proibidas em muitas cidades enquanto o vírus da covid-19 circula.

Apesar do impacto na ampla maioria dos estabelecimentos, apenas 4% assinala ter feito demissões, isso porque o recrutamento da mão-de-obra no segmento não implica em vínculo empregatício – é feito principalmente por meio de contrato de parceria, conforme previsto na Lei 13.352/2016.

Não se sabe, no entanto, quantos parceiros que estavam ocupados no corte e pintura de cabelos, manicure e pedicure, e depilação tiveram que recorrer ao auxílio emergencial do governo federal.

Os efeitos no faturamento também podem estar subestimados. Uma grande parte do serviço é prestada por empreendimentos na informalidade. “Uma vez em Paraisópolis [zona sul de São Paulo] contou-se 8 mil portas de serviço beleza”, lembra Andrezza Torres, analista de Competitividade do Sebrae.

Problema de caixa e aluguel

A inatividade do setor trouxe dificuldades de caixa para microempreendedores que têm negócio formal, como Denílton Delfino, dono de um pequeno salão há três na Asa Norte, em Brasília (DF).

“Estamos há mais de 100 dias nessa situação, e eu não tive resposta [de renegociação] dos fornecedores [de produtos usados no salão] e nem do dono do imóvel [onde fica o estabelecimento]”, reclama o empresário que atendia até sete pessoas por hora aos sábados – dia de maior movimento.

Um pouco mais de sorte teve a empresária Marina Portela, dona de um ateliê de beleza no bairro de Petrópolis, em Natal (RN). Ela conseguiu renegociar por duas vezes o custo do aluguel, e teve uma baixa de 30% com esse gasto. Seu negócio reabriu as portas no último dia 1º. A volta à atividade traz algum alívio para Portela. Ela sabe que não poderá ter o mesmo volume de atendimento e parte dos serviços que presta está parado como o de maquiagens para eventos, como casamentos, pois continuam as restrições às aglomerações.

Para diminuir os impactos negativos do novo coronavírus, a empresária conta que cortou gastos no dia a dia e teve que “reinventar”. Vendeu voucher (vale) para atendimento futuro de clientes, orientou parceiras que trabalhavam exclusivamente com maquiagem a se prepararem para outras atividades do ateliê, e fez busca ativa de clientes. “Liguei para todo mundo e usei as redes sociais para avisar da reabertura”.

De acordo com Andrezza Torres, do Sebrae, a reinvenção tem sido notada em vários relatos de microempresários. Segundo ela, alguns salões estão ensinando aos clientes a cuidarem e pintarem o cabelo em casa, “com a tonalidade certa”, por meio de teleconferências, outros estabelecimentos revendem produtos e orientam a aplicação. “Alguns salões conhecem seus clientes e sabem que descolorante, xampu, condicionador ou creme precisam”, salienta.

Salão de beleza: novos custos e biossegurança

Além de não poder retomar em 100% os atendimentos, os salões de beleza terão novos custos – como a disponibilização de equipamentos de proteção individual (EPI) para os parceiros, álcool em gel, e a aquisição de tapetes sanitizantes e até termômetros a laser.

Para ajudar a retomada segura das atividades, o Sebrae produziu uma lista de orientações de biossegurança para o segmento de beleza. Há dicas desde o “agendamento consciente”, para evitar aglomerações, até o cuidado com higienização para proteger a saúde de quem trabalha no estabelecimento e dos clientes que vão cuidar da aparência e da autoestima.

Todo o segmento da beleza no Brasil, que inclui os salões, lojas, indústria de produtos cosméticos, tem cerca de 1,2 milhão de empresas formais e 4 milhões de pessoas ocupadas – não necessariamente empregadas com carteira de trabalho.

Em 2018, apenas a indústria de cosméticos, perfumaria e higiene faturou R$ 109 bilhões no Brasil, o que coloca o país no quatro lugar no consumo global. Nesse caso, a vaidade é uma virtude.

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