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Corpo de jogador é achado sendo devorado por tubarões na Austrália

Eric Birighitti, de apenas 21 anos, tinha desaparecido no mar alguns dias antes. Atualmente, o atleta estava atuando no St. Thomas Aquinas, dos EUA

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Uma tragédia abalou o futebol nos últimos dias. Desaparecido desde o dia 2 de janeiro, o corpo de Eric Birighitti foi encontrado nas águas da costa australiana na última semana

Revelação em ascensão no futebol, o jovem de 21 anos estava na praia de Twilight, na Austrália, quando foi levado pela correnteza e sumiu no mar

Alguns colegas ainda tentaram resgatar o atleta, mas não tiveram sucesso. Dias depois, testemunhas viram o corpo de Eric sendo devorado por tubarões e comunicaram as autoridades, que realizaram o resgate

Alguns colegas ainda tentaram resgatar o atleta, mas não tiveram sucesso. Dias depois, testemunhas viram o corpo de Eric sendo devorado por tubarões e comunicaram as autoridades, que realizaram o resgate

Porém, Mark não era a única inspiração para o primo morto. Seu avô, John Birighitti, era italiano, mas trabalhou como treinador por 40 anos na Austrália

Em um jogo de lendas do Manchester United contra um selecionado da colônia italiana do país, ele treinou o lendário Bobby Charlton, feito relembrado com orgulho pela Associação de Treinadores da Austrália Ocidental

O jovem vivia nos Estados Unidos por conta dos estudos e da carreira no futebol. Antes de se transferir para o St. Thomas Aquinas, de Nova York, Birighitti jogava pelo Hastings College, no Nebraska

Com a equipe, conquistou o campeonato nacional da NAIA, segunda organização mais importante das faculdades norte-americanas, atrás da NCAA, em 2016

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Brasileiros beneficiados pelo Bolsa Atleta participam dos Jogos Olímpicos de Inverno na Suíça

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Delegação brasileira conta com 12 atletas participando da competição; cinco recebem o investimento federal

delegação brasileira que disputa os Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude, em Lausanne, na Suíça, conta com 12 atletas, em competição até o próximo dia 22. Desses, cinco são contemplados pelo programa Bolsa Atleta, programa do Governo Federal de patrocínio individual. São três competidores na categoria Nacional, um na Internacional e um na Atleta de Base.

Na categoria Nacional, recebem a bolsa as atletas Taynara da Silva (biatlo e esqui cross-country), Eduarda Ribera (esqui cross-country) e Noah Bethonico (snowboardcross), enquanto Rhaick Bonfim (esqui cross-country) é contemplado com a Internacional. Larissa Brito Cândido, do skeleton, recebe como Atleta de Base pelo atletismo. 

Segundo o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Emanuel Rego, o incentivo é destinado ao desenvolvimento do esporte como um todo. “A nossa missão é favorecer o maior número de modalidades, para que possam chegar ao alto rendimento. Um evento grande como os Jogos Olímpicos da Juventude, que têm o papel de preparação olímpica, eu acredito que seja um modelo de investimento de futuro”, explica.

Tóquio 2020

Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que ocorrerão em julho de 2020, o Brasil será representado por 152 atletas, 36 já estão confirmados e, destes, 34 recebem o Bolsa Atleta.

Caio Bonfim, que pertence ao grupo de Alto Rendimento e é medalhista na modalidade de Marcha Atlética em mundiais e em Jogos Pan-Americanos, vai para sua terceira Olimpíada. Ele recebe auxílio do programa e garante que sem esse apoio não chegaria onde chegou. “A gente treina, se dedica, mas precisamos de estrutura e o Bolsa Atleta traz isso. Você pode investir no seu esporte, pode se dedicar ainda mais com suplementação, viagem, calçado. O programa te dá esse suporte para você conseguir fazer o que você ama”, disse.

O Bolsa Atleta foi criado em 2005 e é o maior programa do mundo de patrocínio direto ao competidor. O programa já concedeu quase 70 mil bolsas para 27 mil atletas, com investimentos que superaram R$ 1 bilhão de reais. A inscrição no programa deve ser feita pelo site esporte.gov.br. Lá, o interessado encontra os pré-requisitos para participar do programa, a legislação aplicável e os editais, onde são publicadas as listas dos atletas que atendam os requisitos. 

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Contratação de atleta surda pelo Palmeiras abre as portas da inclusão

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Contratação de atleta surda pelo Palmeiras abre as portas da inclusão

As regras do futebol de surdos, seja do futsal ou futebol de campo, são idênticas ao do futebol de ouvintes. A única diferença está na arbitragem. Tanto o árbitro como os auxiliares usam bandeiras e apitos. As bandeiras sinalizam as indicações, como faltas, escanteios e pênaltis, para os atletas. Já os apitos mostram o que foi marcado para o público em geral.

O Brasil é um dos protagonistas nas duas modalidades. Em 2015, foi vice-campeão mundial de futsal na Tailândia. Em 2017, o time conquistou a medalha de bronze na Surdolimpíada, disputada na Turquia. No ano passado, a equipe brasileira foi campeã mundial de futsal em torneio disputado na Suíça.

Stefany Krebs tem sido um nome constante na equipe brasileira de surdos desde os 15 anos. Ela se sagrou campeã de torneios nacionais e internacionais, tendo como principais títulos um Interclubes (2016, pela Associação de Brasília), um Sul-Americano (2013) e um Pan-Americano (2014). No título mundial na Suíça, ela foi eleita a melhor jogadora até 21 anos e anotou seis gols.

A contratação de ‘Tefy’ pelo Palmeiras está inserida no contexto de inclusão dos surdos no esporte e na sociedade. Nos últimos anos, ganhou força a compreensão da surdez como uma diferença cultural e linguística, com valorização das potencialidades dos surdos. A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi reconhecida como língua oficial brasileira em 2002.

“A contratação da Stefany pelo Palmeiras poderá abrir as portas para outros surdos que buscam seu sonho em atuar nos times profissionais. A visibilidade sobre o Surdodesporto aumentará. A surdez não limita a busca dos sonhos”, diz Josiane Poleski, colaboradora da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS).

Para Roseli Benati, mãe de dois filhos surdos e intérprete de Libras, a única diferença dos surdos está na comunicação. “Com acesso às informações em Libras, o surdo faz qualquer coisa como qualquer um de nós, ouvintes. Dar visibilidade às conquistas dos surdos contribui para melhorar a inclusão social no Brasil. Muitas vezes a sociedade é excludente por falta de conhecimento”, opina.

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