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Internacional

Crise no Líbano: mais ministros renunciam em meio à revolta causada por explosão

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Mais políticos libaneses renunciaram nesta segunda-feira (10), em meio à crise causada pela explosão no porto de Beirute na semana passada, que matou mais de 160 pessoas. As suspeitas de negligência por parte do governo desencadearam protestos no país ao longo do fim de semana.

Nesta manhã, a ministra da Justiça, Marie Claude Najm, anunciou que apresentou sua carta de renúncia do cargo, citando a explosão na capital libanesa. 

O ministro das Finanças, Ghazi Wazni, importante negociador com o Fundo Monetário Internacional (FMI) de um plano de resgate para ajudar o Líbano a sair da crise financeira, também preparou uma carta de renúncia e a levou com ele hoje para uma reunião do gabinete, segundo fontes próximas e a imprensa local.

Além dos dois ministros, dois membros do Parlamento do Líbano, Henri Helou e Paula Yacoubyan, anunciaram sua renúncia, citando também a situação atual do país.

Mais de duas toneladas de nitrato de amônio, um material altamente explosivo, estavam armazenados no porto de Beirute há mais de seis anos, sem as medidas de segurança adequadas. O presidente do Líbano, Michel Aoun, disse que considera como causa da explosão interferência externa, acidente ou negligência.

Com isso, a população, já enraivecida com a crise econômica do país, pressiona pela renúncia de todos os membros do governo.

O gabinete do governo, formado em janeiro com o apoio do poderoso grupo iraniano Hezbollah e seus aliados, se reúne nesta segunda com muitos ministros querendo renunciar, afirmaram fontes ministeriais e políticas.

No domingo, o ministro do Meio Ambiente, Damianos Kattar, e a ministra da Informação, Manal Abdel Samad, deixaram seus cargos. Um dia antes, o primeiro-ministro libanês, Hassan Diab, afirmou que iria propor antecipar as eleições parlamentares.

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Internacional

Trump volta a usar petróleo como argumento para tirar votos de Biden

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Trump veiculou trechos de vídeos de Biden, nos quais o ex-vice-presidente promete uma transição para energias mais limpas nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar o rival na disputa pela Casa Branca, o democrata Joe Biden. Como tem feito em eventos recentes, Trump afirmou durante comício em Martinsburg, na Pensilvânia, que Biden destruiria o setor de energia dos Estados Unidos, prejudicando a produção de petróleo, caso vença a disputa.

Trump veiculou trechos de vídeos de Biden, nos quais o ex-vice-presidente promete uma transição para energias mais limpas nos EUA. O líder republicano argumenta que isso destruirá dezenas de milhares de empregos em Estados cruciais na disputa eleitoral, como a própria Pensilvânia.

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Internacional

Nasa anuncia a descoberta de água na superfície da Lua

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Agência espacial norte-americana realizou um evento online para fazer o anúncio que pode impactar os planos para a missão Artemis em 2024

Nasa, agência espacial norte-americana, anunciou, nesta segunda-feira (26), em uma conferência transmitida ao vivo uma nova descoberta obtida por meio de estudos do Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha (SOFIA, na sigla em inglês): a presença de água na superfície da Lua.

A substância foi detectada em concentrações de 100 a 412 partes por milhão – o equivalente a cerca de uma garrafa de 0,35 litro de água – presa em um metro cúbico de solo espalhado pela superfície da Cratera Clavius, uma das maiores crateras visíveis da Terra, localizada no hemisfério sul da Lua.

“Tivemos indicações de que H2O pode estar presente no lado iluminado da Lua”, afirmou o diretor da Divisão de Astrofísica do Diretório de Missão Científica na Sede da NASA em Washington, Paul Hertz.

“Agora sabemos que está lá. Esta descoberta desafia nossa compreensão da superfície lunar e levanta questões intrigantes sobre recursos relevantes para a exploração do espaço profundo”, completou.

Segundo o especialista, ainda não se sabe, no entanto, se a substância seria acessível.

A descoberta pode ter impacto na missão espacial Artemis, que enviará a primeira mulher à superfície lunar em 2024. O sucesso da missão contribuirá para outras conquistas espaciais como a exploração de Marte, programada para 2030.

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