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Brasil

“Culpa é do PT”, diz ministro da Educação sobre desempenho no Pisa

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Abraham Weintraub reforçou que o exame foi feito em 2018. Brasil ficou em último lugar na classificação em matemática

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, comentou nesta manhã os resultados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) organizado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e reforçou que o exame foi aplicado em 2018.

O Pisa é uma avaliação do desempenho de estudantes de 15 anos em 80 países, incluindo o Brasil, em leitura, matemática e ciências.

“O Pisa foi feito no primeiro semestre de 2018, portanto, não tem nada a ver com o governo Bolsonaro, nem com o Temer”, afirmou. “A culpa dos resultados é do PT.”

Na avaliação, como destacou o ministro, que o Brasil ficou em último lugar em matemática e ciência entre os países na América do Sul. Em leitura, entre os últimos.

“Estamos estagnados mesmo com os investimentos que foram feitos”, avaliou. “A técnica e o formato é ruim, por isso esses resultados tão ruins.”

O exame é realizado a cada três anos e nesta edição a ênfase foi a proficiência em leitura – apenas 2% dos estudantes brasileiros estão acima do nível adequado e 43% estão abaixo do mínimo esperado.

Entre as ações propostas pelo MEC, o ministro informa que está investindo na criação de escolas cívico-militares, em período integral e escolas técnicas. “Em abril deste ano soltamos a política nacional de alfabetização, estamos em reuniões para mudar esse cenário e começamos aplicar isso no Brasil inteiro via internet, estamos conectando as escolas públicas do país”, afirmou o Weintraub. 

Ministro também prometeu a ampliação de vagas em creches e pré-escolas para o próximo ano. 

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Brasil

Amigo secreto? Brincadeira tradicional deve gerar R$ 7,5 bi em consumo

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Você é daquelas pessoas que fogem do amigo secreto (também conhecido como amigo oculto) de todas as formas? Fique sabendo você está desprezando uma importante fonte de receita para a economia.

Quatro em cada dez brasileiros (42% das pessoas) devem participar da brincadeira neste fim de ano, segundo pesquisa realizada em todas as capitais pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). Um ano atrás, essa intenção era de 33%. Se essa previsão for confirmada, o amigo secreto vai movimentar R$ 7,5 bilhões em consumo na economia brasileira.

Quer saber mais sobre o perfil do amigo secreto no Brasil? Veja os resultados da pesquisa:

  • 59% dizem que vão participar porque gostam da brincadeira (é a principal razão citada)
  • 12% dizem que só participam para não serem vistos como antissociais
  • 39% vão participar de dois amigos secretos
  • 72% dos amigos secretos serão entre familiares (é a forma mais comum)
  • R$ 67,70 é o valor médio do presente dos brasileiros neste ano
  • 48% dos que não vão participar dizem que a razão é que não gostam da brincadeira.

Você leu a matéria e ficou animado para chamar os familiares ou amigos para participar da brincadeira? Calma que tem um alerta: “A brincadeira pode ficar cara se o consumidor decidir entrar em todos os amigos secretos do seu círculo de convivência. Vale analisar se esse dinheiro não fará falta no fim do mês, comprometendo assim o pagamento das contas”, orienta José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil.

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Brasil

“Pensei que ela não iria sobreviver”, diz mãe de bebê que nasceu com 560g

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Ellen Cristina Aguiar mora em Jundiaí (SP) e tinha dois filhos adolescentes quando engravidou de uma menina. Por estar com 35 anos, foi alertada pelos médicos de que poderia ter complicações, mas assistiu à gestação avançar saudável e sem grandes incômodos, a não ser enjoos. Foi somente aos cinco meses que os profissionais desconfiaram de que algo não corria bem: após alguns exames, foi constatado que Ellen sofria de uma síndrome rara e que seu parto precisaria ser feito imediatamente. Com a notícia, a mãe confessa que tinha poucas esperanças de que a bebê pudesse sobreviver. Mas sua filha Isabella contrariou as expectativas: veio ao mundo em abril deste ano, com 560 g, e foi considerada a menor bebê a nascer na história do Hospital Universitário de Jundiaí. Precisou passar mais de 100 dias na UTI, mas se recuperou. Hoje, ao ver a filha saudável com 8 meses de vida, pesando 6 kg, Ellen relembra com emoção a história:

Sonho realizado

“Quando engravidei pela terceira vez, já era mãe de dois meninos: um de 18 e outro de 15 anos. Sempre tive o sonho de ter uma menina, por isso eu e meu marido ficamos felizes com a novidade. Por outro lado, ficamos surpresos, era uma gestação não planejada. Por eu estar com 35 anos, a médica responsável pelo pré-natal me avisou de que poderia enfrentar complicações. Apesar disso, tudo foi se desenrolando normalmente nos primeiros meses, com exceção de alguns enjoos que sentia”.

Quando tudo mudou “No quinto mês tive uma dor de estômago forte e que não passava. Até então trabalhava como manicure, mas com os problemas de saúde saí do emprego. Precisei fazer diversos exames e foi assim que os médicos descobriram que eu estava sofrendo com a Síndrome de Hellp, uma condição grave e que coloca em risco a vida da mãe e do bebê. Foi uma surpresa para mim e para a equipe. Se estivesse somente com pressão alta, poderia dar prosseguimento à gravidez através de um tratamento. Mas com a síndrome, isso era impossível. Eu precisaria fazer uma cesariana e interromper a gestação imediatamente”.

Esperando pelo pior “Na minha cabeça, seria quase impossível que Isabella sobrevivesse. Com tão pouco tempo na barriga, pensava que ela não estaria formada. Estava me preparando para o pior. Antes da cirurgia, tomei uma injeção para ajudar no processo de amadurecimento do seu pulmão e fui informada pela equipe de que não poderia vê-la logo em seguida — e assim aconteceu. O único que a viu depois da cesárea foi meu marido. Eu mesma só a conheci três dias depois”.

Choque inicial “Quando a conheci, fui até a incubadora, mas não podia tocá-la. Ao ver seu corpinho pequeno e magro, saí correndo de volta para o quarto. Levei até uma bronca da enfermeira, pois estava com pontos da cirurgia e não podia me movimentar daquela forma. Mas eu só queria deitar e chorar. O sentimento durou por algum tempo. No local em que a minha filha estava, havia outros bebês, bem mais gordinhos do que ela. Às vezes, esses bebês não resistiam. Por isso pensava todos os dias: ‘Será que hoje vai ser a vez da minha filha?’. A própria médica dizia que precisávamos pensar nos dias um de cada vez”.

Tempo e resistência “Em menos de uma semana, recebi alta. Porém ia ao hospital todos os dias para visitar minha bebê. Chegava cedo e só voltava de noite. Foi um período desgastante porque passava todo o tempo sentada em uma cadeira ao lado da incubadora. Quando ela estava com um pouco mais de 1 kg fui autorizada a pegá-la no colo pela primeira vez. Ainda tinha medo de que algo pudesse acontecer, mas já me sentia mais confiante. Toda a minha família estava em oração para que ela se recuperasse e foi exatamente o que aconteceu. Pouco a pouco ela foi ganhando peso. Depois de 102 dias internada, chegou aos 2,21 kg e nós tivemos alta”.

Aprendizados

Ellen e a filha, que nasceu prematura aos cinco meses - Acervo pessoal

“Hoje entendo que a Isabella chegou para ser minha companheira, ela é um presentinho que ganhei. Está saudável, não teve sequelas. Meu maior aprendizado foi entender que tudo é possível. Deus é capaz de qualquer milagre. Eu recebi o meu”.

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