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Política e Governo

Deputado Freitas é o novo líder de Casagrande na Assembleia Legislativa

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O governador Renato Casagrande (PSB) anunciou, na tarde deste sábado (30/11), a troca do líder do Governo na Assembleia Legislativa. O escolhido foi o deputado Freitas (PSB), em substituição a Enivaldo dos Anjos (PSD), que deixa a liderança após dez meses.

O anúncio foi feito pelo próprio governador em suas redes sociais. Quem comunicou a Enivaldo que estava sendo retirado do cargo de líder foi o secretário-chefe da Casa Civil, Davi Diniz.

“Fontes de bastidores apontam que não havia mais clima para manutenção do antigo líder. A reeleição antecipada do atual presidente da Casa, Erick Musso, teria pesado para a decisão. Antes da manobra, o governador teria ligado pessoalmente para Enivaldo para que o líder orientasse a bancada do Governo na Casa a não participar da votação”.

Ainda segundo o site, Enivaldo teria feito “ouvidos moucos”, deixando de repassar a orientação do governador para a bancada governista e concretizando a artimanha executada por Erick e seus aliados mais próximos, entre eles o antigo líder.

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Medicina e Saúde

Sesa apresenta resultados da segunda etapa do Inquérito Sorológico

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Em pronunciamento, na tarde desta segunda-feira (01), o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, e o subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, apresentaram os resultados estatísticos da segunda etapa do “Inquérito Sorológico”, realizada entre os dias 27 e 29 de maio em 19 municípios capixabas.

Nesta segunda etapa, foram realizadas 7.042 testagens entre população sorteada, pessoas que têm contato com o sorteado positivo e de pesquisadores. O estudo aponta uma prevalência de 5,14% da população infectada, o que representa uma estimativa populacional de 206.559 mil pessoas no Estado. Enquanto na primeira etapa, a prevalência foi de 2,1% da população infectada e uma estimativa 84.391 pessoas no Estado.

“São valores que apontam um crescimento exponencial da doença, com uma alta taxa de transmissão no Estado. Esse mesmo fenômeno ocorreu na percepção da interiorização da doença, que saiu de 0,26% para 2,10% de prevalência”, alertou Nésio Fernandes.

O secretário lembrou, mais uma vez, sobre a importância de o estudo ter a projeção da população do Estado. “O estudo não tem validade científica para poder analisar individualmente cada município. O objetivo do Inquérito é projetar a população do Estado”, disse.

A partir do levantamento, segundo o secretário, o Espírito Santo poderá reconhecer com mais precisão o padrão de comportamento da doença em solo capixaba. “Até o presente momento fazíamos as projeções e simulações do comportamento da pandemia com dados de outras localidades. Transcorrido três meses de enfrentamento da doença, e tendo o Inquérito Sorológico, já podemos reconhecer qual o seu padrão comportamental na nossa realidade, com características do nosso Estado. Poderemos refinar ainda mais o conjunto de decisões para o enfrentamento da pandemia”, afirmou Fernandes.

O estudo é realizado pela Sesa e tem apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (HUCAM), Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes), Colegiado de Secretarias Municipais de Saúde do Espírito Santo (COSEMS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para ter acesso à apresentação, clique aqui

Perfil da população testada positivamente

O estudo de prevalência desta segunda etapa aponta que do total dos testes com resultados positivos, 62,3% eram do sexo feminino e 37,7% masculino, e que a faixa etária com mais casos positivos foi a de 21 a 40 anos, com 35,1% dos casos. Do total de pacientes positivos, cerca de 69,5% apresentaram sintomas e 30,5% não apresentaram quaisquer sintomas na evolução do quadro de saúde.

Dos casos sintomáticos, os principais relatados durante a segunda etapa da pesquisa foram: tosse (39,7%); anosmia (37,7%); fadiga (31%) e; febre e mialgia, ambos com 28%. Somente 37,2% dos casos procuraram o serviço de saúde. Além disso, 26,8% dos positivos apresentaram algum tipo de comorbidade e 23% duas ou mais comorbidades.

Cronograma do Inquérito Sorológico:

– Etapa 3

Data: 08, 09 e 10 de junho

Municípios: Afonso Cláudio, Alegre, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Linhares, Nova Venécia, São Mateus, Serra, Vila Velha, Vitória, Aracruz, Barra de São Francisco, Castelo, Guaçuí, Guarapari, Pedro Canário, São Gabriel da Palha e Venda Nova do Imigrante.

– Etapa 4:

Data: 22, 23 e 24 de junho

Municípios: Afonso Cláudio, Alegre, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Linhares, Nova Venécia, São Mateus, Serra, Vila Velha, Vitória, Baixo Guandu, Conceição da Barra, Ecoporanga, Iúna, Marataízes, Santa Maria de Jetibá, Sooretama e Viana.

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Política e Governo

Artigo: Na pandemia também florescem os oportunistas

Publicado

Por Antonio Tuccílio,

presidente da Confederação Nacional dos Servidores Públicos (CNSP)

Há otimistas que defendem que após a pandemia de Covid-19 a humanidade vai melhorar. Acreditam que esse momento de dificuldade nos levará a questionar e refletir sobre a vida e que, por isso, sairemos da pandemia mais solidários e empáticos. Porém, enquanto brasileiros honestos agem em benefício dos mais necessitados, há também os oportunistas, principalmente os da classe política, que se aproveitam para aumentar impostos.

Um exemplo é o Projeto de Lei 250/2020, que dispõe sobre o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).

Esse PL é de autoria dos deputados estaduais Paulo Fiorilo e José Américo, ambos do PT/SP, e, se aprovado, permitirá que a alíquota do ITCMD (que hoje é de 4%) chegue a 8% do valor. A justificativa para a proposta é enviar mais recursos para a saúde.  O brasileiro morre, talvez pelo coronavírus, e sua família ainda precisará pagar o dobro de imposto em um futuro próximo. Beira o desumano.

Esse aumento por si só não tem justificativa, mas o que chama a atenção é o surgimento dessa proposta durante uma pandemia, enquanto milhares de brasileiros perdem seus empregos, a estabilidade emocional e seus familiares. Até o momento, mais de 12 mil já partiram.

Quem dera esse fosse apenas um caso isolado. Recentemente, a pedido do Estado de São Paulo, o TJ-SP suspendeu os pagamentos de precatórios por 180 dias. Há uma longa fila para recebimento e muitos casos já duram 17 anos. São Paulo e vários outros estados não arcam com suas dívidas e ainda se aproveitam da doença para ganhar mais tempo. Enquanto isso, o cidadão – que espera seu precatório há décadas e que, mais do que nunca, precisa receber o que lhe é devido – fica a ver navios.

Com ou sem pandemia, oportunistas sempre vão existir. A humanidade já passou por doenças terríveis e cá estamos nós: sobrevivendo aos mandos e desmandos dos poderosos, assistindo casos de corrupção estampados no noticiário nacional e tendo de lutar contra cortes de salários e projetos de leis criados por quem deveria nos ajudar, mas que usa seus cargos – bem remunerados, vale lembrar – para nos prejudicar.

Já disse diversas vezes e reforço que se políticos têm a real intenção de contribuir, que comecem cortando seus próprios benefícios. Que sejam exemplo daquilo que querem aparentar ser.

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