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Brasil

Deputados de oposição querem a saída de Weintraub do Ministério da Educação

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Cerca de vinte deputados e dois senadores de vários partidos de oposição apresentaram nesta quarta-feira (5), no Supremo Tribunal Federal (STF), denúncia em que acusam o ministro da Educação, Abraham Weintraub, de crime de responsabilidade. O grupo é liderado pelos deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES), que foram a coordenadora e o relator de uma comissão externa da Câmara que apontou falhas nas políticas públicas geridas pelo MEC.

Em coletiva à imprensa, Rigoni explicou que a denúncia se baseia em dois eixos principais. O primeiro diz respeito a infrações político-administrativas, que teriam ferido os princípios da eficiência, da transparência e da impessoalidade. “O ministro da Educação resolve o problema de uma pessoa que reclama, no Twitter, que a prova dela do Enem estava errada. Enquanto isso, todos os outros que enviaram e-mails para o Inep ou não tiveram suas provas corrigidas são prejudicados nas inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu)”, exemplificou.

O parlamentar listou outras algumas ações do ministro que, segundo Rigoni, teriam relação com essas infrações, como problemas no Exame Nacional do Ensino Médio e a falta de empenho de R$ 1 bilhão recuperados pela Operação Lava Jato e que seriam destinados à Educação. A quantia que deixou de entrar nos cofres do MEC corresponderia a 17 vezes o que foi gasto com creches em 2019.

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Decoro
Tabata Amaral acrescentou que o segundo eixo de denúncias diz respeito à quebra de decoro. Ela citou como motivos xingamentos feitos pelo ministro da Educação a cidadãos via redes sociais e o desrespeito a parlamentares quando vem ao Congresso. A parlamentar informou que, além da mobilização de deputados e senadores, um abaixo-assinado vai colher assinaturas da população em apoio à demissão de Abraham Weintraub.

“Que a população se mobilize, se una a nós, para que quem sabe – e me resta essa esperança – o presidente da República entenda a gravidade da situação e sequer dependa desse julgamento do STF, mas tome a decisão, ele mesmo, de trocar o ministro da Educação”, declarou Tabata.

Governo
Vice-líder do governo na Câmara, o deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) rebateu as críticas e disse que “a oposição está incomodada pela revolução feita pelo ministro na área da Educação”.

Jordy lembrou problemas ocorridos no Enem em governos anteriores. “Nós tivemos vazamento de gabaritos e a questão ideológica, que fazia com que o aluno fosse obrigado a registrar a sua forma de pensar de acordo com a cabeça do examinador, simplesmente para não reprovar”, comentou. “Agora, por ser o presidente Bolsonaro e o ministro Abraham, a oposição quer atacá-los e dizer que este foi o pior Enem, o que não é verdade.”

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Brasil

Rio de Janeiro tem cinco casos em investigação do novo coronavírus

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Boletim da última quarta-feira (26) aponta duas pessoas sendo monitoradas na capital, outras duas em Niterói e uma em Nova Iguaçu, na Baixada

A SES-RJ (Secretária Estadual de Saúde) divulgou na última quarta-feira (26) que está investigando cinco casos suspeitos do novo coronavírus em todo o Estado. A doença, batizada de Covid-19, tem duas pessoas sendo monitoradas no Rio de Janeiro, duas em Niterói, na região metropolitana, e uma em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

O último caso suspeito foi identificado justamente em Nova Iguaçu, em uma paciente de 49 anos. A mulher, que não teve a identidade divulgada, chegou ao Hospital Geral da Posse com um quadro de febre, coriza e tosse, sintomas da Covid-19.

Ainda em nota, a Prefeitura de Nova Iguaçu declarou que nesta quinta-feira (27) a residência da família da paciente será visitada “para que os familiares e pessoas que tiveram contato com ela sejam orientados como proceder até que o diagnóstico” seja apresentado.

A SES-RJ reiterou que não há nenhum caso do novo coronavírus confirmado no Estado e pediu para a população não se alarmar. A secretaria também relembrou a importância de cuidados básicos, como lavar frequentemente as mãos, proteção de nariz e boca ao espirrar e tossir, além da utilização de álcool em gel.

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Brasil

Anvisa reforça monitoramento após confirmação do primeiro caso de conoravírus no Brasil

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Caso positivo foi notificado no estado de São Paulo. Trata-se de um homem de 61 anos, com histórico de viagem à Itália

Após confirmação do primeiro caso de coronavírus no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acionou medidas de segurança e prevenção. A agência solicitou à companhia aérea a lista de passageiros que estavam no mesmo voo do passageiro com resultado positivo para conoravírus. Além disso, aumentou o monitoramento dos voos internacionais provenientes de países onde há casos confirmados da doença.

A lista dos passageiros será encaminhada para o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) investigar uma possível transmissão do vírus (Covid-19) entre o caso confirmado nesta quarta-feira (26) e os demais passageiros.

O caso foi identificado em São Paulo. Trata-se de um homem de 61 anos que deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein, nessa terça-feira (25), com histórico de viagem para Itália, região da Lombardia.

Prevenção

A Anvisa reforça: se você esteve nos países com casos confirmados e apresentar febre, tosse, dificuldade em respirar ou outros sintomas respiratórios, procure atendimento médico de imediato e informe ao profissional de saúde a viagem feita para o exterior.

Casos suspeitos

Até o momento, o Ministério da Saúde monitora 20 casos suspeitos de infecção pelo coronavírus em sete estados brasileiros: Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Ao todo, outros 59 casos suspeitos já haviam sido descartados após exames laboratoriais apresentarem resultados negativos para o coronavírus.

Para manter a população informada a respeito do coronavírus, o Ministério da Saúde atualiza, diariamente, os dados na Plataforma IVIS, com números de casos descartados e suspeitos, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação à situação epidemiológica.

Com informações da Anvisa

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