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Agenda Norte

Editais abertos para entidades que promovem ensino musical

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A Secretaria da Cultura (Secult) está com dois Editais de Chamamento Público abertos para entidades que promovem o ensino musical. O objetivo é fortalecer e ampliar as bandas civis do Estado, tornando mais abrangente o acesso ao aprendizado musical, por meio de aulas gratuitas.

Os editais são resultado de um trabalho que abraça diversos territórios e possibilita maior acesso à prática e ao desenvolvimento musical em todo Estado.

Quais kits estão disponíveis?

Edital 001 – Seis unidades do Kit 1 composto de 15 instrumentos divididos assim: 1 Contrabaixo, 2 violas, 9 violinos, e 3 violoncelos.
Edital 002 – Seis unidades do Kit 2 composto de 33 instrumentos divididos assim: 1 teclado e 32 violões;
Edital 002 – Quatro unidades do Kit 3 composto de 34 instrumentos divididos assim: 1 teclado e 33 violões

Conheça os dois editais: 

Edital 01/2019

Leia o Edital e os anexos AQUI.

Edital 02/2019

Leia o Edital e os anexos  AQUI.

Para participar:

As organizações da sociedade civil que pretendem participar dos editais deverão apresentar um Plano de Trabalho com um conjunto de ações, atividades e/ou oficinas que beneficiem crianças, adolescentes e jovens, por meio de aulas teóricas e práticas. Para se inscrever, a entidade deverá seguir as condições estabelecidas nos Editais divulgados no site da Secult.

Para serem reconhecidas como organizações da sociedade civil e que possam, consequentemente, se inscrever em parcerias como as dos editais de chamamento, as entidades devem estar inseridas nas regras do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Mrosc) – Lei nº 13.019/2014. A lei estabelece um conjunto de princípios para as parcerias realizadas entre o Poder Público e as organizações não governamentais, reconhecendo, assim, as atividades das entidades privadas sem fins lucrativos. 

Para mais informações, acesse o site da Secretaria Especial do Desenvolvimento Social, do Ministério da Cidadania.

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Agenda Norte

Cena de parte de uma vida – Amigos do Rio / Boas lembranças

Publicado

 

Por João Maria Menezes

Era uma vez no Rio de Janeiro (anos 60/70), alguns amigos tinham o hábito de se reunirem para jogar bola no Aterro do Flamengo. A minha turma era composta por Paulo, Jesus Frazão (Tatá), Valnês (Gaúcho), Elias Nunes. As vezes chegávamos pela manhã e só retornávamos para nossas casas ao anoitecer. Isso que era “fome de bola”. Somente o Paulo Roberto (Borges) era da Zona Sul, mais precisamente de Copacabana, era o mais abastado da turma, mas isso não o fazia melhor e nem metido. Nosso time era “quase” imbatível, apesar de jogarmos futebol de salão (hoje é Futsal) contra adultos, tínhamos 14/15 anos. Existia entrosamento, mesmo que cada um torcesse para times diferentes. Eu Flamengo, Elias e Tatá Botafogo, Valnês, Grêmio e Flamengo e Paulo Roberto, Fluminense e que gozava todos nós. E até podia porque o tricolor carioca estava em evidência.

As quadras do Aterro do Flamengo ficavam muito perto das pistas de alta-velocidade e era muito comum o Valnês chutar a bola em direção às pistas e um carro furá-la. Paulo, bem-humorado e para implicar, dizia que o chute do Valnês nunca ia em direção ao gol, mas acertava o Hotel Novo Mundo e o Palácio do Catete do outro lado das pistas. Um absurdo, mas era a forma de gozar o amigo. A gente brincava com o Gaúcho, que era, apesar disso, quem nos defendia em qualquer confusão.

No nosso meio não existiam drogas, bebidas alcóolicas, cigarro. Saudade dessa época é uma palavra que bem define esses momentos inesquecíveis, das idas ao Maracanã, dos passeios a Paquetá, à praia, a eventos de nossa idade. Éramos jovens, todos estudantes onde os sonhos estavam nascendo, época em que a Cidade Maravilhosa era tranquila e fazia festa nas suas praias, Carnaval e um povo pacífico. Saudade dessa época é uma palavra que bem define esses momentos.

O esporte fazia parte de nossas vidas, mas os estudos também. Nos reuníamos para estudar em grupo para cumprir as tarefas escolares. Momentos marcantes que levaremos por toda a vida, como aprendizado. A bola era a desculpa para estarmos reunidos, não havia cansaço que fizéssemos desistir nem dos amigos, dos encontros e nem de marcar outro encontro para a prática do futebol. Quando terminávamos os jogos, já marcávamos outra data.

Tempos depois fui para São Paulo, me casei, tive dois filhos (hoje tenho dois netos) e acabei vindo morar no Rio Grande do Norte. Paulo foi para a terra dos seus familiares, Espírito Santo; os outros tentei buscar por onde andam, mas não consegui. Soube que o Tatá foi morou em São Mateus. Aliás, consegui descobrir o Paulo acessando o Jornal do Norte.

Com esse pequeno e humilde texto, quero apenas enaltecer a importância da amizade que me marcou a minha vida.

Obrigado aos amigos que fizeram parte da minha história. Abraços e saudações.

João Maria – Parnamirim/RN

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