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Espírito Santo fecha participação nas Paralimpíadas Escolares com 68 medalhas

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O Espírito Santo fez bonito nas Paralimpíadas Escolares, competição encerrada nesta sexta-feira (22), em São Paulo (SP). Ao todo, o Estado conquistou 68 medalhas, sendo 39 de ouro, 19 de prata e 10 de bronze. Cinquenta e sete atletas, em uma delegação total de 101 pessoas, que incluiu também técnicos e guias, estiveram na capital paulista representando o paradesporto escolar capixaba.

As medalhas vieram através das seguintes modalidades (veja a lista completa no fim do texto): atletismo, natação, tênis de mesa e vôlei sentado. Os capixabas ainda participaram das disputas de badminton, bocha e tênis em cadeira de rodas. Entre os 27 estados do País que estiveram na disputa, o Espírito Santo terminou na nona colocação geral, na soma dos resultados obtidos entre todos os esportes. 

Realizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (CPB), a competição é considerada a maior do mundo para crianças e adolescentes com deficiência em idade escolar. E, mais uma vez este ano, grandes talentos foram revelados ou se destacaram. Como, por exemplo, o nadador Breno Costa. Entre os capixabas ele foi o que mais conquistou medalhas de ouro, sendo quatro no total, nas provas dos 100m medley, 50m borboleta, 50m livre e 50m peito, pela classe S12 (baixa visão).

Aos 14 anos e tendo sido contemplado este ano pelo programa Bolsa Atleta do Governo do Estado, Breno foi um dos diversos convidados para participar do projeto Camping Escolar Paralímpico, que será organizado no início de 2020 pelo CPB para treinar jovens que se destacaram na competição.

“Será um passo para que eu tente uma vaga na seleção brasileira. Por isso, foi muito importante ter realizado este bom desempenho aqui nas Paralimpíadas. Na minha primeira edição, em 2017, já havia conquistado três ouros. Agora consegui mais um”, comentou Breno, que é morador de Guarapari e estuda na escola Maxime.

O secretário de Estado de Esportes e Lazer, Júnior Abreu, que acompanhou a cerimônia de abertura e o primeiro dia de competição, na última quarta-feira (20), fez um balanço da participação capixaba:

“Na edição de 2018 voltamos para casa com 39 medalhas, sendo 19 de ouro. Ou seja, chegamos perto de dobrar o nosso número de pódios. Porém, mais importante que as medalhas é ver que estamos dando oportunidades a esses estudantes de participar de um evento tão grandioso, que reuniu os 27 estados do Brasil e cerca de 1.220 atletas, promovendo inclusão e sociabilidade”, comentou. 

Confira a lista completa de todos os medalhistas:

Atletismo

Ouro

– Analy Vitórya (2) – arremesso de peso e pelota – F41

– David Gabriel  – 1000m – T21

– Davi Henrik (3) – 60m, 150m e arremesso de peso – T54 e F55

– Emilly Borges – arremesso de peso – F33

– Erika Targino – lançamento do dardo – F55

– Jorge Luiz da Conceição (3)  – lançamento do dardo, arremesso de peso e disco – F55

– Julia Placidino (3) – lançamento de peso, disco e do dardo – F40

– Lucas Otacílio (3) – 60m, salto em distância e 150m – T38

– Monik Beatriz (3) – arremesso de peso, lançamento de disco e club – F32

– Nicolly Louzada (3) – 60m, 150m e salto em distância – T47

– Sara Lourenço – arremesso de peso – F21

– Weller Alvarenga (3) – 75m, 250m e salto em distância – T37

– Wendel Sabino – 150m – T20

Prata

– Davi Henrik (2) – 60m e 150m – T54

– Erika Targino (2) – arremesso de peso e lançamento de disco – F55

– Gabriela Pinto – 250m – T21

– Gustavo Soares (3) – 75m, 250m e 1000m – T54

– Lavínnya Pereira (2) – 150m e pelota  – T11 e F11

– Mayara Santos – 1000m – T20

– Quezia Pontara – arremesso de peso – F21

– Sara Lourenço – salto em distância – T21

– Wendel Sabino (2) – salto em distância e 800m – T20

Bronze

– Evellin Santana – 400m –T20

– Gabriel Gama – arremesso de peso – F21

– Lavínnya Pereira – 60m – T11

– Mayara Santos – 250m – T20

– Paulo Roberto Sousa – 400m – T21

– Quezia Pontara – 150m – T21

 

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Natação

Ouro

– Ana Luiza Tetzner  – 25m livre – S12

– Breno Costa (4) – 100m medley, 50m borboleta, 50m livre e 50m peito – S12

– Felipe Vidoto (2) – 25m costas e 25m livre – S7

– Ikaro Nunes  – 100m peito  – S9

– Otávio Germano (3) – 25m costas, 25m livre e 25m peito – S14

Prata

– Ikaro Nunes (3) – 200m medley, 100m costas e 50m livre – S9

Bronze

– Ikaro Nunes – 100m livre – S9

 

Tênis de Mesa

Bronze

– Maria Eduarda Sacramento – individual – classe 11

– Maurício Ferreira (2) – dupla e individual – classe 5

 

Vôlei Sentado

Prata

– Seleção Capixaba

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Diego Maradona morre aos 60 anos, após parada cardiorrespiratória

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Maior jogador da história do futebol argentino, Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira, aos 60 anos, após uma parada cardiorrespiratória. Um dos grandes da história do esporte e maior ídolo do futebol argentino, o astro sofreu o mal súbito no fim da manhã, quando ambulâncias foram chamadas à sua casa, onde se recuperava de uma cirurgia no cérebro. O ex-jogador, porém, não resistiu, tendo sua morte confirmada pela imprensa argentina e pela TV pública do país no começo da tarde.

Maradona já havia preocupado os fãs no começo do mês, quando foi internado às pressas, com sintomas de anemia. Na época, foi descoberta uma pequena hemorragia no cérebro, e o ex-jogador precisou passar por uma cirurgia para drená-la. Após mais de uma semana de internação, ele recebeu alta no dia 12 de novembro e teria ficado em casa no período.

Campeão mundial com a Argentina em 1986, Maradona teve sua carreira marcada pela genialidade em campo e pelas polêmicas fora dele. O camisa 10 defendeu a seleção em 91 jogos, atuando em quatro Copas do Mundo: 1982, 1986, 1990 e 1994. No Mundial dos Estados Unidos, viveu um dos piores momentos de sua trajetória, quando foi pego no exame antidoping ainda na primeira fase da competição.

Nos clubes, sua trajetória começou no Argentinos Juniors, onde brilhou e ganhou uma chance no Boca Juniors, seu time do coração. De lá, rumou para o Barcelona e depois para o Napoli, onde viveu um caso de amor com a torcida e fez história com a conquista do título italiano. Após passagens por Sevilla e Newell’s Old Boys, Maradona encerrou sua carreira no Boca, em 1998, e passou a ser figura comum em jogos na Bombonera.

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Mike Tyson provoca Roy Jones Jr. antes de duelo: “É melhor estar pronto”

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A três dias da esperada luta entre os veteranos, Tyson esquentou ainda mais o clima ao provocar o forte adversário, que respondeu: “Só perdi (lutas anteriores) porque não estava interessado”

A contagem regressiva para a luta deixa ainda mais claro que o confronto não será apenas uma simples exibição. A lenda Mike Tyson provocou o também veterano Roy Jones Jr. em post em sua página no Twitter, três dias antes do esperado duelo entre os americanos.

– Os números não mentem. Os odiadores estão furiosos por não conseguirem números como estes. Sábado é o acerto de contas. É melhor você estar pronto – escreveu Tyson.

No post, Tyson cita uma matéria que aponta o recorde de vendas de pay-per-views antecipados da luta deste sábado. Mas, apesar de tirar vantagem em relação aos números, nenhum dado oficial foi apresentado de fato pela organização até aqui.

Roy Jones Jr. rapidamente respondeu a seu adversário, afirmando que está preparando para luta e que vencer o duelo é um grande desejo.

– Cara, isso é o que eu faço. Eu só perdi [lutas anteriores] porque não estava interessado. Esta aqui está na lista de desejos. Acho que não estou pronto, quando estou. Vejo você no sábado – respondeu.

Eles passaram os últimos meses exibindo vídeos dos treinamentos e trocando farpas, no entanto, a luta pode ser perigosa. Roy Jones completou 51 anos e Tyson, de 54, está parado há 15 anos.

Irineu Loturco, doutor em treinamento esportivo, afirma que um soco de um boxeador peso-pesado, por exemplo, pode atingir a cabeça do rival com um impacto equivalente a 450 quilos. Ciente dos riscos, Roy Jones Jr. já até considerou o risco de morrer durante a luta.

Fora dos ringues, Tyson coleciona polêmicas e já foi preso por estupro

O adolescente problemático se transformou em uma lenda do boxe. Com apenas 20 anos, Mike Tyson tornou-se o mais jovem campeão mundial dos pesos pesados e construiu um cartel impressionante ao longo da carreira. Foram 58 lutas, 50 vitórias e 44 delas por nocaute. Mas a trajetória do boxeador também foi marcada por muitas confusões, polêmicas e crimes. Em 1992, foi condenado a seis anos de prisão por abusar sexualmente da miss Desiree Washington. Cumpriu metade da pena e foi liberado em março de 1995 devido ao bom comportamento.

Após ser solto, Tyson voltou a lutar e vencer. Pouco tempo depois, em 1997, protagonizou um dos episódios mais agressivos da história do boxe ao morder a orelha de Holyfield durante uma luta, sendo desclassificado e banido por um ano das competições. Fora dos ringues, seguiu tendo passagens pela polícia por acusações de agressões e porte de drogas. Um desses episódios foi no Brasil, em 2005, quando agrediu um cinegrafista e foi detido. Neste mesmo ano, depois de duas derrotas, se aposentou do boxe.

Agora, 15 anos depois, Tyson está prestes a retornar aos ringues, na luta contra Roy Jones Jr, neste sábado.

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