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Ex-vascaíno cobre tatuagem da cruz-de-malta com escudo do Flamengo: ‘Feliz’

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Para atestar que a decisão de torcer pelo Flamengo era para valer, um ex-torcedor do Vasco, de 32 anos, cansado com derrotas, cobriu sua antiga tatuagem de cruz-de-malta no braço direito com o escudo do clube rubro-negro.

— Cansei de ficar assistindo jogo até os 45 (minutos) do segundo tempo e tomar gol. É muito sofrimento. Um dia tinha que acabar — explicou. — Só de não ter sido rebaixado, alivia mais o coração, com certeza.

Embora essa mudança tenha ocorrido há três meses, um vídeo dele comentando o assunto, gravado na quarta-feira (10), viralizou pelas redes sociais.

As imagens mostram Gago, que preferiu não ter seu nome divulgado, tomando uma cerveja com os amigos enquanto um deles o questiona sobre a troca de time.

“Eu acordo feliz”, responde o flamenguista. “Não aguentei mais sofrer”.

Em seguida, o autor do vídeo pergunta que recado ele dá para os vascaínos. A resposta de Gago contagiou usuários do Twitter, que compartilham a cena ressaltando sua dica: “pula que o muro tá baixo”.

Várias páginas rubro-negras postam sobre o fato e comemoram a escolha do rapaz, enquanto outros internautas o criticam pela mudança. Além do vídeo, foram publicadas também as fotos de Lira Tatuador, o profissional — que é flamenguista — responsável pela alteração na pele do torcedor.

Gago contou que, quando era criança, queria torcer pelo Flamengo, mas foi influenciado por sua família a optar pelo Vasco. Mas, como diz o hino do time rubro-negro, “uma vez Flamengo, sempre Flamengo”.

— O meu pai, que é Vasco doente, reclamou um pouco, mas aceitou. Minha mãe é flamenguista, minha esposa também. Elas receberam críticas na rua dos colegas que são vascaínos — relatou ele.

Frequentador do bar do Flamengo, na Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio, antes mesmo de anunciar sua troca de time, Gago contou que um homem do estabelecimento o viu “reclamando muito” durante um jogo e apostou: “se você apagar essa tatuagem, eu pago”.

— A intenção em cobrir a tatuagem era minha mesmo, mas ele juntou o útil ao agradável — disse.

A mudança de clube resultou também em alguns presentes dos amigos flamenguistas.

— Há meses que não pago nada em churrasco, estou bebendo de graça. Ganhei até camisa. Só falta ganhar dinheiro com isso — contou Gago, em meio a risadas.

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Rivaldo ataca comissão técnica de Tite por camisa 10 com Paquetá, e Neymar curte

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Camisa 10 da seleção brasileira na conquista do quinto e último título na Copa do Mundo, Rivaldo reprovou o fato de a comissão técnica de ter deixado o número com Lucas Paquetá para o amistoso contra a Argentina, na última sexta-feira. Os alvicelestes venceram por 1 a 0 o jogo disputado na Arábia Saudita.

Rivaldo posta texto sobre camisa 10 da seleção brasileira

“Assisti ao jogo entre Brasil x Argentina e fiquei muito triste de ver o que aconteceu com a camisa 10. Deram a camisa 10 para o Paquetá contra a Argentina. Camisa que é respeitada mundialmente”, escreveu o ex-jogador em seu perfil no Instagram.

“Esta camisa não é para ficar no banco e muito menos sair no intervalo, porque é a camisa que o mundo conhece e respeita porque foi usada e honrada por Pelé, Rivelino, Zico, Rivaldo, Kaká, Ronaldinho, Neymar.”

Rivaldo ainda enfatizou que não se trata de uma crítica a Paquetá, mas ao fato de ele receber a camisa 10 em uma partida de tamanho peso, ainda que se tratasse de um amistoso.

“O jogador não tem culpa, mas a comissão técnica sim, pois eles sabem do peso desta camisa e também que poderia queimar o garoto de 22 anos que pode ter um grande futuro com a seleção brasileira”, disse o melhor jogador do mundo de 1999.

“Da mesma forma que o treinador quis proteger o Rodrygo, que está jogando muito bem no Real Madrid, para esse jogo, poderia ter protegido o Paquetá de jogar com essa camisa. Todos nós sabemos que Brasil e Argentina nunca será um jogo amistoso.”

O curioso é que a publicação foi curtida por Neymar, que é o camisa 10 da seleção normalmente, mas não esteve nesta convocação pelo fato de se recuperar de uma lesão.

Há cinco jogos sem vencer (três empates e duas derrotas), a equipe de Tite voltará a campo na terça-feira, quando enfrentará a Coreia do Sul nos Emirados Árabes, às 10h15 (de Brasília).

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Cinquenta e sete estudantes capixabas disputam Paralimpíadas Escolares em São Paulo

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Cinquenta e sete atletas representarão o Espírito Santo em São Paulo, a partir da próxima terça-feira (19), em mais uma edição das Paralimpíadas Escolares. A competição, que acontece anualmente no Centro Paralímpico Brasileiro, segue até sexta-feira (22), é considerada a maior do mundo para crianças e adolescentes com deficiência em idade estudantil.

O Governo do Estado, através da Secretaria de Esportes e Lazer, investirá cerca de R$ 100 mil para levar a delegação capixaba, que terá um total de 101 pessoas, incluindo também técnicos e equipe de suporte, à capital paulista.

O Estado participará de oito modalidades: atletismo, bocha, judô, natação, parabadminton, paravôlei, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas. Os atletas estarão divididos entre as categorias infantil (de 12 a 14 anos) e juvenil (15 a 17). Eles são oriundos de 51 escolas (49 públicas e 2 particulares), espalhadas por 15 municípios capixabas.

Na edição do ano passado, o Espírito Santo encerrou sua participação com 39 lugares no pódio: 19 ouros, nove pratas e 11 de bronzes. O Estado terminou as Paralimpíadas na 12ª colocação geral no quadro de medalhas.

Ao todo, cerca de 1.200 alunos de todas as unidades da Federação estarão presentes na edição 2019. Diversos talentos já passaram pela competição, como os velocistas Alan Fonteles, ouro na Paralimpíada de Londres 2012, Petrúcuio Ferreira e Verônica Hipólito, ouro e prata na Paralimpíada do Rio 2016, respectivamente. Talisson Glock, prata na natação no Rio 2016, Leomon Moreno, prata no goalball em Londres 2012 e bronze no Rio 2016, além da mesa-tenista Bruna Alexandre, prata no Rio 2016, são outros destaques revelados em fase escolar.

Nesta edição, além das disputas por medalhas, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) avaliará atletas para participar do Camping Escolar Paralímpico 2019. O projeto tem como objetivo promover semanas de treinamentos de alto rendimento aos selecionados.

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