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Medicina e Saúde

Flacidez e rugas aumentam com banho muito quente

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Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um banho quente para dar uma relaxada. Mas é melhor não exagerar neste hábito: sua pele agradece.

Ressecamento, flacidez e até rugas na pele podem ser consequências de seus banhos com água “pelando”. Mas por que isso acontece?

Perigo do banho quente

Como explica a farmacêutica Mika Yamaguchi, o banho com a água muito quente faz com que a pele perca água e lipídios. Como consequência, a derme fica desidratada e ainda perde a sua barreira de proteção.

Segundo a especialista, ficar mais de 15 minutos debaixo de um chuveiro quente já é suficiente para comprometer a camada da pele que segura a hidratação.

Banho quente: consequências

A desidratação causada pela alta temperatura da água faz com que a pele fique opaca, flácida e quebradiça. De acordo com a dermatologista Paola Queiroz Vaz, podem aparecer até mesmo “falsas rugas” em decorrência do ressecamento causado pelos banhos quentes.

Cuidado básico com a pele

Mesmo usando um caminhão de produtos cosméticos, seus banhos superquentes podem estar sabotando sua pele. Para evitar os danos caudados pela alta temperatura da água, basta se acostumar a uma temperatura mais amena e reduzir o tempo debaixo do chuveiro. O meio-ambiente também agradece.

Fonte: msn.com

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Medicina e Saúde

Obesidade Infantil causa consequências à saúde do coração

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Hipertensão arterial, Insuficiência cardíaca, Infarto agudo do miocárdio estão entre os principais problemas de saúde causados pela doença

No próximo dia 3 de junho é celebrado o Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil. Infelizmente, dados mais recentes do Ministério da Saúde revelam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas e 18,9% dos adultos estão acima do peso.

Hoje em dia, ver dobrinhas nas crianças já não pode ser considerado sinal de saúde, mas sim, motivo de alerta. Isso porque as causas da obesidade mórbida em crianças são variadas, mas estão relacionadas, principalmente, à qualidade dos hábitos alimentares e ao sedentarismo. Alimentação fora do horário ou rica em gordura e açúcar é considerada a grande vilã. Além disso, a origem para a doença também pode ser a hereditariedade, distúrbios hormonais e até fatores psicológicos que, quando descobertos precocemente, evitam que o acúmulo de peso aconteça.

Segundo o cardiologista pediátrico do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Mauricio Jaramillo Hincapie, a definição de obesidade em crianças e adolescentes é um pouco mais difícil de estabelecer do que na idade adulta, pois existem diferenças pelo sexo, idade, estatura e estágio de maturação sexual.  Além da aparência visual que chama atenção, é necessário utilizar algumas das curvas já estabelecidas para Índice de Massa Corpórea (IMC) e colocar a medida da criança nesta curva, da mesma forma como se avalia o peso e a estatura para saber se o crescimento está adequado.

“Um IMC acima do percentil 85% é classificado como sobrepeso e acima de 95% como obesidade.  Também pode ser utilizada a medida da circunferência abdominal, pregas cutâneas, índice de obesidade entre outros para classificar o grau de obesidade da criança. Quanto maior o grau de obesidade, maiores as complicações a médio e longo prazo para a saúde dela”, explica o profissional.

Uma criança com sobrepeso, principalmente com considerável excesso durante toda a infância e pré-adolescência, tende a continuar obesa na fase adulta. E essa quantidade de peso anormal durante o desenvolvimento do corpo causa a má formação do esqueleto. Além disso, o excesso de gordura e açúcar no organismo pode provocar o aparecimento de diabetes e uma série de doenças cardíacas como, por exemplo, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, entre outras.De acordo com o especialista, os fatores a serem considerados na ligação da obesidade ao aumento da pressão arterial incluem: aumento do volume sanguíneo, volume sistólico e débito cardíaco, além de mecanismos que ligam a obesidade a um aumento da pressão arterial periférica.

“Assim como acontece com os adultos, a obesidade pode levar a consequências importantes em diversos sistemas do organismo, com maior risco de alterações ortopédicas, cutâneas, respiratórias como asma e apneia do sono, endócrinas e metabólicas como diabetes, resistência à insulina e colesterol elevado, alterações no fígado (depósito de gordura) e cálculos na vesícula, e as cardiovasculares como a hipertensão, aterosclerose (estrias de gordura nas artérias), sobrecarga e insuficiência cardíaca. Uma criança obesa tem a probabilidade de permanecer obesa na idade adulta entre  20% a 50%, antes da puberdade e 50% a 70%, após a puberdade, levando esses pacientes a terem maior risco de desenvolver complicações no futuro”, detalha Jaramillo.

Tratamento

O especialista afirma que o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes é mais difícil e longo do que nos adultos, justamente, porque a  criança, geralmente, não compreende a necessidade de baixar o peso. Além disso, o processo envolve uma mudança importante nos hábitos familiares e até da escola e grupo social do paciente.

“O cuidado baseia-se na redução da ingestão calórica, aumento do gasto energético, modificação comportamental e envolvimento familiar no processo de mudança. Inicialmente, é necessário aconselhamento nutricional para corrigir os erros alimentares, eliminar alimentos muito calóricos e ricos em açúcar e gordura, com aumento dos vegetais, frutas e fibras, além de criar a consciência da importância das atividades físicas frequentes e brincadeiras ao ar livre com redução do número de horas na televisão, computador e videogames”, relata  o cardiologista.

Além de todas as mudanças, o apoio psicológico e psiquiátrico quando necessário, bem como envolvimento multiprofissional com pediatra, endócrino, cardiologista, nutricionista, fisioterapia, entre outros também são importantes para obter resultados.

Para Mauricio Jaramillo, é essencial ficar atento neste momento em que as atividades físicas das crianças, brincadeiras nas ruas e parques estão suspensas por conta pandemia causada pelo novo coronavírus. O médico alerta que apenas brincadeiras pelo celular, o computador e os jogos eletrônicos, geram um sedentarismo precoce e que essa situação aliada à alimentação cada vez menos natural e mais industrializada são conjuntos que vão levar definitivamente a uma consequência de obesidade em uma proporção cada vez maior de crianças.

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Medicina e Saúde

Sesa apresenta resultados da segunda etapa do Inquérito Sorológico

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Em pronunciamento, na tarde desta segunda-feira (01), o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, e o subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, apresentaram os resultados estatísticos da segunda etapa do “Inquérito Sorológico”, realizada entre os dias 27 e 29 de maio em 19 municípios capixabas.

Nesta segunda etapa, foram realizadas 7.042 testagens entre população sorteada, pessoas que têm contato com o sorteado positivo e de pesquisadores. O estudo aponta uma prevalência de 5,14% da população infectada, o que representa uma estimativa populacional de 206.559 mil pessoas no Estado. Enquanto na primeira etapa, a prevalência foi de 2,1% da população infectada e uma estimativa 84.391 pessoas no Estado.

“São valores que apontam um crescimento exponencial da doença, com uma alta taxa de transmissão no Estado. Esse mesmo fenômeno ocorreu na percepção da interiorização da doença, que saiu de 0,26% para 2,10% de prevalência”, alertou Nésio Fernandes.

O secretário lembrou, mais uma vez, sobre a importância de o estudo ter a projeção da população do Estado. “O estudo não tem validade científica para poder analisar individualmente cada município. O objetivo do Inquérito é projetar a população do Estado”, disse.

A partir do levantamento, segundo o secretário, o Espírito Santo poderá reconhecer com mais precisão o padrão de comportamento da doença em solo capixaba. “Até o presente momento fazíamos as projeções e simulações do comportamento da pandemia com dados de outras localidades. Transcorrido três meses de enfrentamento da doença, e tendo o Inquérito Sorológico, já podemos reconhecer qual o seu padrão comportamental na nossa realidade, com características do nosso Estado. Poderemos refinar ainda mais o conjunto de decisões para o enfrentamento da pandemia”, afirmou Fernandes.

O estudo é realizado pela Sesa e tem apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (HUCAM), Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes), Colegiado de Secretarias Municipais de Saúde do Espírito Santo (COSEMS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para ter acesso à apresentação, clique aqui

Perfil da população testada positivamente

O estudo de prevalência desta segunda etapa aponta que do total dos testes com resultados positivos, 62,3% eram do sexo feminino e 37,7% masculino, e que a faixa etária com mais casos positivos foi a de 21 a 40 anos, com 35,1% dos casos. Do total de pacientes positivos, cerca de 69,5% apresentaram sintomas e 30,5% não apresentaram quaisquer sintomas na evolução do quadro de saúde.

Dos casos sintomáticos, os principais relatados durante a segunda etapa da pesquisa foram: tosse (39,7%); anosmia (37,7%); fadiga (31%) e; febre e mialgia, ambos com 28%. Somente 37,2% dos casos procuraram o serviço de saúde. Além disso, 26,8% dos positivos apresentaram algum tipo de comorbidade e 23% duas ou mais comorbidades.

Cronograma do Inquérito Sorológico:

– Etapa 3

Data: 08, 09 e 10 de junho

Municípios: Afonso Cláudio, Alegre, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Linhares, Nova Venécia, São Mateus, Serra, Vila Velha, Vitória, Aracruz, Barra de São Francisco, Castelo, Guaçuí, Guarapari, Pedro Canário, São Gabriel da Palha e Venda Nova do Imigrante.

– Etapa 4:

Data: 22, 23 e 24 de junho

Municípios: Afonso Cláudio, Alegre, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Linhares, Nova Venécia, São Mateus, Serra, Vila Velha, Vitória, Baixo Guandu, Conceição da Barra, Ecoporanga, Iúna, Marataízes, Santa Maria de Jetibá, Sooretama e Viana.

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