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Medicina e Saúde

Flacidez e rugas aumentam com banho muito quente

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Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um banho quente para dar uma relaxada. Mas é melhor não exagerar neste hábito: sua pele agradece.

Ressecamento, flacidez e até rugas na pele podem ser consequências de seus banhos com água “pelando”. Mas por que isso acontece?

Perigo do banho quente

Como explica a farmacêutica Mika Yamaguchi, o banho com a água muito quente faz com que a pele perca água e lipídios. Como consequência, a derme fica desidratada e ainda perde a sua barreira de proteção.

Segundo a especialista, ficar mais de 15 minutos debaixo de um chuveiro quente já é suficiente para comprometer a camada da pele que segura a hidratação.

Banho quente: consequências

A desidratação causada pela alta temperatura da água faz com que a pele fique opaca, flácida e quebradiça. De acordo com a dermatologista Paola Queiroz Vaz, podem aparecer até mesmo “falsas rugas” em decorrência do ressecamento causado pelos banhos quentes.

Cuidado básico com a pele

Mesmo usando um caminhão de produtos cosméticos, seus banhos superquentes podem estar sabotando sua pele. Para evitar os danos caudados pela alta temperatura da água, basta se acostumar a uma temperatura mais amena e reduzir o tempo debaixo do chuveiro. O meio-ambiente também agradece.

Fonte: msn.com

Leia mais:  Manchas na pele: saiba o que é e como combater
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Medicina e Saúde

Como a alimentação pode ser aliada contra a dengue

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Hidratação é a palavra de ordem para a recuperação de quem está com dengue. Como o quadro clínico da doença é muito variável pode incluir febre alta, cefaleia, mialgia, prostração, náuseas, vômitos e diarreia, a desidratação pode agravar os sintomas e até evoluir para choque. “Aos primeiros sinais de choque, o paciente deve ser internado imediatamente para a correção rápida de volume de líquidos perdidos e da acidose. Durante uma administração rápida de fluidos é importante estar atento a sinais de insuficiência cardíaca”, explica Karyna Pugliese, nutricionista especialista em Fisiologia do Exercício, Nutrição Clínica e Gastronomia Funcional.

Toda forma de hidratação é bem-vinda. Por isso, a
profissional recomenda que além da água, seja feita a ingestão de sucos
naturais, sopas, vitaminas, água de coco, isotônicos e soro de hidratação oral.
“Caso não consiga ingerir um volume adequado devido à presença de náuseas e
vômitos, procure um serviço de emergência para hidratação venosa”, recomenda
Karyna Pugliese.Dengue e Chikungunya são tão perigosas quanto zika na gravidez 

Toda forma de hidratação é bem-vinda. Por isso, a profissional recomenda que além da água, seja feita a ingestão de sucos naturais, sopas, vitaminas, água de coco, isotônicos e soro de hidratação oral. “Caso não consiga ingerir um volume adequado devido à presença de náuseas e vômitos, procure um serviço de emergência para hidratação venosa”, recomenda Karyna Pugliese.

Cardápio amigoManter
a alimentação adequada quando se está doente é um desafio para a maioria das
pessoas. No caso de um paciente com dengue, o quadro de náuseas pode dificultar
ainda mais. “Mas, é importante o estímulo
na ingestão de pequenas porções de alimentos, pois um organismo bem nutrido irá
reagir melhor à doença. A alimentação deve ser
fracionada e o aporte energético equilibrado. A recomendação durante o período mais crítico é de uma dieta leve e de
fácil digestão e absorção. Neste ponto, é necessário ingerir alimentos
cozidos e com menor quantidade de fibras e gorduras. É importante consumir
hortaliças em geral e alimentos ricos em ferro (carne vermelha magra, por
exemplo), frutas e sucos ricos em vitamina C. O ferro é fundamental porque
pacientes com dengue apresentam queda substancial no número de plaquetas, e a
vitamina C auxilia na absorção do ferro”, sugere Karyna, que também recomenda
alimentos ricos em proteínas, como ovos, leite e derivados. 

Cardápio amigo

Manter a alimentação adequada quando se está doente é um desafio para a maioria das pessoas. No caso de um paciente com dengue, o quadro de náuseas pode dificultar ainda mais. “Mas, é importante o estímulo na ingestão de pequenas porções de alimentos, pois um organismo bem nutrido irá reagir melhor à doença. A alimentação deve ser fracionada e o aporte energético equilibrado. A recomendação durante o período mais crítico é de uma dieta leve e de fácil digestão e absorção. Neste ponto, é necessário ingerir alimentos cozidos e com menor quantidade de fibras e gorduras. É importante consumir hortaliças em geral e alimentos ricos em ferro (carne vermelha magra, por exemplo), frutas e sucos ricos em vitamina C. O ferro é fundamental porque pacientes com dengue apresentam queda substancial no número de plaquetas, e a vitamina C auxilia na absorção do ferro”, sugere Karyna, que também recomenda alimentos ricos em proteínas, como ovos, leite e derivados. 

Leia mais:  Projeto ‘Elas no Campo e na Pesca’ realiza mutirão de mamografias em Vitória

Evite problemasKaryna Pugliese reforça que alimentos
que contenham salicilatos, como maçãs, damascos, cerejas, uvas, ameixas, laranjas,
bebidas com gás, chás, pepinos, pimentos de tabasco e tomates, produtos com
menta, amidos, amêndoas, cravo e vinagre
devem ser evitados.

Também não é recomendável a ingestão de
alimentos com ação antitrombótica (alho, cebola e gengibre).Quer saber mais sobre dengue? Acesse https://noticias.r7.com/cuidado-com-o-mosquito

Alimentos que contenham salicilatos, como maçãs, damascos, cerejas, uvas, ameixas, laranjas, bebidas com gás, chás, pepinos, pimentos de tabasco e tomates, produtos com menta, amidos, amêndoas, cravo e vinagre devem ser evitados. Também não é recomendável a ingestão de alimentos com ação antitrombótica (alho, cebola e gengibre).

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Medicina e Saúde

Zika pode ser arma contra o câncer de próstata

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Zika inibe multiplicação de células do câncer de próstata

Após revelar de modo pioneiro o potencial do zika de combater tumores no cérebro, um grupo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) liderado pelo professor Rodrigo Ramos Catharino mostrou que o vírus também pode ser uma arma contra o câncer de próstata. Por meio de experimentos em laboratório, os cientistas observaram que esse patógeno é capaz de inibir a proliferação das células tumorais na próstata. Os resultados da pesquisa, apoiada pela Fapesp, foram divulgados na revista Scientific Reports.

“O próximo passo da investigação envolve testes em animais. Caso os resultados sejam positivos, pretendemos buscar parcerias com empresas para viabilizar os ensaios clínicos, em seres humanos”, disse Catharino, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp e coordenador do Laboratório Innovare de Biomarcadores.

A linha de pesquisa coordenada por Catharino teve início em 2015, quando foi descoberta a relação entre a epidemia de zika e o aumento nos casos de microcefalia nos estados do Nordeste. Depois que estudos confirmaram a capacidade do patógeno de infectar e destruir as células progenitoras neurais – que, nos fetos em desenvolvimento, dão origem aos diversos tipos de células cerebrais – o cientistas idealizou testar o vírus em linhagens de glioblastoma, o tipo mais comum e agressivo de câncer do sistema nervoso central em adultos.

“Como também já foi confirmada a transmissão sexual do zika e a preferência do vírus por infectar células reprodutivas, decidimos agora testar seu efeito contra o câncer de próstata”, contou à Agência Fapesp Jeany Delafiori, estudante de doutorado sob a orientação de Catharino.

O trabalho vem sendo conduzido com o apoio do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), um CEPID da FAPESP na Unicamp.

Como tornar o zika um aliado contra o câncer

Em estudo divulgado recentemente, também na Scientific Reports, o grupo de Catharino descobriu que marcadores de inflamação neurológica podiam ser encontrados na saliva de bebês nascidos com microcefalia – e cujas mães foram diagnosticadas com zika durante a gestação – até pelo menos dois anos após o parto.

“Na versão ‘selvagem’, portanto, o vírus traria efeitos indesejáveis e não poderia ser usado como terapia”, explicou Catharino. Os pesquisadores então decidiram testar se o processo de inativação do zika, que contém esses danos, manteria a capacidade de destruir células tumorais.

Entre outros procedimentos, vírus foi aquecido a uma temperatura de 56º C durante uma hora, com o intuito de inibir o potencial de causar infecção. O passo seguinte foi colocar uma cultura de células de câncer de próstata em contato com o zika inativado e, após 24 e 48 horas, comparar com outro grupo de células tumorais.

“Na análise feita após 48h, a linhagem que ficou em contato com o vírus inativado apresentou um crescimento 50% menor que a linhagem controle”, contou Delafiori. Ou seja, o câncer se proliferou muito menos, o que justifica seguir com as investigações.

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