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Medicina e Saúde

Flacidez e rugas aumentam com banho muito quente

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Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um banho quente para dar uma relaxada. Mas é melhor não exagerar neste hábito: sua pele agradece.

Ressecamento, flacidez e até rugas na pele podem ser consequências de seus banhos com água “pelando”. Mas por que isso acontece?

Perigo do banho quente

Como explica a farmacêutica Mika Yamaguchi, o banho com a água muito quente faz com que a pele perca água e lipídios. Como consequência, a derme fica desidratada e ainda perde a sua barreira de proteção.

Segundo a especialista, ficar mais de 15 minutos debaixo de um chuveiro quente já é suficiente para comprometer a camada da pele que segura a hidratação.

Banho quente: consequências

A desidratação causada pela alta temperatura da água faz com que a pele fique opaca, flácida e quebradiça. De acordo com a dermatologista Paola Queiroz Vaz, podem aparecer até mesmo “falsas rugas” em decorrência do ressecamento causado pelos banhos quentes.

Cuidado básico com a pele

Mesmo usando um caminhão de produtos cosméticos, seus banhos superquentes podem estar sabotando sua pele. Para evitar os danos caudados pela alta temperatura da água, basta se acostumar a uma temperatura mais amena e reduzir o tempo debaixo do chuveiro. O meio-ambiente também agradece.

Fonte: msn.com

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Medicina e Saúde

Dengue pode fornecer imunidade contra a covid-19, diz estudo

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Pesquisa concluiu que algum nível de proteção é possível ao comparar a distribuição geográfica dos casos de covid-19 e dengue no Brasil

A exposição à dengue pode fornecer algum nível de imunidade contra a covid-19, de acordo com um estudo liderado por Miguel Nicolelis, cientista brasileiro e professor da Duke Univerdity, nos Estados Unidos.

A pesquisa, publicada na plataforma medRxiv, ainda sem revisão por pares, comparou a distribuição geográfica dos casos de covid-19 com a disseminação da dengue em 2019 e 2020 no Brasil.

Locais com taxas mais baixas de infecção por coronavírus e crescimento mais lento de casos foram os mesmos que sofreram intensos surtos de dengue neste ano ou no último, descobriu Nicolelis.

“Esta descoberta surpreendente levanta a possibilidade intrigante de uma reatividade imunológica cruzada entre os sorotipos de Flavivirus da dengue e o SARS-CoV-2”, afirma o estudo, referindo-se aos anticorpos do vírus da dengue e ao novo coronavírus.

“Se comprovada como correta, essa hipótese pode significar que a infecção por dengue ou a imunização com uma vacina eficaz e segura contra a dengue poderia produzir algum nível de proteção imunológica” contra o coronavírus.

De acordo com Nicolelis, os resultados são particularmente interessantes porque estudos anteriores mostraram que pessoas com anticorpos da dengue no sangue podem apresentar resultados falsamente positivos para anticorpos de covid-19, mesmo que nunca tenham sido infectadas pelo coronavírus.

“Isso indica que há uma interação imunológica entre dois vírus que ninguém poderia esperar, porque os dois vírus são de famílias completamente diferentes”, disse Nicolelis, acrescentando que mais estudos são necessários para comprovar a conexão.

Ele destaca uma correlação significativa entre menor incidência, mortalidade e taxa de crescimento de covid-19 em populações no Brasil onde os níveis de anticorpos para dengue eram mais elevados.

O Brasil tem o terceiro maior número de infecções por coronavírus no mundo, com mais de 4,4 milhões de casos – atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

Em estados como Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, com alta incidência de dengue no ano passado e no início deste ano, o coronavírus demorou muito mais para atingir um nível de alta transmissão na comunidade em comparação com estados como Amapá, Maranhão e Pará, que tiveram menos casos de dengue.

Os pesquisadores também encontraram uma relação semelhante entre surtos de dengue e uma propagação mais lenta do vírus em outras partes da América Latina, na Ásia e nas ilhas dos oceanos Pacífico e Índico.

Nicolelis contou que sua equipe se deparou com essa descoberta por acidente, durante um estudo sobre a disseminação do coronavírus no Brasil, no qual constatou que as rodovias tiveram um papel importante na distribuição dos casos pelo país.

Depois de identificar alguns pontos sem casos no mapa, a equipe foi em busca de possíveis explicações. Um grande avanço ocorreu ao comparar a disseminação da dengue com a do coronavírus.

“Foi um choque. Foi um acidente total ”, disse Nicolelis. “Na ciência, isso acontece, você está atirando em uma coisa e acerta um alvo que nunca imaginou que acertaria.”

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Medicina e Saúde

Médicos investigam caso de adolescente de 15 anos que “chora sangue”

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A menina já passou por uma bateria de exames, mas ninguém consegue explicar o que de fato acontece com ela

Uma adolescente de 15 anos tem intrigado familiares e médicos após “chorar sangue”. O caso aconteceu na cidade de Adolfo, no interior de São Paulo e teve grande repercussão nas redes sociais de todo o País. 

De acordo com o jornal O Dia, a menina já passou por várias avaliações médicas, mas até agora nenhum especialista soube explicar o que de fato aconteceu com a garota.

Segundo a mãe da jovem, a filha tem pedra nos rins e passou mal no último sábado, sentindo fortes dores no abdômen. Ela foi levada para uma unidade de saúde onde foi medicada e liberada.

Porém, no dia seguinte, a menina acordou com lágrimas de sangue nos olhos. Assustadas, mãe e filha seguiram novamente para um posto de saúde, onde a jovem foi analisada por um médico. Como a menina não sentia dores, ela foi liberada.

Mas as lagrimas de sangue continuaram, o que fez com que a família levasse a adolescente novamente para uma unidade de saúde. Desta vez, a menina foi transferida para um hospital, onde passou por uma bateria de exames. Os médicos agora aguardam os resultados dos testes para tentar dar um diagnóstico sobre o problema de saúde inusitado.

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