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Ganso tem pior média de minutos da carreira e luta por mais espaço no Fluminense

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Paulo Henrique Ganso chegou ao Fluminense em 2019 com a expectativa de retomar os bons momentos da carreira. Com cinco anos de contrato, porém, ele não conseguiu engatar boas sequências. Nesta quarta-feira, contra o Atlético-GO, na vitória por 1 a 0 no confronto de ida da Copa do Brasil, o meia mostrou que ainda pode ajudar o tricolor. Das 18 partidas em que saiu do banco de reservas, esta foi apenas a quarta que o camisa 10 teve 30 ou mais minutos para jogar. E ele foi bem, mudando a dinâmica do ataque, apesar de uma atuação bem abaixo de toda a equipe.

Em 2020, Ganso soma 20 jogos, sendo apenas dois como titular, na derrota para o Volta Redonda, pelo Campeonato Carioca, e no triunfo sobre o Athletico-PR, no Brasileiro. No total, são 498 minutos em campo, uma média de 24,9 por jogo. A atual temporada, inclusive, é a que Ganso tem menos espaço como profissional, superando até as 14 partidas em 2018/19 por Sevilla (ESP) e Amiens (FRA), quando a média era de 44,5 minutos.

De acordo com números do “SofaScore”, Paulo Henrique Ganso atuou por 31 minutos contra o Atlético-GO e teve uma precisão de 96% nos passes. Ele sofreu uma falta, teve um chute travado e ganhou um duelo no chão. Os números podem não ser expressivos, mas, apesar de o meia ainda ter um ritmo muito particular, em campo a dinâmica mudou, dando maior profundidade a um Fluminense que teve dificuldade para furar o bloqueio adversário na defesa e era pouco criativo.

Com isso, Ganso soma algumas boas atuações nas últimas chances que teve e gera algum otimismo. Quando foi titular na vitória contra o Athletico-PR na vaga de Nenê, ele foi importante na organização do time e cumpriu seu papel. Contra o Figueirense, entrou no segundo tempo e iniciou a jogada que terminou em pênalti em Yago Felipe, convertido por Nenê para fechar o 3 a 0. No clássico com o Vasco, precisou de quatro minutos para dar uma assistência para Fred fazer o seu primeiro gol no retorno ao Fluminense.

O técnico Odair Hellmann evita falar em titulares e reservas, sempre citando a importância do grupo, especialmente em uma sequência tão intensa. Caso o meia consiga permanecer saudável, pode ser que tenha mais chances em breve. Vale lembrar que Ganso foi preservado nos primeiros jogos do ano para fazer um reforço muscular e sofreu com uma lombalgia e de um edema na panturrilha esquerda recentemente.

– Eu confio no grupo. Os jogadores têm dado uma resposta muito boa e entrado muito bem. Vamos fazer uma avaliação para domingo e colocar quem estiver mais forte mentalmente e fisicamente para conseguir uma vitória no Brasileiro também. Assim vamos fazer esse estudo e avaliação em todos os jogos enquanto não tivemos um alargamento no período de partidas para treinar melhor – disse Odair após a vitória por 1 a 0.

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Dome elogia evolução do Flamengo e passo importante na Libertadores: ‘Estão felizes em campo’

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O Flamengo venceu o Junior Barranquilla por 3 a 1, nesta quarta-feira, no Maracanã, e garantiu a primeira colocação no Grupo A da Libertadores. Porém, o Rubro-Negro estava escalado com uma equipe “mista”, já que o foco está no Internacional, adversário do próximo domingo, em duelo que vale a liderança do Brasileiro. Escolha acertada do técnico Domènec Torrent, que elogiou a evolução da equipe nas últimas partidas.

— Depois de três meses, estamos melhores, compreendemos melhor o Brasileiro, as dificuldades de jogar a cada dois, três dias. Agora estamos mais confortáveis com o elenco, e eles conosco. Compreendem melhor. Não é fácil mudar quando ganharam quase tudo. Disse que precisávamos de tempo, principalmente sendo estrangeiro. Treinamos muito poucos dias, mas estamos felizes porque o time está evoluindo, melhorando. Estão felizes em campo — disse.

Agora, o Flamengo aguarda o sorteio que define o adversário das oitavas de final, que será realizado em 23 de outubro. Os confrontos desta fase serão disputados nos dias 24 e 26 de novembro, para os jogos de ida, e 1º e 3 de dezembro, para os da volta.

— Já tinha experiência em mata-mata. É importante não sofrer gol. Hoje sofremos. Só não estamos felizes com isso. Vamos trabalhar muito duro, sei a importância de não levar gol em competições assim — declarou o catalão.

Confira outros trechos da coletiva de Dome:

Maratona de jogos: “Temos que celebrar e já treinar amanhã. Serão partidas difíceis, contra os primeiros colocados (Inter, São Paulo e Atlético-MG). Ainda tem a Copa (do Brasil) contra o Athletico. Vamos pensar partida a partida. O mais importante é o próximo, o Internacional. Vamos tentar montar o melhor time possível”

Lincoln: “Quando cheguei, havia um grupo de jogadores que estava treinando à parte. Decidi que íamos trabalhar juntos. Eles me mostraram a qualidade que tem. O Lincoln foi um deles. Disse que teria que fazer mais, melhorar, focar nos treinamentos. Ele tem qualidade. É importante dar confiança. Eu acredito neles. A base é fantástica, podem jogar. Conversei muito com o Lincoln e convenci que tinha que melhorar, trabalhar sem a bola. Não é mérito do técnico, é do jogador”

Internacional: “Quando digo que é passo a passo, o mais importante é o Internacional. Mas não acabará o campeonato, nem se ganharmos nem se perdemos. São três pontos importantes, porque estamos empatados na classificação. Mas não vai acabar o Brasileiro. Não estamos nem na metade”

Arrascaeta e Rodrigo Caio contra o Internacional: “Ainda não tenho certeza. Temos que falar com a equipe médica do Flamengo. O Arrasca está mais perto do que o Rodrigo”

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Internas do CPFC iniciam treinos do Projeto Correndo para Vencer

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Nesta quarta-feira (21), dez internas do Centro Prisional Feminino de Cariacica (CPFC) começaram o aquecimento para o projeto “Correndo para Vencer”, iniciativa da Vara de Execuções Penais de Vila Velha, que propõe preparar as futuras atletas para corridas de rua. Além de incentivar a prática esportiva, o projeto visa à inclusão social e à ressocialização.

Os educadores físicos voluntários Leonardo Magnago e Rayner França iniciaram os treinos com alguns conceitos teóricos e planejamento dos exercícios. Para ganhar preparo físico, as internas terão de treinar todos os dias, de 50 minutos a uma hora, dentro da unidade prisional, até que elas estejam aptas a participarem de um evento de rua, assim que já houver liberação da atividade em decorrência da pandemia. “Os exercícios estão focados na parte cognitiva e na coordenação, visando ao preparo para as corridas de rua. Nosso acompanhamento será periódico, presencial ou com vídeoaulas”, explicou Leonardo Magnago.

A juíza idealizadora do projeto, Dra. Patricia Faroni, participou da aula inaugural, praticando exercícios em conjunto com as internas e a equipe de educadores físicos. Para ela, que planejava executar o projeto desde 2017, colocá-lo em prática só traz boas expectativas. “Sempre gostei da prática da corrida e me inspirei em um exemplo de um juiz, do Estado de São Paulo, que corria com adolescentes reeducandos e vi neste exemplo uma inspiração para as internas do CPFC. O objetivo principal do projeto é a ressocialização, e restaurar cada uma dessas meninas para que elas retornem para à sociedade transformadas, já que o esporte proporciona não só benefícios para o corpo, mas também para a mente”, ressaltou Patrícia Faroni.

Todos os itens necessários para a prática do esporte – colchonetes, tênis, camisa, top, bermuda e garrafa de água – foram doados ao projeto.  A iniciativa colabora não só com o processo de ressocialização, mas contribui para qualidade de vida e melhora da autoestima das internas. A diretora da unidade prisional, Graciele Sonegheti Fraga, destacou que as internas participantes do projeto estão no regime semiaberto, apresentam bom comportamento e já estão caminhando para ganhar a liberdade, com o fim do cumprimento da pena. “O projeto é uma maneira de trabalhar a ressocialização por meio do esporte, adaptando as presas ao retorno da vida social”.

 Novas expectativas

O Projeto Correndo pra Vencer tem despertado nas dez internas participantes uma chance de recomeço. A maioria delas nunca praticou uma atividade física e depositam no projeto uma maneira de recomeçar a vida. Jacksland Lucas é uma das internas que foram beneficiadas. “Esta é uma grande oportunidade e uma chance de mostrar para minha família a minha transformação, que eu posso e quero seguir um caminho diferente e mudar de vida”, afirmou a interna.

Laudineia Rodrigues concorda com a colega de treino e diz que todas estão animadas com o início do projeto. Mesmo sem nunca praticar esportes, ela já vislumbra virar uma atleta de verdade. “Participar do projeto me fez ver o quanto precisamos aproveitar as oportunidades. É muito gratificante ver pessoas acreditando na gente, que podemos mudar e vencer. Já penso que me tornar uma atleta é possível, assim como mudar de vida. Também quero estudar, fazer uma faculdade quando sair do presídio”, disse Laudineia Rodrigues.

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