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Gloria Maria é ‘cancelada’ pela web após criticar o ‘politicamente correto’

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“Hoje tudo é preconceito, assédio, está chato”, disse.

Durante uma entrevista com Joyce Pascowitch pelo Instagram no sábado, 26; Gloria Maria deu sua opinião sobre a nova onda do chamado politicamente correto. Na verdade, a jornalista criticou essa espécie de movimento, alegando que “está chato”.

O assunto surgiu após Gloria Maria ser questioanda sobre o assédio moral e sexual na televisão.

“Se você quer saber, eu acho isso tudo, basicamente, um saco. Por exemplo, hoje tudo é racismo, tudo é preconceito… Eu, até hoje, na TV, tenho meus câmeras antigos; os técnicos estão comigo há 40 anos, todos me chamam de ‘Neguinha’. Eu nunca me ofendi, nunca me senti discriminada. Me chamam de uma maneira amorosa, carinhosa. É claro que se falam ‘Ô, nega’, não sei o que, é outra coisa”, respondeu Gloria Maria.

Assédio ou paquera?

Por isso, para a jornalista, atualmente “tudo é preconceito”. “Está chato. Estou há mais de 40 anos na televisão. Já fui paquerada muitas vezes, mas nunca me senti assediada moralmente. Acho que assédio moral é uma coisa clara, não tem dubiedade (…). O assédio é uma coia que te fere, é grosseiro, te machuca, te incomoda, te desmoraliza”, argumentou.

Gloria Maria ainda fala que, por conta desse grande debate acerca do assédio, os “homens estão com medo”. “Eu quero ser paquerada ainda, gente, estou viva. Mas existe uma cultura hoje que ‘não pode”, afirmou. Ela justifica que as mulheres sabem a diferença entre paquera, assédio e abuso sexual.

A apresentadora ainda concluiu dando sua visão sobre o que é o politicamente correto. “Acho que esse mundo está muito chato. Essa coisa do politicamente correto é um porre. Eu não sou politicamente correta e não vou ser, não adianta, não venho de um mundo politicamente correto.”

Reações

Se tornando um dos assuntos mais comentados da web, a fala de Gloria Maria gerou críticas e elogios. Enquanto alguns apoiavam o argumento de que o politicamente correto está “chato”; outros afirmam que pautas sociais apenas começaram a ser discutidas com mais evidência.

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Caso de Gusttavo Lima? ‘Ela não é pivô’, diz advogada de Mallu Ohanna

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Representante da modelo disse como ela está emocionalmente após ter o nome dela envolvido na separação do cantor

Mallu Ohanna, ex-mulher de Dudu, ex-jogador do Palmeiras, negou nesta sexta-feira (16) qualquer envolvimento com o cantor Gusttavo Lima enquanto ele ainda era casado com Andressa Suita. 

Ao R7, a advogada da modelo contou como sua cliente está emocionalmente após ter o nome dela envolvido na separação do cantor com a influencer Andressa Suita. “Está tranquila, porque não há o que se preocupar, ela não é pivô”, disse. 

A advogada reforçou dizendo que Mallu não conhece Gusttavo Lima pessoalmente. “Ela está passando por um processo complicado, ela foi muito traída, muito ferida em um relacionamento de 11 anos, e ela não quer que façam com os outros o que fizeram com ela”, acrescentou. 

Mais cedo, em publicação nas redes sociais, Mallu afirmou que “jamais” se relacionou com o artista e que espera por uma reconciliação entre o sertanejo e a ex-mulher. A jovem, de 29 anos, também desejou que “tudo se resolva” e, também, pediu que o nome dela não seja associado ao músico.

Gusttavo Lima teve caso com ex de Dudu enquanto era casado

Segundo informações da jornalista Fabíola Reipert, divulgadas na última sexta-feira (16), no ‘Balanço Geral SP’, os dois teriam ficado na casa de Leonardo

Gusttavo Lima teria tido um caso com Mallu Ohanna, ex-mulher de Dudu, ex-jogador do Palmeiras, enquanto ainda era casado com Andressa Suita.

A informação foi revelada pela jornalista Fabíola Reipert nesta sexta-feira (16), no Balanço Geral SP.

Gusttavo e Mallu teriam saído quatro vezes

Fabíola afirmou ainda que o sertanejo teria falado para a ex de Dudu que já estava separado de Andressa, porém, ele terminou com a modelo somente no último dia 4 de outubro. 

Ainda de acordo com a jornalista, Mallu teria postado um vídeo nas redes sociais em que aparece assistindo à um show de Gusttavo.

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TV Globo e Maju Coutinho são processados por auxiliar de produção

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Kaíque Batista, auxiliar de produção, está processando a TV Globo e a jornalista Majú Coutinho por danos morais, de acordo com publicação feita nesta sexta-feira, 16, pela coluna de Fábia Oliveira no portal O Dia.

Em março de 2020, ele foi  foi absolvido do crime de racismo por falta de provas contra a apresentadora. Kaíque, na época, tinha sido levado para depor no Fórum Criminal da Barra Funda por por policiais e funcionários do Ministério Público de São Paulo e na ocasião, ele teve o seu computador apreendido também.

O rapaz que conseguiu responder em liberdade, estava sendo denunciado por falsidade ideológica, injúria, corrupção de menores na internet e associação criminosa na internet.

“A minha vida mudou. Eu tinha emprego há quatro anos, tinha uma casa e tinha a minha dignidade. Perdi tudo mesmo falando que era inocente e não tendo uma prova concreta contra mim. A única coisa que me envolvia na postagem de racismo foram os comentários de duas pessoas ‘O Kaíque que nos mandou vir aqui’. Eu não publiquei nada! Fui julgado, hostilizado e acusado em todas as mídias. Agora que eu fui inocentando, ninguém me procurou”, disse Kaíque à coluna.

Kaíque está pedindo R$ 800 mil de indenização. “Até hoje eu sou apontado nas ruas. Adquiri síndrome do pânico e depressão. Acabaram com a minha vida e eu quero Justiça”, explicou ao O Dia.

Angelo Carbone é o advogado que defende Kaíque Batista no processo e disse que o juiz já ordenou a citação dos réus, mas que ainda não foi realizada. “É um processo só, mas eu coloco os dois, a emissora e a jornalista, na ação porque houve a tentativa de incriminar um inocente. Ele conhecia as pessoas, mas não fez nada e, na verdade, ele que teria que ter praticado o ato racial, a intenção, o dolo, para ser acusado e não foi o que aconteceu. Destruíram a vida do rapaz e é justo que o Kaíque seja reparado”, falou Carbone à coluna.

Entenda o caso

Tudo começou quando em julho de 2015, Maju foi alvo de racismo nas redes sociais. Uma enxurrada de comentários racistas foram expostos na página oficial do “Jornal Nacional” no Facebook, sendo a maioria com xingamentos envolvendo a cor da pele da jornalista.

Na época, foi levantado a hipótese de que algum grupo ou página racista no Facebook tenha feito uma “convocação” de usuários para ofender a Maju, tendo em vista que os comentários surgiram todos no mesmo instante.

Foi aí que em julho de 2016, a Justiça acatou o pedido da TV Globo e da jornalista e transformou em réus quatro acusados de promover ataques racistas contra ela.

Entre os réus do processo estavam, Érico Monteiro dos Santos, Rogério Wagner Castor Sales, Kaíque Batista e Luis Carlos Félix de Araújo. Na acusação, os três primeiros teriam arquitetado o ataque e tiveram a ajuda de Araújo, profissional de TI, para cometer os crimes.

O grupo ainda foi acusado de induzir outras pessoas, incluindo menores, a também postarem mensagens racistas contra a comunicadora.

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