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São Mateus

Historiador mateense Eliezer Nardoto recebe homenagem

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Em Sessão Magna Pública comemorativa dos 50 anos de fundação da Loja Maçônica Mensageiros da Luz, o historiador mateense Eliezer Ortolani Nardoto recebeu a comenda União Cinco de Fevereiro.


A comenda União Cinco de Fevereiro, nome da primeira loja maçônica de São Mateus, fundada em 1900,foi instituída em 2020 para homenagear não maçons que tenham prestado relevantes serviços à Sociedade em Geral e em particular à Sociedade Mateense.
Ao historiador mateense coube a honra de receber a primeira dessas comendas, que será entregue, no máximo, uma a cada ano, por ocasião da solenidade comemorativa no aniversário da Loja Maçônica Mensageiros da Luz, a mais antiga de São Mateus.

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São Mateus

Entrevista: Maciel de Aguiar ”A VAIDADE PESSOAL PODERÁ DERROTAR SÃO MATEUS”.

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O escritor Maciel de Aguiar, em entrevista exclusiva ao Jornal do Norte, diz que ”se não houver união do campo democrático, o atual prefeito de São Mateus poderá se reeleger e, novamente, sem um projeto de gestão!”

JN – Você acha que não haverá consenso para termos um ou dois candidatos para enfrentar o atual prefeito nas próximas eleições?

Maciel – Há muito São Mateus vem fazendo escolha pessoal, mas deveria votar em idéias e ou em projeto de gestão. Eu, por exemplo, votaria em um desafeto com capacidade de gestão e que apresentasse um projeto viável para a cidade e, sobretudo, para a Cultura e o Turismo, com foco no Porto, Barra Nova e em Guriri.

JN – Este é o principal problema para não elegermos um bom prefeito de São Mateus?

Maciel – Há algumas eleições para prefeito de São Mateus prevalece o voto no ”salvador”, no ”bonzinho” ou no ”coitadinho”. Veja o perfil de quem ganhou as eleições nos últimos 30 anos. Ainda não houve uma eleição na qual o vencedor fosse escolhido por suas idéias e muito menos por um projeto de gestão com capacidade de resolução dos nossos graves problemas e ou pelo conhecimento de gestão pública.

JN – E agora?

Maciel – Agora, possivelmente, teremos um fato novo, e bem pior: o atual prefeito poderá se reeleger pela vaidade dos demais pré-candidatos e, novamente, sem um projeto de gestão!

JN – Com um projeto de gestão o atual prefeito poderia se reeleger?

Maciel – Claro! Não tenho nada pessoal contra! O prefeito, como candidato a reeleição, deve fazer parte do processo! Mas, que apresente um projeto de gestão, que tenha diálogo com os movimentos sociais, que diga o que poderá realizar na Saúde, na Educação, na Cultura, no Meio Ambiente, etc. e como será a sua relação com o servidor público, com o campo democrático, com os trabalhadores do campo e com os setores produtivos da cidade. Ganhar uma eleição sem um projeto de gestão será outro retrocesso!

JN – E como resolver isto?

Maciel – A solução poderia surgir nos debates com os pré-candidatos, inclusive com o atual prefeito, para não continuarmos votando em nomes e na escolha pela vida individual e pelos favores pessoais.

JN – E como fazer isto?

Maciel – Para votarmos nas idéias ou em um projetos de gestão, poderíamos propor um debate, antes do processo eleitoral, para que os pré-candidatos e o atual prefeito possam apresentar as suas idéias e a solução para os nossos graves problemas. E, deste debate, sair um projeto de gestão e, sobretudo, um perfil para executá-lo.

JN – Isto é possível?

Maciel – Os veículos de comunicação da cidade poderiam propor este debate individual ou coletivo para que possamos escolher o melhor projeto de gestão e um perfil capaz de executar este projeto. Mas sem levarmos em conta a vida privada e muito menos as promessas de emprego na prefeitura, distribuição de benefícios e favores pessoais. Temos que eliminar o voto no ”bonzinho”, no ”coitadinho” e ou na distribuição de favores.

JN – E como fazer 10 pré-candidatos desistir da candidatura?

Maciel – Não é fazer desistir do direito de ser votado, visto que todos têm o direito de votar, mas de entendermos o que é melhor para a cidade.

JN – Então, você acha que com uma grande quantidades de candidatos o atual prefeito poderá se reeleger?

Maciel – Com certeza, e sem um projeto de gestão, ou seja, sem ninguém saber o que ele irá fazer! Mas, como disse antes, não podemos impedir o direito constitucional do cidadão em querer ser candidato. Porém temos, sim, o dever de ouvir as suas idéias para escolhermos qual candidato poderia melhor nos representar, administrar o município com capacidade, criatividade e competência e, principalmente, devolver o protagonismo regional a São Mateus.

JN – E o que poderá decidir as próximas eleições?

Maciel – Não tenho bola de cristal. Mas, mantendo o atual número de pré-candidatos, a vaidade pessoal poderá derrotar São Mateus!

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São Mateus

Amadeu Boroto não deve ser candidato a prefeito de São Mateus

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Pelo menos é o que o ex-prefeito vem dizendo as algumas lideranças políticas do município

Ainda não é nada oficial, mas a conversa existe e o assunto é a possível desistência da pré-candidatura do ex-prefeito Amadeu Boroto (PP). Ele vem analisando o cenário política do município, a grande quantidade de pré-candidatos e são fatores que o tem desestimulado à disputa das próximas eleições municipais, A esses fatores, deve-se agregar o alto índice de rejeição ao seu nome, segundo fontes consultadas pelo JN.

Para dirigentes de outras legendas partidárias, o risco da divisão em muitas candidaturas pode favorecer a situação daí a preocupação em ampliar as discussões com outros partidos na busca de um consenso em torno de um nome ou, pelo menos, trabalhar para diminuir a quantidade exagerada de pré-candidaturas.

Com relação ao nome do ex-prefeito, a sua desistência pode fortalecer, dentro do seu partido, o PP, o nome do empresário e presidente Cássio Caldeira. Ele é tido como um nome novo na política mateense e seria, para alguns, “a renovação que muitos clamam no município”, disse uma das lideranças ouvidas.

Outra questão levantada em conversas com lideranças comunitárias e políticas, além do cidadão comum, é a condenável prática dessas lideranças que se jugam donas da política mateense e que, na última hora se lançam candidatos. “Temos que desconstruir essas candidaturas de puro interesse e vaidade”, mandou recado uma das pessoas consultadas pela reportagem.

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