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Brasil

Homem é preso após sequestrar ônibus com passageiros em SP

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Caso que ocorreu na zona sul foi registrado com furto, embriaguez ao volante, desobediência, lesão corporal decorrente de oposição à intervenção policial

Um mecânico, de 23 anos, foi preso em flagrante após furtar um ônibus coletivo, na avenida Carlos Caldeira Filho, no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, por volta das 5h do último sábado (23).

Policiais militares foram acionados para uma ocorrência de furto de um veículo coletivo no Terminal Capão Redondo. Segundo as vítimas, o homem pulou a catraca, sentou no banco do motorista e fugiu com o veículo. Houve perseguição, o ônibus bateu em outros três carros e apenas parou em Itapecerica da Serra.

Após a colisão, o suspeito permanecia alterado e os PMs tiveram que intervir. Ele foi baleado no ombro e encaminhado ao Hospital de Itapecerica da Serra, onde foi medicado e liberado. Passageiros do coletivo não ficaram feridos.

A arma do policial foi apreendida, foram solicitados exames ao IC e IML. O caso foi registrado com furto, embriaguez ao volante, desobediência, lesão corporal decorrente de oposição à intervenção policial, legítima defesa, estrito cumprimento de dever legal, choque e abalroamento na Delegacia de Itapecerica da Serra.

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Brasil

Mais de 5,7 milhões de brasileiros não têm acesso a banheiro, diz IBGE

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Pesquisa de Orçamentos Familiares mostra que um em cada quatro moradores do Brasil não vive em moradias plenamente adequadas

Cerca de 2,8% da população brasileira (5,7 milhões) não têm acesso a um banheiro exclusivo ou utilizam de um buraco, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (25), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Para 96,8% da população, o domicílio em que residem tem banheiro para uso exclusivo e outros 0,4% compartilham o local com um ou mais lares. Quase todas as moradias que não contam com o cômodo estão situadas nas regiões Norte e Nordeste.

Além da falta de banheiro, a POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) indica que quase um quarto (23,5%) das pessoas no Brasil não vivem em uma moradia plenamente adequada. Do total, a área urbana reúne 15,7% da população nessas condições, enquanto 7,8% estão na área rural.

De acordo com o estudo, 91,4% das pessoas no Brasil residem em domicílios com paredes externas com material predominante de alvenaria, taipa com revestimento ou madeira apropriada para construção. Os lares com piso predominante de cerâmica, lajota ou pedra; ou madeira apropriada abrigam 82,6% dos residentes no Brasil.

No entanto, a proporção de pessoas com telhado com laje de concreto ou madeira apropriada, que dão mais segurança ao domicílio, é de apenas 30,6% da população brasileira, sendo 29,3% na área urbana e somente 1,2% na área rural.

A região Sudeste responde pela maior proporção de pessoas vivendo em domicílios com a melhor condição de cobertura (48,8%). Em todos outros locais, o tipo de telhado predominante para a maioria da população é a telha sem laje de concreto ou somente com a laje. A característica é mais acentuada entre as famílias do Norte (84,6%) e no Nordeste (83,5%).

Risco do domicílio

O levantamento também apurou a opinião da pessoa de referência da família em relação à situação de risco do domicílio a partir de cinco aspectos.

Problemas como fumaça, mau cheiro, barulho e outras questões ambientais causados pelo trânsito ou indústria no domicílio foram relatados por 25,3% dos entrevistados, dos quais 23,3% estão localizadas no setor urbano.

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Já os lares localizados nas proximidades de rio, baía, lago, açude ou represa poluídos abrigam 15,8% da população. Do total, 89,4% das pessoas estão na área urbana e 10,6% na área rural.

No que se refere aos domicílios em situação de risco por estarem localizados em áreas com violência ou vandalismo, 38,2% da população no Brasil afirma ser afetada pelo problema.

Serviços

Entre os domicílios em que energia elétrica é originada em uma rede geral, 64% das pessoas que vivem em domicílios onde a frequência do fornecimento é em tempo integral avaliam a moradia como boa. Outros 26,4% a consideram satisfatória e 7,3% avaliam que o abastecimento é ruim.

Em relação à disponibilidade de água, 47,1% dos lares com abastecimento diário avaliam o lar como bom, 18,5% o consideram somente satisfatório e 4,6% alegam que a residência é ruim.

Das mais de 78 milhões de pessoas que vivem em domicílios que não tem escoadouro de esgoto adequado, 23,6% avaliou a moradia como boa, enquanto 10,9% e 3,5% acham satisfatória e ruim, respectivamente.

Com referência à opinião da qualidade do serviço de coleta de lixo, 54,8% das pessoas que vivem em domicílios com coleta diária consideram que sua moradia é boa, 22% a julgam satisfatória e 5,8% ruim. Já para aqueles que têm seu lixo domiciliar coletado por caçambas, 4,3% avaliam a coleta de lixo como boa, 1,9% satisfatória e 0,6% como e ruim.

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Brasil

Senador é suspeito de estuprar jovem de 22 anos em São Paulo

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Crime supostamente cometido pelo parlamentar Irajá (PSD-TO) foi registrado no 14º DP (Pinheiros) nesta segunda-feira (23) na capital paulista

O senador Irajá Silvestre Filho (PSD-TO) é suspeito de estuprar uma jovem de 22 anos num flat em um bairro nobre da cidade de São Paulo (SP). O parlamentar nega as acusações – leia, abaixo, a nota completa.

A suspeita contra o senador, filho da também senadora Kátia Abreu (PP-TO), consta de um boletim de ocorrência registrado na madrugada desta segunda-feira (23) pela jovem no 14º Distrito Policial (Pinheiros).

De acordo com o documento, a vítima conheceu o senador num restaurante no Jockey Club de São Paulo. Depois, à noite, teriam ido para uma balada.

No local, “conheceram outras pessoas, consumiram bebidas alcoólicas e ali permaneceram, relatando a vítima que dado instante perdeu a consciência e veio a acordar na suíte de um flat”, diz o documento.

O boletim de ocorrência pontua ainda que, no flat, a jovem recobrou a consciência e acordou com o senador em cima dela, cometendo o ato de estupro. O parlamentar teria dito, segundo a vítima, as frases “você é minha” e “agora você é minha, eu estou apaixonado”.

A vítima disse que não resistiu ao abuso porque ficou com medo de que ele pudesse agredí-la, mas pediu para tomar água e ir ao banheiro, o que lhe foi negado. Num dado momento em que ela conseguiu ir ao banheiro, se trancou e mandou mensagens para uma amiga pedindo socorro. 

Com a chegada dessa amiga, a vítima partiu para cima do senador, dando socos. Em seguida, desceram para a recepção, onde acionaram a polícia. O senador, por sua vez, continuou no quarto, segundo o relato. Mas, quando os policiais chegaram, o parlamentar não estava mais ali.

Os policiais solicitaram perícia no local, além de encaminhar a vítima para exames de conjunção carnal e outros atos libidinosos, assim como exame toxicológico.

A vítima passou por exames na manhã desta segunda, segundo informou um amigo à reportagem. Disse também que ela recebeu medicação para lidar com o trauma.

A reportagem procurou a defesa do senador Irajá (PSD-TO). Leia, abaixo, a íntegra da nota:

“Foi com surpresa, decepção, tristeza e indignação que tomei conhecimento do episódio infame, maldoso e traiçoeiro envolvendo a minha vida e minha dignidade.

Eu sempre pautei minha vida profissional, pública e pessoal pela ética, respeito e retidão, sendo inimaginável ser acusado de algo dessa natureza.

O fato é que, como principal interessado na revelação ampla e total de toda essa farsa, solicitei que meu advogado, Daniel Bialski, reforçasse às autoridades responsáveis pela investigação do caso que requisitassem a realização de exame de corpo delito na acusadora para comprovar a verdade.

Ressalto que compareci espontaneamente à delegacia responsável pela apuração dos fatos e pedi para ser submetido, voluntariamente, a exame de corpo de delito e toxicológico, tudo para desmistificar o quanto aleivosamente alegado.

As filmagens, demais provas e testemunhas hão de repor a verdade no seu devido lugar e vir a declarar minha total e plena inocência.

Confio na polícia e na Justiça e sei que ficará provado que jamais houve nada que possa tangenciar qualquer comportamento inapropriado de minha parte.

Lamento muito ter sido envolvido nesse enredo calunioso e difamatório que busca manchar o meu nome em função da visibilidade momentânea da função que ocupo.

Reitero que aguardarei a conclusão das investigações antes de fazer qualquer nova manifestação. Não pretendo ser atirado para essa arena sórdida. A verdade aparecerá e eu a aguardarei com serenidade.

Declaro e reitero que não cometi ilícito algum e estou à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários

Senador Irajá”

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