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Homem sobrevive a grave acidente e atribui milagre a Deus: “Não há explicação lógica”

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No dia 20 de julho, em Comstock Park, no estado americano de Michigan, houve um acidente quase fatal, onde um senhor de 60 anos conseguiu sobreviver. Donald Rawson contou que estava voltando para casa, quando colidiu com um trailer que estava sendo conduzido por outro veículo.

O acidente foi terrível e o estado de destruição que ficou o veículo após a colisão não deixa dúvida de que houve a intervenção de Deus sobre a vida do homem.

O condutor do trailer não foi ferido, mas logo o idoso foi socorrido e levado ao hospital. Ele só recobrou a consciência enquanto tentavam tirá-lo do carro, por isso  não lembra dos detalhes da operação.

“Fui comprimido no carro como uma sardinha em lata”, disse ele à emissora WTOL. O homem sofreu várias fraturas e sangramento cerebral, ficou em estado grave.

“Estava coberto de vidro e detritos”, lembra. Ele disse que está vivo por um milagre. Precisou fazer uma cirurgia às pressas e alguns dias depois, recebeu alta.

“Não há explicação lógica de como uma pessoa pode continuar viva e sobreviver a esses destroços”, disse Rawson. “Estou convencido de que a graça de Deus e Sua intervenção sobrenatural salvou a minha vida”.

Sua recuperação ainda será um pouco demorado devido à gravidade dos ferimentos, mas ele disse que isso tudo serviu pra se aproximar mais de Deus.

“Como resultado dessa tragédia, seremos atraídos cada vez mais perto do nosso Senhor”, disse Rawson, feliz por estar recebendo apoio da sua família, grato e mais fortalecido em sua fé, segundo  a WTOL.

Mais um livramento

Outro relato milagroso foi do pastor Bradley, líder de uma igreja batista em Cherokee, na Carolina do Norte. Ele conta que estava trafegando normalmente pela rodovia, quando uma árvore caiu de um caminhão que estava na sua frente.

O tronco da árvore atravessou o vidro do carro e lhe atingiu. O pastor sofreu leves escoriações no rosto e o veículo ficou todo destruído por dentro. A cena de destruição, no entanto, também indicou um livramento do Senhor.

Pastor tem livramento de acidente

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Artigo: A influência da religião na sociedade

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A religião sempre esteve ligada ao ser humano, podemos dizer que está praticamente inerente ao mesmo. É criação humana, surge como primeira tentativa de explicar o mundo.  O homem, ao se deparar com o mundo, se indaga sobre a sua existência, a partir do despertar e construção da sua consciência e, desta forma ao se confrontar com o mistério do mundo, encontra neste, uma sacralidade. Seu relacionamento com a natureza é direto, é sua fonte imediata de sobrevivência e de perigo. A própria vida e morte são grande mistério, então, o homem primitivo passa a ressignificar o processo da vida através das perspectivas religiosas, e é isto que lhe dá sentido e direção.

Basicamente, todas as grandes civilizações se estruturaram ao redor de sofisticados elementos religiosos. A civilização egípcia, por exemplo, tinha toda a vida social, econômica, cultural e arquitetônica moldada pela religião. Podemos dizer que a engenharia e arquitetura do antigo Egito foram desenvolvidas em decorrência da religião, que se torna um elemento agregador e solidificador da sociedade. Bernardi e Castilho, no texto, A Religiosidade como Elemento do Desenvolvimento Humano, afirmam que, “o desenvolvimento local é um processo que envolve as mais diferentes dimensões do ser humano e da sociedade onde ele está inserido. Essas dimensões podem ser: sociais, econômicas, culturais, artísticas, religiosas, etc.”

Assim foi com várias outras civilizações que tiveram seu início e desenvolvimento impulsionado pelo elemento religioso. Os Hebreus se agregam ao redor da construção do relacionamento com Deus, agregam sentido à sua história, a partir da ressignificação do seu passado, e assim constroem seu futuro. Seu sistema de leis, o esforço de engenharia e de arquitetura para construção do templo, tudo impulsionado pela sua concepção religiosa. E mais que isto, o sistema agregador da religião permitiu ao Judeu sobreviver como povo mesmo nos extensos momentos em que ele não tinha uma pátria, mesmo quando sofreu uma perseguição que buscava eliminá-los.

Na fundação do cristianismo, o mundo sofre um impacto bastante significativo, passando no decorrer da história a ser uma religião mundial. É através do dele que temos a valorização do indivíduo, iniciando-se a construção do conceito de dignidade humana. Com a queda do império romano, é através do cristianismo que se mantêm os principais pilares da civilização ocidental, seja material ou intelectualmente. No período da Idade Média, os mosteiros são fontes do reservatório cultural e intelectual da sociedade, e é por meio da teologia que surgem os primeiros centros acadêmicos que virão a tornar-se as universidades na Europa.

Os primeiros centros de assistência social para enfermos, nascem da caridade cristã, ou seja, hospitais para aqueles que não poderiam pagar pela assistência médica, talvez o SUS seja uma ideia que nasce do conceito de caridade que está presente nas religiões. As principais concepções éticas nascem dos preceitos religiosos, de forma geral podemos afirmar que a grande maioria das religiões possui um código de ética que fundamentalmente valoriza o respeito ao próximo, conforme podemos perceber no alinhamento das declarações de grandes líderes e livros religiosos. Jesus: “Faça aos outros o que você quer que façam a você; Rabi Hillel: “Não faça ao seu vizinho o que você odeia”; Confúcio: “Não faça aos outros o que você não quer que façam com você”; Alcorão: “Não trate seu irmão de uma maneira que você mesmo não queira ser tratado; Mahabarta: “Não faça ao outro o que você não gostaria que fizessem a você, esta é a parte principal da lei”.

Por mais que se apregoe o fim das religiões, o mundo moderno é herança dos sistemas religiosos e ainda está impregnado de religiosidade. É preciso reconhecer a dívida que temos com toda a estrutura religiosa que a humanidade construiu. Claro que não podemos esquecer das críticas de Max, Freud e Nietzsche, não se pode negar que durante o decorrer da história os sistemas religiosos capturados pelas estruturas de poder usaram dela para justificar guerras e perseguições, esconder isto seria correr o risco de cometer os mesmos erros. Por isto, devemos compreender que precisamos nos atentar para o uso que o poder faz da religião. É inegável a grande contribuição para o desenvolvimento humano, a partir disto, compreendemos que as religiões podem ser um significativo movimento em busca da harmonia, paz, progresso e dignidade humana.

 

Autor: Roberto Rohregger é teólogo e mestre em Bioética. Professor da área de Humanidades do curso de Teologia do Centro Universitário Internacional Uninter.

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Papa fala de ‘dignidade e respeito’: bispo comenta declaração sobre casais LGBT

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Presidente da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, ele diz que o papa mostrou estar de “coração aberto” ao sofrimento de pessoas LGBT

O apoio do papa Francisco ao avanço da união civil de casais gays, revelado no documentário Francesco, desperta a reflexão sobre a forma como são tratadas as pessoas que sofrem discriminação e preconceito, avalia o bispo d. Ricardo Hoepers. Presidente da Comissão para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ele diz que o papa mostrou estar de “coração aberto” ao sofrimento de pessoas LGBT e transmitiu ao clero “serenidade”, ao tratar de um tema tão complexo. “É uma fala sobre dignidade e, acima de tudo, de respeito que devemos ter para com todas as pessoas”, disse o titular da Diocese de Rio Grande (RS), ao jornal O Estado de S. Paulo. “É para refletirmos sobre nosso nível de sensibilidade e humanidade em relação àqueles que sofrem discriminação e preconceito a ponto de serem excluídos de suas famílias e dos direitos sociais.”

Como o senhor e os demais bispos receberam o posicionamento do papa Francisco?

O papa Francisco é muito sincero, voltado às questões reais da vida cotidiana, e tem uma sensibilidade pastoral tão aguçada que nos impressiona com seu nível de humanidade. Trata-se de uma palavra em um documentário e, portanto, o papa fala com o coração aberto sobre os reais sofrimentos das pessoas de condição homoafetiva. Em uma sociedade que exclui com preconceitos e violência, é uma fala sobre dignidade e de respeito que devemos ter para com todos.

O que essa frase do papa Francisco transmite para a Igreja?

Transmite muita serenidade em lidar com temas complexos. O papa é o homem do diálogo, ele sabe ouvir, porque conviveu com as pessoas nas periferias geográficas e existenciais, quando era bispo na Argentina. Seu olhar, em primeiro lugar, é de reconhecer a dor. Por isso, fala da misericórdia e compaixão e, nos chama, como na última encíclica (Fratelli tutti), a sermos todos irmãos.

Qual o significado de o papa ter reconhecido o “direito a ter família” de homossexuais?

Primeiro, por causa das condições que, em alguns países, muitas pessoas de condição homoafetiva se encontram: abandonadas pelas famílias, discriminadas pela sociedade e à margem dos direitos de terem uma cidadania respeitada. Em segundo, porque essa condição discriminatória pode levar à violência e à exclusão social. Portanto, diante desses perigos, o papa entende que a lei deve buscar garantir a seguridade que toda pessoa merece por ser cidadão de direitos.

Esse posicionamento ocorre no momento em que o papa é alvo de campanhas políticas, até de católicos identificados como mais conservadores. Pode despertar mais oposição a ele?

Não acredito que uma palavra dita, dentro de um contexto de um documentário, sobre direitos humanos, possa causar uma oposição. Ao contrário, o papa Francisco se tornou uma voz profética e de grande liderança. Graças ao seu humanismo e humildade, ele vem mostrando que o mundo precisa de diálogo e isso pode salvaguardar os mais vulneráveis do mundo inteiro, como quando ele defendeu a minoria muçulmana no Myanmar.

Essa declaração abre uma discussão mais ampla na Igreja, com mudanças na doutrina ou dogmas em relação ao casamento em si?

Não, nada muda. Em nenhum momento o papa falou sobre esse assunto do ponto de vista doutrinal ou dogmático. Sobre família, ele já realizou dois sínodos e escreveu uma exortação apostólica pós-sinodal chamada Amoris laetitia. Esse documento afirma que continuamos a caminhar em pleno acordo com a tradição da Igreja sobre a sacralidade do matrimônio e sua dignidade no plano de Deus: “o matrimônio cristão, reflexo da união entre Cristo e a Igreja, realiza-se plenamente na união entre um homem e uma mulher, que se doam reciprocamente com um amor exclusivo e livre fidelidade, se pertencem até a morte e abrem à transmissão da vida, consagrados pelo sacramento que lhes confere a graça para se constituírem como Igreja doméstica e serem fermento de vida nova para a sociedade (Amoris laetitia, n. 292)”. Portanto, a frase do papa Francisco, no documentário, é para refletirmos sobre nosso nível de sensibilidade e humanidade em relação àqueles que sofrem discriminação e preconceito a ponto de serem excluídos de suas famílias e dos direitos sociais. Está falando, enfim, das nossas coisas humanas que temos de melhorar e acreditar em um mundo melhor, onde haja a globalização da solidariedade, sem discriminação e violência contra o ser humano. É tempo de cuidar de todos!

Por que levantar tal discussão neste momento do pontificado de Francisco?

Não entendo como “discussão nova” ou diferente de tudo o que o papa já vem anunciando em seu pontificado. O papa Francisco nunca deixou de se pronunciar sobre aqueles que sofrem algum tipo de discriminação ou violência. Ele se tornou a voz dos que se tornaram invisíveis nas periferias geográficas e existenciais.

É uma frase que avança em posições anteriores do papa Francisco sobre o tema?

Não. Só confirma sua sensibilidade para as questões humanitárias de respeito à dignidade humana.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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