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Política e Governo

Liberação de crédito emergencial no Banestes atinge marca de R$ 179,8 milhões

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O volume de operações das linhas de crédito emergencial chegou a 4.931, o que corresponde a 596 novos contratos no intervalo de sete dias.

A liberação de crédito emergencial no Banestes permanece em ritmo crescente e atingiu a marca de R$ 179,8 milhões em volume de liberações, no balanço realizado até a última sexta-feira (26). As linhas têm como objetivo amparar os mais diversos setores econômicos e industriais do Estado no enfrentamento da crise gerada pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). O total de operações liberadas chegou a 4.931, incluindo contratos com microempreendedores individuais e com empresas de pequeno, médio e também de grande porte, assim como do setor industrial.

Além disso, os clientes Pessoa Jurídica (PJ) e também do grupo Pessoa Física (PF) contam com a opção de reparcelamento de operações de crédito em até 180 dias, que já ultrapassou o montante de R$ 400 milhões em repactuações. Para clientes PF, o Banestes reduziu ainda juros de linhas de crédito e disponibilizou outras modalidades de auxílios financeiros.

“Podemos afirmar com toda a certeza que o Banestes é o verdadeiro banco dos capixabas, o banco que tem estado presente na oferta de crédito com condições diferenciadas para a sustentação da economia local. Nosso propósito é manter esse compromisso com o capixaba”, afirma o diretor-presidente do banco, Amarildo Casagrande.

Desde o início do ano, o Banestes já disponibilizou um montante superior a R$ 1,5 bilhão em créditos que, somados, correspondem a mais de 97 mil contratos de clientes pessoas físicas e jurídicas atendidos.

Confira abaixo o balanço detalhado das quatro principais linhas de crédito emergencial operadas pelo Banestes para enfrentamento dos impactos econômicos da pandemia do novo Coronavírus. Os dados são referentes ao período de março até 26 de junho de 2020.

1) Linha de Crédito Emergencial Bandes e Banestes:

Para esta linha de crédito, que atende a empresas de todos os portes e do setor industrial, com taxas a partir de CDI + 0,32%, ao mês, o Banestes disponibilizou o montante de R$ 250 milhões. Até o momento, o Banestes já liberou mais de R$ 150,9 milhões em recursos nesta linha, em um total de 1.489 contratos.

2) Linha de Crédito Aderes e Banestes – Nossocrédito Emergencial (Programa Nossocrédito):

A linha Nossocrédito Emergencial, com taxas de 0,65% a 0,95%, ao mês, já liberou mais de R$ 18,4 milhões em recursos, em 1.299 contratos com empreendedores de pequeno porte.

3) Linhas do Fundo de Aval – (01) Microcrédito Emergencial Covid-19:

Na linha de crédito de até R$ 5 mil, com taxa zero, cujo foco são microempreendedores individuais (MEIs), já foram liberados o valor total de mais de R$ 9,9 milhões, distribuídos em 2.098 operações de crédito.

4) Linhas do Fundo de Aval – (02) Capital de Giro Covid-19:

A linha de crédito de até R$ 31,5 mil, com taxa de CDI, cujos recursos são destinados especificamente para o pagamento de folhas de pagamentos de pequenas e médias empresas, já teve liberação de mais de R$ 463 mil, distribuídos em 45 contratos com empresas do Estado.

5) Reparcelamento de operações de crédito em até 180 dias:

Condição única no mercado, tanto para clientes pessoa física (PF) quanto pessoa jurídica (PJ). Ao total, o Banestes já realizou mais de R$ 567 milhões em repactuação de contratos.

A divulgação do balanço será realizada semanalmente pelo Banestes, no site oficial do banco. Para mais informações sobre as ações de auxílio econômico do Banestes, acesse: www.banestes.com.br/estamosjuntos.

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Violência doméstica: denúncia via app

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Matéria prevê o uso do WhatsApp para que mulheres possam pedir ajuda 

Já bastante popular no Brasil, o WhatsApp, aplicativo gratuito para troca de mensagens pelo celular, pode ter uma nova funcionalidade no Espírito Santo. O Projeto de Lei (PL) 377/2020, de autoria do deputado Euclério Sampaio (DEM), institui serviço permanente para receber denúncias de violência doméstica e familiar por meio do aplicativo. O serviço será restrito a mensagens (incluindo áudios, vídeos e fotos), sendo indisponível para ligações.

Além disso, a matéria prevê a garantia do sigilo sobre a identidade do denunciante. O parlamentar sugere o nome “WhatsApp da Penha”, mas deixa em aberto a possibilidade do Poder Executivo utilizar outra denominação com o cuidado de manter discrição do nome e foto no perfil para dificultar a identificação do órgão público pelo agressor.

De acordo com a matéria, as denúncias recebidas por meio do serviço deverão ter prioridade de atendimento durante períodos de calamidade pública, como no caso da pandemia pelo novo coronavírus. O PL leva em consideração que o distanciamento e isolamento social resultam em maior tempo em contato com o possível agressor. A matéria ainda prevê que o Executivo celebre convênios com os municípios com o objetivo de instituir políticas conjuntas para a ferramenta de apuração de denúncias ser mais efetiva. 

Na justificativa do projeto, Euclério destaca a agilidade desse tipo de aplicativo. “Precisamos simplificar o procedimento para formalização de denúncias de violência contra a mulher. Muitas vítimas se sentem inseguras dentro de suas próprias casas para fazer uma ligação para o número 180 ou até mesmo registrar um boletim de ocorrência na delegacia ou online. O canal de denúncia via WhatsApp seria um método rápido e fácil para a comunicação do crime às autoridades locais”. 

Tramitação 

Na Assembleia Legislativa, o PL será analisado pelas Comissões de Justiça, Cidadania, Segurança, Ciência e Tecnologia e Finanças. 

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Vice-governadora avalia participação de mulheres na política

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Em entrevista ao Portal Web Ales, Jaqueline Moraes falou sobre os desafios para superar a baixa representatividade feminina na política

Primeira mulher a assumir a vice-governadoria do Estado do Espírito Santo, Jacqueline Moraes defende a ampliação da participação das mulheres nos espaços de poder e decisão. Idealizadora da campanha #nãosejalaranja, iniciada quando estava à frente da Secretaria de Mulheres do seu partido (PSB), a vice-governadora concedeu uma entrevista ao Portal Web Ales e falou sobre o papel da mulher na política. Ela comentou o que precisa ser feito para ampliar o acesso e garantir que avanços aconteçam de maneira significativa e contínua. 

Como a senhora avalia a presença feminina na política? A senhora vê avanços?

Segundo a pesquisa do Senado que saiu em 2019, o Espírito Santo ocupa o 27º lugar na representação feminina. É um número muito ruim, porque nos estados da Federação mais o Distrito Federal nós somos o último. Esse número me incomodou muito, por mais que a gente tenha a vice-governadora, uma senadora, três deputadas federais e três estaduais, praticamente 80 vereadoras, oito vice-prefeitas e quatro prefeitas, ainda é baixa a representatividade em relação aos outros estados da federação. Temos visto avanços no campo das conquistas de direitos, por exemplo, a questão da arrecadação do fundo que é destinado às mulheres, eu vejo grande avanço. A cota – apesar de não ser cota de mulheres, é cota de gêneros –  garantiu maior participação das mulheres. E depois na eleição de 2018 surgiu a cota financeira que é proporcional ao número de mulheres, o partido que tiver 40% de mulheres vai ter 40% do dinheiro destinado para as candidaturas femininas. Eu vejo isso como avanço, mas nós ainda não temos avanço nos números, ainda são avanços tímidos”.

Mesmo com a cota de gênero, o que vemos ainda são muitas candidaturas laranjas. Como a senhora avalia essa questão?

A candidatura laranja teve uma leve redução em 2018. Eu fiz um estudo quando eu cheguei à Secretaria de Mulheres do meu partido e criei a campanha #nãosejalaranja dentro da estrutura partidária. Também levei a campanha para a OAB, para o Ministério Público, para as Câmaras Municipais. Fui para vários lugares, onde a gente percebe que talvez seja onde nascem as candidaturas laranjas por causa da necessidade de preencher a cota. E vemos que não há um incentivo anterior dos partidos em preparar as mulheres no campo da política. Ou seja, formação política, e formação político-eleitoral, que contempla como agregar votos, se portar, se falar, questões que incentivem as mulheres a participarem. Na época, eu criei essa hashtag e ela teve uma influência grande no estado e a gente conseguiu êxito. Acabei percorrendo o estado todo com essa campanha e fui convidada a ser vice-governadora.

Quais são os reflexos na política e na sociedade quando as mulheres ocupam papéis de poder e de decisão?

O baixo interesse das mulheres em participarem gera uma baixa representatividade, que gera uma baixa quantidade e qualidade de políticas públicas. E assim, cria um círculo vicioso. Nós precisaríamos quebrar o ciclo. E onde quebrar o ciclo? Primeiro no interesse. Então, eu imaginei que, para garantir o interesse, a gente precisaria abordar mais a temática de fortalecer a ideia que as mulheres podem alcançar o espaço que quiser. E eu comecei a trabalhar a ideia de ocupar o lugar de fala. Eu, por exemplo, comecei como camelô e a Associação de Camelô naquele momento era o meu lugar de fala. Depois, fui líder comunitária e aquele se tornou meu lugar de fala na minha comunidade. Que me projetou a candidatar vereadora. Me candidatei, ganhei e ocupei outro lugar de fala que foi a tribuna da Câmara. Um lugar de fala, de poder e de decisões políticas. Depois decidi ocupar a secretaria estadual do meu partido, que foi onde eu criei a campanha #nãosejalaranja. Então quando você orienta essas mulheres e as incentiva a ocupar seu lugar de fala, você vai projetando essas mulheres. Hoje na Vice-governadoria, eu procuro contemplar projetos como o Agenda Mulher, projetos que a gente está coordenando que tenham visibilidade para outras mulheres que estão atuando nos bastidores, mas para que essas mulheres ocupem lugares de decisão. Porque muitas estão ocupando lugar de formação, de escrever a política, de pensar, mas não decidem. Então, o lugar de decisão também para nós mulheres é muito importante. Então, eu procuro sempre visibilizar, fortalecer outras mulheres. E essa tem que ser uma tarefa de todas as mulheres que estão em espaços de decisão.

O que pode ser feito para impulsionar a participação das mulheres na política?

Culturalmente, a gente percebe uma mudança tímida, mas gradativa na ideia de que a mulher pode ocupar o espaço que quiser. Então, essa ideia que a história construiu em que o espaço privado era especificamente das mulheres e o espaço público dos homens tem sido alterado ao longo do tempo. Essa nova geração está vindo com um empoderamento maior. O empoderamento da juventude. Com isso, a gente consegue um avanço social, mas tudo é mudança de cultura. A gente entende que existe o conservadorismo, um machismo estrutural na sociedade. Em tudo eu vejo mudanças, evolução, mas mudanças lentas. A gente precisa construir mais políticas públicas para fortalecer essas mudanças.

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