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Mundo Cristão

Local da morte de George Floyd vira ponto de evangelização e ação sobrenatural de Deus

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Após a morte de George Floyd muitas coisas, além de protestos, aconteceram. Houve um despertar, não apenas de conscientização em relação ao preconceito e ao racismo, mas também sobre o plano espiritual.

Muitas pessoas de igrejas se reuniram para falar de amor num lugar que foi cenário de ódio e violência. Falar do amor que liberta, cura, perdoa e salva, nunca foi tão valioso em um tempo tão tomado por radicalismos como o atual.

Local da morte de George Floyd vira ponto de evangelização

Crentes e não crentes reunidos no mesmo lugar, no local de memorial do George Floyd, transformaram o lugar em ponto de evangelismo e ação sobrenatural do Deus vivo.

Esse movimento começou com o Dr. Charles e pelo Pastor LindseyKaruku, da International Outreach Church, em Minnesota. Eles sentiram um chamado de Deus para serem canal de cura inter-racial.

“Eu estava em um jejum de 40 dias que terminou no dia seguinte à morte de George Floyd”, disse Charles, segundo informações da CBN News.

“Quando começamos o jejum, o Senhor nos disse que, no dia de Pentecostes, Ele faria uma grande coisa. Como não sabíamos o que seria, continuamos orando e jejuando. No dia em que terminamos o jejum, houve tumultos”, completou.

“Sabíamos que no dia de Pentecostes, precisávamos estar naquele local em que George Floyd foi morto e proclamar o nome de Jesus Cristo e trazer uma mensagem de unidade”, destacou, lembrando que em pouco tempo percebeu uma mudança no local.

“As pessoas estão sendo batizadas durante os cultos de avivamento que estão acontecendo. Eles estão dando suas vidas a Cristo e querem dar esse passo para serem batizados”, frisou o pastor.

O local passou a ser palco para conversões, batismos e curas. O que antes era um espaço de tristeza e lamento, agora virou lugar de esperança e restauração de vidas, algo que o próprio George Floyd lutava para promover enquanto esteve vivo.

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Mundo Cristão

Reabertura de igrejas será sem cantar para não propagar o coronavírus, na Inglaterra

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O governo da Inglaterra estabeleceu as precauções que as igrejas precisam tomar quando reabrirem para o culto público a partir de 4 de julho. 

As orientações publicadas incluem uma série de restrições ao culto, com as igrejas orientadas a evitar cantar e usar instrumentos de sopro.

As igrejas estão se preparando para retomar o culto público depois de poderem abrir para orações particulares no início deste mês. 

A orientação foi produzida com conselhos da comunidade científica e da Força-Tarefa de Locais de Culto do Governo, composta por líderes religiosos. 

“Os locais de culto desempenham um papel importante no fornecimento de liderança espiritual para muitas pessoas e na união de comunidades e gerações”, diz o documento.

“No entanto, sua natureza comunitária pode torná-los lugares particularmente vulneráveis ​​à propagação do COVID-19”. 

Casamentos e funerais podem ser retomados com até 30 participantes. O culto comunitário pode ocorrer com números mais altos, sujeitos a um distanciamento social estrito. 

Os locais de culto são aconselhados a adaptar cerimônias e serviços para que sejam “concluídos no menor tempo razoável”, com os participantes “encorajados a seguir em frente, para minimizar o risco de contato e a disseminação da infecção”.

“Se apropriado, você deve reconfigurar os espaços para permitir que os fiéis se sentem em vez de ficarem em pé, o que reduz o risco de contato”, diz a orientação. 

Também recomenda que, sempre que possível, os locais de culto continuem transmitindo eventos ao vivo para evitar grandes reuniões e “continuem alcançando aqueles indivíduos que se isolam ou são particularmente vulneráveis ​​ao COVID-19”. 

As igrejas devem usar folhas de serviço de uso único e material devocional ou livros limpos num intervalo de 48 horas entre os usos.

As congregações são instruídas a “evitar cantar, gritar, levantar vozes e / ou tocar música em um volume que dificulte a conversa normal ou que incentive a gritar”.  

“Isso se deve ao potencial de aumento do risco de transmissão de aerossóis e gotículas”, diz a orientação.

O tocar de instrumentos “que são soprados deve ser especificamente evitado no culto ou nas devoções e nos ensaios”.

“Onde a música tem um papel importante no culto e há gravações disponíveis, sugerimos que você considere usá-las como uma alternativa ao canto ao vivo.

Não ficou definido sobre quem é a responsabilidade caso haja uma propagação de coronavírus em um local de culto, para que todos os líderes da igreja sejam instados a seguir as diretrizes.

Outras sugestões no documento sugerem que o dinheiro não deve passar pelas mãos; portanto, as doações online devem ser incentivadas; no entanto, se não houver opção – o dinheiro fornecido deve ser mantido em um contêiner e não tocado por vários dias.

Outros aspectos da vida da igreja, como grupos de jovens e escolas dominicais, são permitidos, mas não necessariamente aconselháveis. Os líderes da Igreja são incentivados a realizar avaliações de risco para garantir que todas as atividades sejam “seguras”.

Aqueles que desejam prestar serviços ao ar livre são incentivados a tomar precauções extras sobre segurança.

Embora as igrejas tenham recebido liberdade para reabrir a partir de 4 de julho, espera-se que muitas não o façam. A Aliança Evangélica diz que as conversas que teve com os membros é que não haverá pressa.

Alguns sugeriram que ‘igreja híbrida’ pode ser o futuro, com opções para assistir online e pessoalmente no futuro próximo.

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Mundo Cristão

Evangélicos vão ao STF para derrubar decretos que impedem igrejas de fazer cultos online

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A Associação Nacional de Juristas Evangélicos entrou com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular decretos municipais que impedem pastores de fazer transmissões ao vivo de cultos pela internet.

A entidade diz que fiéis têm ido aos templos para buscar assistência social e apoio espiritual na pandemia. Mesmo assim, relatam que fiscais têm proibido até mesmo reuniões de grupos de orações, dentro de residências.

O pedido se baseia em normas baixadas em cidades como João Monlevade (MG), Macapá (AP), Serrinha (BA), Rio Brilhante (MS), Armação dos Búzios (RJ), Bebedouro e Cajamar (SP) que suspenderam qualquer tipo de atividade religiosa nas igrejas, mesmo sem aglomerações.

A maioria dos estados têm permitido o retorno gradual dos templos, determinando que as igrejas não ultrapassem mais do que 30% de ocupação e adotem o uso de máscaras, álcool em gel, distância de 1 metro e meio (ou mais), observa a associação. 

No entanto, a ANAJURE monitorou uma série de violações à liberdade religiosa, apresentando determinações desproporcionais. “Embora alguns estados estejam flexibilizando, há municípios que não seguiram a tendência, pois reabriram setores diversos do comércio e não trataram da situação das igrejas”, diz a organização.

Segundo a entidade, os fiéis têm ido aos templos para buscar assistência social e apoio espiritual durante a pandemia do novo coronavírus. Mesmo assim, há relatos de fiscais que têm proibido até mesmo reuniões de grupos de orações, dentro de residências.

“Municípios têm vedado, sem ressalvas, o exercício de qualquer atividade religiosa e o funcionamento dos templos religiosos, o que tem reverberado até mesmo sobre as transmissões virtuais, executadas por um grupo pequeno de ministros”, diz a ação, que tem como relator o ministro Celso de Mello.

“Dessa maneira, lamentavelmente, parece existir preconceito e negligência com o seguimento religioso, pelo fato de grande parte dos planos de retomada falarem em economia mas não em religião, como se esse não fosse o primeiro direito humano fundamental”, diz a ANAJURE em seu site.

Dentre os estados que permanecem com atividades suspensas, estão Acre e Piauí (até 22/06), Sergipe (até 23/06), Amapá (até 30/06) e Roraima (suspensão com prazo indeterminado). São Paulo teve apenas recomendações; Espírito Santo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul não apresentam restrições específicas, recomendando apenas medidas de cautela gerais para a população; e Bahia continua permitindo atividades até 50 pessoas, com expectativa de novo decreto sobre o tema.

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