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Brasil

Luciano Hang oferece R$ 100 mil por autor de incêndio a estátua da Havan

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O dono da rede de lojas Havan, Luciano Hang, oferece recompensa de R$ 100 mil a quem fornecer informações sobre quem provocou incêndio que queimou uma réplica da Estátua da Liberdade da loja Havan em São Carlos, interior de São Paulo em 31 de dezembro de 2019.

Imagem do empresário Luciano Hang em vídeo no qual oferece recompensa a quem informar sobre incêndio de estátua de uma das lojas Havan

O empresário publicou vídeo em suas redes sociais nesta 6ª feira (10.jan.2020) em que aparece vestido de ‘xerife do velho oeste’.

Segundo Luciano Hang, laudo da polícia apontou que o incêndio foi criminoso. O fogo teria sido provocado por meio de gasolina, o que, para ele, foi 1 “ataque terrorista”.

 

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Brasil

MPF denuncia Glenn Greenwald e mais seis por invasões de celulares

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Para o Ministério Público Federal, jornalista auxiliou, incentivou e orientou o grupo de hackers durante o período das invasões de celulares

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta terça-feira (21) sete pessoas no âmbito da operação Spoofing, que investiga crimes relacionados à invasão de celulares de autoridades brasileiras: procuradores da força-tarefa da operação Lava-Jato e do então juiz federal Sérgio Moro.

São apontadas a prática de organização criminosa, lavagem de dinheiro, bem como as interceptações telefônicas. Foram denunciados, ao todo, sete pessoas, entre elas o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil.

Além de Glenn, foram denunciados Walter Delgatti Netto, Thiago Eliezer Martins Santos, Luiz Henrique Molição, Gustavo Henrique Elias Santos, Danilo Marques e Suélen Oliveira. O procurador da República Wellington Divino de Oliveira pede a instauração de um processo-crime e a citação dos denunciados para que apresentem defesa.

Segue, abaixo, o papel  de cada um dos denunciados, de acordo com a denúncia.

Walter Delgatti Neto: executor, mentor e líder dos crimes bancários e das invasões aos dispositivos informáticos;
Thiago Eliezer Martins Santos: programador, mentor e líder dos crimes bancários e das invasões aos dispositivos informáticos;
Gustavo Henrique Elias Santos: programador, responsável por diversas fraudes bancárias e atuava prestando auxílio nas condutas das invasões aos dipositivos informáticos;
Luiz Henrique Molição: realizou invasões aos dispositivos informáticos e atuava prestando auxílio nas condutas perpetradas por Walter bem como atuou como porta voz do grupo;
Suelen Priscila de Oliveira: atuava como laranja e buscava terceiros para participarem das fraudes e furtos bancários com o objetivo de realizar a lavagem de dinheiro;
Danilo Cristiano Marques: era testa-de-ferro de Walter possibilitando o
usufruto dos meios materiais para a realização dos mais diversos crimes cibernéticos. Também atuava como laranja de Walter.

Para o procurador, Walter Delgatti Netto era o líder da organização criminosa que invadiu celulares de autoridades. Gleen, por sua vez, não fazia parte do grupo.  “Walter é responsável direto e imediato, de maneira livre e consciente, pela prática do crime em relação a 126 vítimas e 176 condutas”, aponta a denúncia.

A organização cometia crimes cibernéticos em três frentes:

1) fraudes bancárias e furtos utilizando Phishing, engenharia social, clonagem de cartões de crédito e key loggers;
2) invasão de dispositivos, com violação indevida de sistemas de segurança e monitoramento, em tempo real, de dados sem autorização judicial;
3) lavagem de dinheiro.

Para o MPF, ficou comprovado que Greenwald auxiliou, incentivou e orientou o grupo durante o período das invasões. Apesar da denúncia, o jornalista não era inicialmente investigado.

Danilo e Gustavo, por sua vez, “tiveram atuações assessórias, porém, essenciais, para que Walter, Luiz e Thiago “obtivessem sucesso na empreitada criminosa de invadir dispositivos informáticos para obtenção de mensagens privadas”.

Luiz Molição tinha por missão inicial, segundo o documento, realizar a análise dos dados e materiais jurídicos obtidos por Walter e, posteriormente, auxiliar nas comunicações do grupo com Greenwald. Molição não é considerado parte da organização criminosa porque, segundo a denúncia, não participava dos esquemas de fraudes bancárias e furtos mediante fraude. 

O documento relata, também, que os denunciados “utilizavam técnicas simples” para superar as barreiras de segurança impostas pelos usuários, pelos desenvolvedores e pelas operadoras de telefonia móvel.

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Brasil

Caminho da Escola vai entregar 6,2 mil novos ônibus para estados e municípios

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Aquisições incluem um novo modelo de veículo que irá atender áreas de difícil acesso e com vias mais castigadas

Ministério da Educação (MEC) viabilizou a compra de 6,2 mil novos ônibus escolares, por meio do programa Caminho da Escola, favorecendo estados, municípios e o Distrito Federal com os veículos na renovação das frotas.

A brasiliense Maryane Mesquita, de 9 anos, está entre os quase 5 milhões de estudantes brasileiros beneficiados pelo programa, cujo objetivo é garantir o conforto e a segurança no translado de casa para a escola em todo o Brasil. “A Mary utiliza o transporte escolar há três anos para ir à escola rural de São Sebastião. O ônibus é muito bem conservado e seguro. Tem monitora para cuidar das crianças e o motorista é super responsável. Isso é bom para ela, e traz uma tranquilidade para a gente que é mãe”, afirma Jô Mesquita, mãe da Maryane.

As aquisições incluem um novo modelo de veículo que irá atender áreas de difícil acesso e com vias mais castigadas, uma iniciativa inédita no governo federal. Para isso, os ônibus possuem tração nas quatro rodas e são menores, garantindo o transporte de 13 estudantes sentados.

Segundo a presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Karine Santos, o novo modelo de ônibus atende uma necessidade exposta pelos municípios. “Estamos atentos às demandas. Por isso, o Caminho da Escola disponibiliza pela primeira vez esse micro-ônibus escolar”, explica a presidente.

Além do modelo “jipe”, estão disponíveis para aquisição outros seis modelos de ônibus, tanto para as áreas rurais quanto urbanas. Os dois tipos que atenderão as áreas urbanas permitirão a viagem de 21 e 29 alunos sentados. Os modelos rurais possuem capacidade para 29, 44 e 59 estudantes sentados.

Melhorias

Entre as melhorias dos ônibus para 2020 estão a porta de lâmina única, que possui vedação total para entrada de pó e água, o que permite o tráfego em estradas rurais de difícil acesso. Os modelos também terão um sistema aperfeiçoado de isolamento térmico do motor, o que proporciona a diminuição do calor no interior do veículo.

Todos os veículos são equipados com dispositivos de acessibilidade e seguem padrões de qualidade e segurança estipulados pelo FNDE, em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Aquisições

Estados, Distrito Federal e municípios poderão adquirir os veículos por meio de atas de compras disponíveis no Sistema de Gerenciamento de Atas de Registro de Preços (Sigarp) do FNDE. Com o modelo de compra compartilhada, a economia na compra dos veículos pode chegar a quase 40% do valor de mercado.

Estudantes de Santa Catarina conhecem novos ônibus do Caminho para Escola. Foto: Shismênia Oliveira - Ascom/MECEstudantes de Santa Catarina conhecem novos ônibus do Caminho para Escola. Foto: Shismênia Oliveira – Ascom/MEC

 

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Caminho da Escola

Desde 2007, o programa tem o objetivo de renovar a frota de veículos escolares no Brasil e garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes. Os veículos podem ser adquiridos pelos estados e municípios por meio de assistência financeira do FNDE, recursos próprios e por linha de crédito a ser disponibilizada por agente financeiro.

Hoje, a necessidade de frota para atender a demanda de estudantes, tanto de áreas rurais quanto urbanas, gira em torno de 104 mil veículos com capacidade média para 31 passageiros. Além dos ônibus e micro-ônibus, também são utilizados cerca de 670 lanchas escolares desenvolvidas e construídas em parceria com a Marinha do Brasil, e quase 6,5 mil bicicletas e capacetes escolares.

Estudos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação concluíram que o fornecimento de bicicletas aos estudantes pode atenuar o esforço daqueles que precisam percorrer pequenas e médias distâncias para chegar à escola ou aos pontos dos barcos e dos ônibus escolares.

 

Com informações do FNDE/MEC

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