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Política Nacional

Ministério do Desenvolvimento Regional entrega 1.760 moradias no Ceará

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O Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, em Fortaleza-CE, durante visita e entrega das chaves aos moradores do Residencial Comunitário Luiz Gonzaga 

O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, participou, em Fortaleza (CE), da entrega de 1.760 moradias do programa habitacional de interesse social do Governo Federal  no último sábado (2). A projeção é que as residências acolham mais de sete mil pessoas. As casas são da faixa 1, voltada a famílias de baixa renda, e estão localizadas no Residencial Luiz Gonzaga.

As casas são da faixa 1, voltada a famílias de baixa renda

No dia da entrega das chaves aos futuros moradores, Canuto visitou as residências construídas e conheceu a infraestrutura do conjunto habitacional. Neste ano, o ministério já destinou mais de R$ 156,7 milhões para a faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida no estado.

No Residencial Luiz Gonzaga, cada casa tem 47,8 m² e está avaliada em R$ 74,4 mil. A infraestrutura conta com pista de skate, mini campo de futebol, centro social, quadra poliesportiva, playground, estacionamento, reservatório de água, iluminação pública, estação de tratamento de esgoto, pavimentação, redes de água, esgoto e energia elétrica, além de urbanização.

O Governo Federal contabiliza, até o mês de setembro, a entrega de 245.629 unidades habitacionais para famílias de todo o país. Até o momento, foram pagos R$ 3,35 bilhões de Orçamento Geral da União para o programa Minha Casa, Minha Vida. Também, até o mês de setembro, foram contratadas 210.619 unidades habitacionais das faixas de renda 1,5, faixa 2 e faixa 3 em todo o território nacional. 

As moradias do Minha Casa, Minha Vida são destinadas a quatro faixas de renda e cada uma delas têm condições diferenciadas. A faixa 1 atende famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil. Já a faixa 1,5 é para famílias com renda de até R$ 2,6 mil, e a faixa 2, renda de até R$ 4 mil. A faixa 3 contempla famílias com renda de até R$ 7 mil.

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Política Nacional

Bolsonaro diz que Brasil trata crime ambiental com ‘tolerância zero’

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Presidente afirmou também que fogo não se propaga dentro das florestas e que focos criminosos são combatidos com “rigor e determinação”

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na manhã desta terça-feira (22), que o Brasil trata crimes ambientais com “tolerância zero”. 

O presidente fez declaração na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). Por tradição, o Brasil abre o evento.

Bolsonaro disse que a propagação de fogo dentro das florestas brasileiras não é possível e explicou que os focos de incêndios acontecem sempre nos mesmos lugares. 

“Nossa floresta é úmida e não permite a propagação do fogo em seu interior. Os incêndios acontecem praticamente nos mesmos lugares, no entorno leste da floresta, onde o caboclo e o índio [que habitam a região] queimam os seus roçados em busca de sobrevivência, em áreas já desmatadas”, argumentou.

O presidente também disse que focos criminosos são combatidos com “rigor e determinação” e que a política do governo federal é de “tolerância zero com o crime ambiental”. 

“Somos vítimas de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e Pantanal”, afirmou Bolsonaro em mensagem gravada e exibida no telão do evento. Segundo o presidente, o país é líder na conservação de florestas tropicais. 

O presidente afirmou que “a Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima”, o que “explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras aproveitadoras e impatrióticas com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil”. 

Na quinta-feira (17), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, admitiu que o fogo no Pantanal tomou “proporção gigantesca”, a maior série de queimadas no bioma em décadas tinha alcançado seu ápice.

Coronavírus no Brasil

Ao falar sobre a pandemia do novo coronavírus, o presidente lamentou as mortes causadas pela covid-19 e afirmou que, desde o começo, era preciso pensar no combate ao vírus e ao desemprego. 

Segundo o presidente, “o governo implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior”, citando o socorro a empresas, o auxílio emergencial e recursos para a vacina de Oxford. 

Devido à pandemia de coronavírus, Bolsonaro gravou a abertura na quarta-feira (16) e enviou o vídeo a organização da Assembleia Geral no dia seguinte. 

Bolsonaro também defendeu que a liberdade é “o bem maior da humanidade” e fez apelo “pela liberdade religiosa e contra a cristofobia”. “O Brasil é um país cristão e conservador e tem a família como sua base”, encerrou. 

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Política Nacional

Wilson Witzel cobrava 10% de dinheiro repassado a sete prefeituras, revela investigação do MPF

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Esquema seria para desviar recursos da Saúde do Rio

RIO – A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou mais um suposto esquema para desviar dinheiro público da Saúde do Rio, durante a gestão do governador afastado Wilson Witzel e do ex-secretário Edmar Santos, em que teria sido instituída uma espécie de “rachadinha” de repasses do Fundo Estadual de Saúde a sete prefeituras. Do total transferido para esses municípios, o grupo receberia de volta 10% do valor. A modalidade de desvio foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) na segunda denúncia em que aponta Witzel como líder da organização criminosa.

Segundo Edson Torres, apontado como operador financeiro do grupo, a Secretaria estadual de Saúde planejou transferir R$ 600 milhões aos fundos municipais de Saúde, para que o montante entrasse no cálculo do valor mínimo constitucional a ser aplicado na área. Em tese, a divisão dos recursos seria feita pelo tamanho da cidade, mas isso não foi respeitado em todos os casos. Segundo a denúncia, a intenção seria superfaturar obras em algumas cidades para que o lucro fosse revertido para o núcleo comandado pelo Pastor Everaldo.

Torres narra que ele e outros integrantes do grupo participaram de reuniões sobre a destinação de verbas para Petrópolis, São João de Meriti, Paracambi e Itaboraí. Afirmou ainda, em seu depoimento, que as prefeituras de Magé, Saquarema e São Gonçalo também retornaram valores ao grupo.

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