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Segurança

MPES requer condenação de oficial de Justiça que repassava cumprimento de mandados

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O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Pinheiros, denunciou um oficial de Justiça e um homem por falsidade ideológica, usurpação de função pública e violação de sigilo funcional. O oficial de Justiça, ao invés de cumprir a função pública que ocupa, entregava os mandados ao homem para que ele cumprisse as ordens judiciais.

Após receber um mandado de busca e apreensão, a Polícia Militar compareceu à residência de um homem com informações de que lá poderia encontrar drogas e armas de fogo. Os objetos não foram localizados. No entanto, os policiais acharam diversos mandados de intimação em poder do denunciado. A partir das oitivas de testemunhas, ficou comprovado que durante vários meses de 2016 um oficial de Justiça entregava os mandados ao homem para que ele os cumprisse.

O oficial de Justiça alegou durante as investigações que buscava informações com o rapaz, para facilitar o cumprimento dos mandados. Quando não encontrava as pessoas que deveriam ser notificadas, pedia ao homem para cumprir os mandados. Alegou ainda que, às vezes, como forma de ressarcimento, dava R$ 10,00 para o rapaz colocar gasolina na moto dele. De acordo com a denúncia, o oficial de Justiça ainda expedia as certidões dando fé pública às diligências feitas pelo outro denunciado, sem sequer verificar a veracidade das informações.

Desta forma, o MPES requer a condenação do oficial de Justiça à pena de 15 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, e a 2 anos e oito de detenção, em regime inicialmente aberto, além da perda do cargo de oficial de Justiça. Em relação ao homem que cumpria os mandados, o Ministério Público requer a condenação a 10 anos e 2 meses de reclusão, em regime inicialmente fechado.

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Segurança

Jovem é detido com drogas pela PM em Nova Venécia

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Na última segunda-feira (21), militares da Força Tática do 2º Batalhão apreenderam 25 pedras de crack, quatro buchas de maconha, além de R$765,00 em espécie. Um jovem de 20 anos foi detido.

A ação ocorreu durante patrulhamento tático motorizado no bairro Altoé. As equipes receberam denúncia de que indivíduos envolvidos com o tráfico de drogas estariam escondidos no final da Rua Luiz Altoé.

Os militares prosseguiram a pé até o local, passando por uma vegetação. Com a chegada das equipes, dois indivíduos fugiram pela mata, não sendo mais localizados. Na fuga, um dos integrantes do grupo ficou preso a uma cerca de arame farpado, sendo detido pelos policiais.

Durante as buscas foi apreendido com o suspeito, um aparelho celular e o dinheiro. Ao lado dele foi encontrada uma sacola preta contendo todos os entorpecentes.

O jovem e o material recolhido foram encaminhados ao plantão policial.

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Segurança

Projeto estimula talentos e reintegração social por meio da pintura

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Na Penitenciária de Barra de São Francisco, o projeto Pintura em Tela ajudou a lapidar muitos talentos. Desenvolvido na unidade desde 2016, a iniciativa estimula a criatividade e o autoconhecimento, que contribuem para preparar mente e corpo para a reinserção social.

O objetivo do projeto é fazer com que internos desenvolvam imaginação, percepção e sensibilidade com as produções artísticas, além de possibilitar que cada um reflita sobre as pinturas criadas. Os internos participam do projeto de forma voluntária. Quem já possui mais experiência repassa seus conhecimentos a outros internos que demonstram interesse em participar. As obras produzidas no projeto ornamentam diversos espaços da unidade prisional.  

O interno Ronaldo Izidoro Fernandes participa do projeto de arte desde a sua implantação e já obteve o primeiro lugar em um concurso de pintura desenvolvido no sistema prisional em 2016. Para ele, o projeto proporciona muitos benefícios para a execução da pena.

“Devido a minha condenação, pensei que minha vida não tinha mais sentido. A partir do momento que passei a participar do projeto, vi que eu havia recebido uma nova oportunidade, que cresceu ainda mais quando ganhei o primeiro lugar no concurso de pintura. A admiração das pessoas alimenta minha intenção de continuar e crescer. Comecei essa ideia na prisão e não sabia que tomaria tamanha proporção. A pintura é um dom que Deus nos dá e que, a partir do momento que começamos, tomamos amor pela arte que se torna uma espécie de ‘vicio bom’ e não queremos mais parar. Por meio dos livros, aprendi técnicas que ajudaram a aperfeiçoar minha arte. Hoje, minha família vende os quadros para a minha manutenção no projeto e até mesmo para arrecadar fundos para outras demandas. Até hoje já se foram mais de 100 telas”, diz Ronaldo Fernandes.

O diretor da unidade prisional, Makssuel Dellevidove, destaca que projetos como o Pintura em Tela são essenciais para o desenvolvimento, respeito e a valorização do ser humano. “Damos importância ao ser humano, independentemente do crime que ele tenha cometido. Somos ressocializadores e não medimos esforços para oferecer o incentivo necessário para que eles façam sempre uma reflexão de suas vidas dentro e fora da prisão”, afirma.

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