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Nadal exalta conquistas, mas rechaça já ser o melhor da história: “Estou entre eles”

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Após ganhar pela 13ª vez em Roland Garros e igualar Roger Federer em conquistas de Grand Slam, espanhol quer mais

A vitória arrasadora sobre o número 1 do ranking, Novak Djokovic, no domingo valeu a Rafael Nadal a impressionante marca de 13 conquistas do Aberto da França e seu 20º título de Grand Slam, marca esta que iguala o feito do recordista Roger Federer. Cinco anos mais jovem que o suíço, o espanhol frisa que ainda falta para superar o histórico adversário, mas admite estar entre os grandes da história do tênis mundial.

– (Sobre já ser o maior) Não, não, isso é discutível. No final, os números têm que ser analisados por quem conhece bem a história do tênis. Honestamente, também não importa muito para mim. Estou feliz com minha carreira. É claro que hoje estou entre eles. A partir daqui veremos o que acontece com Novak, veremos o que acontecerá com Federer quando ele retornar e veremos o que acontece comigo. Felizmente, acho que teremos tempo para analisar todos os dados quando nossas corridas terminarem e chegar a um veredicto claro – frisa Nadal em entrevista ao diário madrileno “Marca”.

Os inúmeros troféus já conquistados não bastam para o Touro Miúra. Aos 34 anos, Rafael Nadal ressalta que enquanto tiver condições físicas e objetivos no esporte não irá tirar o pé e vai buscar ainda mais.

– Sou uma pessoa de sorte por todas as coisas que me aconteceram por tantos anos. A vida, até hoje, sorriu para mim. O que resta a ganhar? Você verá o que resta, mas a ilusão é seguir em frente, porque se você não está animado para fazer o que faz, é hora de se dedicar a outra coisa. Enquanto mantiver a ilusão de jogar tênis e competir, é hora de continuar fazendo o que sempre fiz, que é me empenhar para continuar gerando opções para competir no mais alto nível.

“Rei do Saibro”, Nadal só não venceu três vezes em Roland Garros desde que levou seu primeiro título em 2005: na edição de 2009 (caiu nas oitavas para o sueco Robin Söderling, quer perdeu a final para Roger Federer), em 2015 (caiu nas quartas para Djokovic, superado na final por Stan Wawrinka) e em 2016 (se lesionou durante o torneio e não disputou a terceira rodada).

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Dome elogia evolução do Flamengo e passo importante na Libertadores: ‘Estão felizes em campo’

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O Flamengo venceu o Junior Barranquilla por 3 a 1, nesta quarta-feira, no Maracanã, e garantiu a primeira colocação no Grupo A da Libertadores. Porém, o Rubro-Negro estava escalado com uma equipe “mista”, já que o foco está no Internacional, adversário do próximo domingo, em duelo que vale a liderança do Brasileiro. Escolha acertada do técnico Domènec Torrent, que elogiou a evolução da equipe nas últimas partidas.

— Depois de três meses, estamos melhores, compreendemos melhor o Brasileiro, as dificuldades de jogar a cada dois, três dias. Agora estamos mais confortáveis com o elenco, e eles conosco. Compreendem melhor. Não é fácil mudar quando ganharam quase tudo. Disse que precisávamos de tempo, principalmente sendo estrangeiro. Treinamos muito poucos dias, mas estamos felizes porque o time está evoluindo, melhorando. Estão felizes em campo — disse.

Agora, o Flamengo aguarda o sorteio que define o adversário das oitavas de final, que será realizado em 23 de outubro. Os confrontos desta fase serão disputados nos dias 24 e 26 de novembro, para os jogos de ida, e 1º e 3 de dezembro, para os da volta.

— Já tinha experiência em mata-mata. É importante não sofrer gol. Hoje sofremos. Só não estamos felizes com isso. Vamos trabalhar muito duro, sei a importância de não levar gol em competições assim — declarou o catalão.

Confira outros trechos da coletiva de Dome:

Maratona de jogos: “Temos que celebrar e já treinar amanhã. Serão partidas difíceis, contra os primeiros colocados (Inter, São Paulo e Atlético-MG). Ainda tem a Copa (do Brasil) contra o Athletico. Vamos pensar partida a partida. O mais importante é o próximo, o Internacional. Vamos tentar montar o melhor time possível”

Lincoln: “Quando cheguei, havia um grupo de jogadores que estava treinando à parte. Decidi que íamos trabalhar juntos. Eles me mostraram a qualidade que tem. O Lincoln foi um deles. Disse que teria que fazer mais, melhorar, focar nos treinamentos. Ele tem qualidade. É importante dar confiança. Eu acredito neles. A base é fantástica, podem jogar. Conversei muito com o Lincoln e convenci que tinha que melhorar, trabalhar sem a bola. Não é mérito do técnico, é do jogador”

Internacional: “Quando digo que é passo a passo, o mais importante é o Internacional. Mas não acabará o campeonato, nem se ganharmos nem se perdemos. São três pontos importantes, porque estamos empatados na classificação. Mas não vai acabar o Brasileiro. Não estamos nem na metade”

Arrascaeta e Rodrigo Caio contra o Internacional: “Ainda não tenho certeza. Temos que falar com a equipe médica do Flamengo. O Arrasca está mais perto do que o Rodrigo”

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Internas do CPFC iniciam treinos do Projeto Correndo para Vencer

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Nesta quarta-feira (21), dez internas do Centro Prisional Feminino de Cariacica (CPFC) começaram o aquecimento para o projeto “Correndo para Vencer”, iniciativa da Vara de Execuções Penais de Vila Velha, que propõe preparar as futuras atletas para corridas de rua. Além de incentivar a prática esportiva, o projeto visa à inclusão social e à ressocialização.

Os educadores físicos voluntários Leonardo Magnago e Rayner França iniciaram os treinos com alguns conceitos teóricos e planejamento dos exercícios. Para ganhar preparo físico, as internas terão de treinar todos os dias, de 50 minutos a uma hora, dentro da unidade prisional, até que elas estejam aptas a participarem de um evento de rua, assim que já houver liberação da atividade em decorrência da pandemia. “Os exercícios estão focados na parte cognitiva e na coordenação, visando ao preparo para as corridas de rua. Nosso acompanhamento será periódico, presencial ou com vídeoaulas”, explicou Leonardo Magnago.

A juíza idealizadora do projeto, Dra. Patricia Faroni, participou da aula inaugural, praticando exercícios em conjunto com as internas e a equipe de educadores físicos. Para ela, que planejava executar o projeto desde 2017, colocá-lo em prática só traz boas expectativas. “Sempre gostei da prática da corrida e me inspirei em um exemplo de um juiz, do Estado de São Paulo, que corria com adolescentes reeducandos e vi neste exemplo uma inspiração para as internas do CPFC. O objetivo principal do projeto é a ressocialização, e restaurar cada uma dessas meninas para que elas retornem para à sociedade transformadas, já que o esporte proporciona não só benefícios para o corpo, mas também para a mente”, ressaltou Patrícia Faroni.

Todos os itens necessários para a prática do esporte – colchonetes, tênis, camisa, top, bermuda e garrafa de água – foram doados ao projeto.  A iniciativa colabora não só com o processo de ressocialização, mas contribui para qualidade de vida e melhora da autoestima das internas. A diretora da unidade prisional, Graciele Sonegheti Fraga, destacou que as internas participantes do projeto estão no regime semiaberto, apresentam bom comportamento e já estão caminhando para ganhar a liberdade, com o fim do cumprimento da pena. “O projeto é uma maneira de trabalhar a ressocialização por meio do esporte, adaptando as presas ao retorno da vida social”.

 Novas expectativas

O Projeto Correndo pra Vencer tem despertado nas dez internas participantes uma chance de recomeço. A maioria delas nunca praticou uma atividade física e depositam no projeto uma maneira de recomeçar a vida. Jacksland Lucas é uma das internas que foram beneficiadas. “Esta é uma grande oportunidade e uma chance de mostrar para minha família a minha transformação, que eu posso e quero seguir um caminho diferente e mudar de vida”, afirmou a interna.

Laudineia Rodrigues concorda com a colega de treino e diz que todas estão animadas com o início do projeto. Mesmo sem nunca praticar esportes, ela já vislumbra virar uma atleta de verdade. “Participar do projeto me fez ver o quanto precisamos aproveitar as oportunidades. É muito gratificante ver pessoas acreditando na gente, que podemos mudar e vencer. Já penso que me tornar uma atleta é possível, assim como mudar de vida. Também quero estudar, fazer uma faculdade quando sair do presídio”, disse Laudineia Rodrigues.

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