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Internacional

Noiva adianta cerimônia após saber que filho tem semanas de vida

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Após descobrir que o câncer do filho de 8 anos se espalhou para a coluna, Hannah Colishaw decidiu se casar para que ele pudesse participar da festa

A britânica Hannah Colishaw planejava se casar apenas no próximo ano, mas a notícia de que o tumor cerebral de seu filho Ethan, de 8 anos, havia se espalhado pela coluna, fez com que a noiva fosse obrigada a adiantar seus planos para que o menino pudesse estar presente. Por causa da metástase, o garotinho tem apenas quatro semanas de vida. 

“Nós meio que sabíamos de qualquer maneira, porque ele estava piorando, mas ainda é um choque”, disse Matthews ao SWNS. “Ele piorou tão rapidamente em três meses…Eu acho que ele sabe.”

O tumor no cérebro de Ethan foi daignosticado em 2017. Ele foi submetido a quimioterapia e foi declarado livre da doença em janeiro de 2018. Exatamente um ano depois, o tumor voltou. 

Para que Ethan pudesse estar presente em seu momento especial, Hannah juntou os filhos Brandon, de 12 anos, e Jack, de 4, para testemunhar o seu grande dia na Igreja de Santa Maria, em Stotfold.

“Toda a comunidade se reuniu e fomos inundados com ofertas de todos”, disse Colishaw ao SWNS. “Meus colegas de trabalho têm sido incríveis e organizado tudo. Ethan me acordou no meio da noite dizendo: ‘Você vai se casar amanhã!’. Ele está tão empolgado. Tem sido incrível. ”

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Internacional

EUA: entidades procuram pais de 545 crianças separadas na fronteira

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Um documento apresentado ao tribunal nesta semana mostrou que alguns pais deportados sem seus filhos ainda não puderam ser localizados

Advogados e organizações sem fins lucrativos que buscam reunir famílias de imigrantes separadas na fronteira dos Estados Unidos com o México pela administração Trump não conseguiram localizar os pais de 545 crianças.

Um juiz federal ordenou que milhares de famílias separadas se reunissem na fronteira em 2017 e 2018, após um processo da American Civil Liberties Union (ACLU) em 2018.

Um documento sobre o caso apresentado ao tribunal nesta semana mostrou que alguns pais deportados sem seus filhos ainda não puderam ser localizados.

“Pesquisas árduas no local” de pais deportados para seus países de origem – muitos na América Central – foram complicadas pela pandemia covid-19, diz o documento.

Trump implementou uma polêmica política de “tolerância zero” em maio de 2018 para processar famílias flagradas cruzando a fronteira ilegalmente e separar seus filhos. Mas em meio a um clamor internacional, Trump encerrou a medida poucos meses após seu anúncio.

No total, o governo identificou mais de 4.200 crianças que poderiam ser protegidas pela ordem de reunificação da juíza Dana Sabraw.

Menores longe das famílias

Um comitê formado para localizar parentes de crianças para os quais o governo forneceu números de telefone de um patrocinador ou pai. Mas até 20 de outubro, os pais de 545 crianças não puderam ser localizados, de acordo com o processo no Tribunal Distrital de San Diego, relatado pela primeira vez pela NBC News.

Um comitê formado para localizar membros da família focado em tentar alcançar as famílias das crianças para as quais o governo forneceu números de telefone de um padrinho ou pai.

Mas até 20 de outubro, os pais de 545 crianças não puderam ser localizados, de acordo com o documento no tribunal distrital de San Diego, relatado pela primeira vez pela NBC News.

“Entramos em contato com essas famílias e a triste verdade é que muitas delas se recusaram a aceitar que seus filhos fossem devolvidos a eles”, disse o porta-voz da Casa Branca Brian Morgenstern a repórteres na quarta-feira (21).

A custódia da maioria das crianças foi colocada nas mãos de benfeitores nos Estados Unidos, geralmente parentes.

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Internacional

Cachorra fica irreconhecível após anos de negligência da família

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Ao chegar na clínica, veterinários precisaram cortar parte do pelo para descobrir qual era a espécie do animal

Um animal da cidade de Ardrossan, na Escócia, foi encaminhado para a cremação. Ao receber a caixa, veterinários não souberam dizer qual era a espécie do bichinho. O corpo estava tomado de pelos emaranhados, fezes e sujeira.

As patas de Abbey estavam endurecidas com fezes

As patas de Abbey estavam endurecidas com fezes

A tutora Emily Louise, de 54 anos, negligenciou a vira-lata Abbey por tantos anos que não era possível reconhecê-la. As patas eram grossas como troncos de árvore e os dedos endurecidos com restos de fezes entre as garras.

A mulher foi condenada no fim de setembro. Além de uma multa de 500 libras, o equivalente a R$ 3.600, ela também está proibida de ter animais de estimação por cinco anos.

“Abbey também estava em péssimas condições corporais e muito abaixo do peso para seu tamanho e tipo de raça. Este tipo de abandono extremo não teria acontecido do dia para a noite”, lamenta Laura McIntyre, inspetora-chefe escocesa da ONG SPCA.

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