conecte-se conosco


Internacional

Novo surto de ebola já registra 11 mortes e 17 casos no Congo

Publicado

República Democrática do Congo ainda sofre surto de sarampo e pandemia de covid-19, que infectou mais de 4.800 e causou 112 mortes no país

A República Democrática do Congo registrou cerca de 17 casos de ebola em um novo surto do vírus mortal na província ocidental de Équateur, e 11 dos infectados morreram, disseram autoridades médicas nesta segunda-feira (15).

As autoridades relataram 12 infecções na semana passada no país, cujo precário sistema de saúde também está combatendo uma epidemia de sarampo que matou mais de 6 mil pessoas e a covid-19, que já infectou mais de 4.800 e matou 112.

O Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica informou em seu relatório diário que agora houve 14 casos confirmados de Ebola e três casos prováveis ​​desde que um conjunto de infecções foi confirmado na cidade de Mbandaka em 1º de junho.

Dois casos de ebola foram confirmados em sete zonas de saúde de Équateur, incluindo dois casos em Bolomba, a 300 km a nordeste de Mbandaka, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em uma atualização.

A OMS afirmou que mais de 2.500 pessoas foram vacinadas em toda a província. A vacinação ajudou a controlar um surto de ebola a 1.000 km de distância no leste do país, que matou mais de 2.200 desde 2018.

O sequenciamento genético mostra que o novo surto do Ebola, um vírus que foi descoberto perto do rio Ebola no norte do Congo em 1976, não está vinculado ao do leste do país.

Leia mais:  Reino Unido convoca embaixador do Irã em Londres
publicidade

Internacional

Após testes, Rússia diz que aplicará vacina contra covid-19 em outubro

Publicado

Ministro da Saúde afirma que médicos e professores russos serão os primeiros a receberem a dose do imunizantes desenvolvido pelo país

Os ensaios clínicos da vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa Epidemiológica e Microbiológica da Rússia (Gamalei) foram concluídos, e já foi iniciada a etapa de registro, segundo informações divulgadas neste sábado (1º) pelo ministro da Saúde do país, Mikhail Murashko.

“A vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pelo centro Gamalei concluiu os ensaios clínicos e agora os documentos para o seu registro estão sendo preparados”, declarou Murashko, citado pela agência de notícias local TASS.

Segundo o ministro, médicos e professores serão os primeiros a receberem a vacina, e espera-se que ela seja distribuída para diversas regiões da Rússia a partir do próximo dia 10.

“Estamos planejando que a campanha de vacinação mais extensa, que será gradualmente acrescentada ao novo sistema de cuidados, começará em outubro”, afirmou.

Murashko acrescentou que a segunda vacina russa, desenvolvida pelo centro Vector, está atualmente em processo de ensaios clínicos. Segundo ele, o Ministério da Saúde acredita que receberá em um mês e meio ou dois meses mais dois pedidos de permissão para realizar ensaios clínicos de novas vacinas.

Na sexta-feira (31), o epidemiologista americano Anthony Fauci demonstrou preocupação e afirmou que espera que China e Rússia estejam realmente fazendo os devidos testes antes de aplicar as vacinas que estão desenvolvendo contra o novo coronavírus.

Fauci deu a declaração depois que as autoridades russas disseram que estavam próximas de aprovar a imunização, adiantando-se aos esforços dos Estados Unidos.

A Rússia vem registrando uma pequena melhora na tentativa de conter a propagação do vírus SARS-CoV-2, com menos de 6 mil novos casos de infecção por dia. Hoje, foram confirmadas mais 95 mortes por covid-19, 66 a menos que ontem. Desde o início da pandemia, foram reportados 845.443 contágios e 14.058 óbitos.

Leia mais:  Policial envolvido na morte de Floyd é solto sob fiança de R$ 3,7 milhões
Continue lendo

Internacional

Trump afirma que vai proibir o aplicativo TikTok de operar nos EUA

Publicado

A declaração ocorre em um momento de especulação sobre a compra de ações do aplicativo pela Microsoft e discussões sobre a segurança nacional

Com milhares de usuários no mundo, o Tiktok permite a produção e edição de vídeos curtosO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (31) que proibir o aplicativo de vídeo TikTok de operar nos Estados Unidos. A declaração ocorre horas depois de relatos de que a Microsoft estaria negociando para comprar o aplicativo da empresa chinesa Pequim ByteDance.
“No que diz respeito ao TikTok, estamos proibindo-os dos Estados Unidos”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One, o avião presidencial.

O republicano afirmou que poderia usar poderes econômicos de emergência ou uma ordem executiva para banir o TikTok. “Bem, eu tenho essa autoridade”, disse ele.

A imprensa estadunidense já havia informado que a ByteDance está considerando mudanças em sua estrutura corporativa e que estuda vender uma participação majoritária na TikTok. Segundo o jornal The New York Times, a Microsoft estaria interessada no negócio.

Críticos temem que o TikTok repasse ao governo chinês informações sobre usuários coletadas nos Estados Unidos. O aplicativo, no entanto, garante que não armazena dados de usuários fora da China e que resistiria a qualquer tentativa do governo chinês de ter acesso a esses dados.

Especialistas em segurança cibernética avaliam como teórico o risco do TikTok para a segurança nacional. Asseguram ainda que não há evidências de que os dados do usuário do TikTok foram comprometidos pela inteligência chinesa.

TikTok se tornou extremamente popular entre os jovens, com centenas de milhões de usuários em todo o mundo. O aplicativo permite que os usuários assistam e criem vídeos curtos com áudio e outros efeitos. Os vídeos costumam se tornar virais em outras redes sociais.

Leia mais:  Cidade italiana tem de 'exportar' vítimas de covid-19 para cremação
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana