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São Mateus

Onda de assaltos em São Mateus deixam trabalhadores assustados

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Crimes tem acontecido nas primeiras horas da manhã, quando muitos trabalhadores estão indo ou voltando dos seus serviços

São Mateus – Os assaltos tem acontecido sempre nas primeiras horas da manhã, geralmente entre 05:15 e 06:30, horário de pouco movimento nas ruas, onde trabalhadores ficam expostos a criminalidade, nas ruas e principalmente em pontos de ônibus.

“Fico no ponto de ônibus do Rondelli, e sempre com muito medo. Os assaltantes passam de moto, sempre em dois e armados, pedem o nosso celular e vão embora. Com pouco movimento e sem viatura nas ruas fica fácil pra eles nos roubarem”. Conta uma jovem trabalhadora. “Já tentaram me roubar duas vezes, mas consegui escapar, e outras duas vezes, quando cheguei ao ponto tinham acabado de roubar”, completa.

“Fui assaltada neste ponto do Rondelli. Trabalho numa fábrica de porcelana e lá já é um perigo, pois acontecem muitos roubos quando a gente sai, mas ultimamente aqui também te sido perigoso. Tentaram uma vez, mas percebi a movimentação dos caras de moto e consegui escapar, mas quinta-feira (31/10), me roubaram, levaram meu celular”, conta outra jovem.

A onda de assaltos nestes horário e locais específicos tem sido constantes, neste ponto de ônibus do bairro Sernamby e também no ponto ao lado do INSS, Centro da cidade.

“Os bandido tem aproveitado o pouco movimento nas ruas e desfilado à vontade para cometerem seus roubos, contra trabalhadores que estão indo ou retornando dos seus serviços”, conta um dos passageiros no ponto de ônibus.

Os mateenses cobram maior atenção por parte da Polícia Militar, nestes horários e principalmente mais abordagens como forma de prevenção aos constantes crimes na cidade.

 

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São Mateus

Entrevista: Maciel de Aguiar ”A VAIDADE PESSOAL PODERÁ DERROTAR SÃO MATEUS”.

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O escritor Maciel de Aguiar, em entrevista exclusiva ao Jornal do Norte, diz que ”se não houver união do campo democrático, o atual prefeito de São Mateus poderá se reeleger e, novamente, sem um projeto de gestão!”

JN – Você acha que não haverá consenso para termos um ou dois candidatos para enfrentar o atual prefeito nas próximas eleições?

Maciel – Há muito São Mateus vem fazendo escolha pessoal, mas deveria votar em idéias e ou em projeto de gestão. Eu, por exemplo, votaria em um desafeto com capacidade de gestão e que apresentasse um projeto viável para a cidade e, sobretudo, para a Cultura e o Turismo, com foco no Porto, Barra Nova e em Guriri.

JN – Este é o principal problema para não elegermos um bom prefeito de São Mateus?

Maciel – Há algumas eleições para prefeito de São Mateus prevalece o voto no ”salvador”, no ”bonzinho” ou no ”coitadinho”. Veja o perfil de quem ganhou as eleições nos últimos 30 anos. Ainda não houve uma eleição na qual o vencedor fosse escolhido por suas idéias e muito menos por um projeto de gestão com capacidade de resolução dos nossos graves problemas e ou pelo conhecimento de gestão pública.

JN – E agora?

Maciel – Agora, possivelmente, teremos um fato novo, e bem pior: o atual prefeito poderá se reeleger pela vaidade dos demais pré-candidatos e, novamente, sem um projeto de gestão!

JN – Com um projeto de gestão o atual prefeito poderia se reeleger?

Maciel – Claro! Não tenho nada pessoal contra! O prefeito, como candidato a reeleição, deve fazer parte do processo! Mas, que apresente um projeto de gestão, que tenha diálogo com os movimentos sociais, que diga o que poderá realizar na Saúde, na Educação, na Cultura, no Meio Ambiente, etc. e como será a sua relação com o servidor público, com o campo democrático, com os trabalhadores do campo e com os setores produtivos da cidade. Ganhar uma eleição sem um projeto de gestão será outro retrocesso!

JN – E como resolver isto?

Maciel – A solução poderia surgir nos debates com os pré-candidatos, inclusive com o atual prefeito, para não continuarmos votando em nomes e na escolha pela vida individual e pelos favores pessoais.

JN – E como fazer isto?

Maciel – Para votarmos nas idéias ou em um projetos de gestão, poderíamos propor um debate, antes do processo eleitoral, para que os pré-candidatos e o atual prefeito possam apresentar as suas idéias e a solução para os nossos graves problemas. E, deste debate, sair um projeto de gestão e, sobretudo, um perfil para executá-lo.

JN – Isto é possível?

Maciel – Os veículos de comunicação da cidade poderiam propor este debate individual ou coletivo para que possamos escolher o melhor projeto de gestão e um perfil capaz de executar este projeto. Mas sem levarmos em conta a vida privada e muito menos as promessas de emprego na prefeitura, distribuição de benefícios e favores pessoais. Temos que eliminar o voto no ”bonzinho”, no ”coitadinho” e ou na distribuição de favores.

JN – E como fazer 10 pré-candidatos desistir da candidatura?

Maciel – Não é fazer desistir do direito de ser votado, visto que todos têm o direito de votar, mas de entendermos o que é melhor para a cidade.

JN – Então, você acha que com uma grande quantidades de candidatos o atual prefeito poderá se reeleger?

Maciel – Com certeza, e sem um projeto de gestão, ou seja, sem ninguém saber o que ele irá fazer! Mas, como disse antes, não podemos impedir o direito constitucional do cidadão em querer ser candidato. Porém temos, sim, o dever de ouvir as suas idéias para escolhermos qual candidato poderia melhor nos representar, administrar o município com capacidade, criatividade e competência e, principalmente, devolver o protagonismo regional a São Mateus.

JN – E o que poderá decidir as próximas eleições?

Maciel – Não tenho bola de cristal. Mas, mantendo o atual número de pré-candidatos, a vaidade pessoal poderá derrotar São Mateus!

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São Mateus

Amadeu Boroto não deve ser candidato a prefeito de São Mateus

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Pelo menos é o que o ex-prefeito vem dizendo as algumas lideranças políticas do município

Ainda não é nada oficial, mas a conversa existe e o assunto é a possível desistência da pré-candidatura do ex-prefeito Amadeu Boroto (PP). Ele vem analisando o cenário política do município, a grande quantidade de pré-candidatos e são fatores que o tem desestimulado à disputa das próximas eleições municipais, A esses fatores, deve-se agregar o alto índice de rejeição ao seu nome, segundo fontes consultadas pelo JN.

Para dirigentes de outras legendas partidárias, o risco da divisão em muitas candidaturas pode favorecer a situação daí a preocupação em ampliar as discussões com outros partidos na busca de um consenso em torno de um nome ou, pelo menos, trabalhar para diminuir a quantidade exagerada de pré-candidaturas.

Com relação ao nome do ex-prefeito, a sua desistência pode fortalecer, dentro do seu partido, o PP, o nome do empresário e presidente Cássio Caldeira. Ele é tido como um nome novo na política mateense e seria, para alguns, “a renovação que muitos clamam no município”, disse uma das lideranças ouvidas.

Outra questão levantada em conversas com lideranças comunitárias e políticas, além do cidadão comum, é a condenável prática dessas lideranças que se jugam donas da política mateense e que, na última hora se lançam candidatos. “Temos que desconstruir essas candidaturas de puro interesse e vaidade”, mandou recado uma das pessoas consultadas pela reportagem.

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