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Política Nacional

Onyx assumirá Ministério da Cidadania no lugar de Osmar Terra

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O presidente Jair Bolsonaro almoçou nesta quarta-feira (12) com Osmar Terra e o comunicou sobre a saída dele do governo

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, vai assumir o Ministério da Cidadania. A decisão do presidente Jair Bolsonaro foi comunicada nesta quarta-feira (12) ao atual titular da pasta, Osmar Terra, durante almoço. Terra deixará o governo.

A decisão acontece após polêmicas envolvendo o nome de Onyx Lorenzoni nas últimas semanas. Bolsonaro demitiu dois dos principais auxiliares do ministro na ausência dele, entre eles Vicente Santini, que utilizou avião da FAB (Força Aérea Brasileira) em voo exclusivo entre a Suíça, onde ocorreu o Fórum Econômico Mundial, e a Índia, onde Bolsonaro participava de visita oficial. Além disso, o presidente transferiu para o Ministério da Economia o PPI (Programa de Parcerias e Investimentos), uma das principais vitrines da Casa Civil.

Já Osmar Terra vinha se desentendendo com a equipe econômica do governo. A escalada se deu recentemente com o Bolsa Família, programa que tem registrado filas de espera de beneficiários. Além disso, uma investigação sobre uma possível fraude na contratação de uma empresa de tecnologia alvo da Polícia Federal na Operação Graveteiro desgastou ainda mais o ministro.

Mais cedo, nesta quarta, Onyx havia refutado a possibilidade de comandar o Ministério da Cidadania. “Nah… Ninguém falou isso”, disse a jornalistas em Brasília.

Para a Casa Civil, Bolsonaro convidou o general Walter Souza Braga Netto, segundo informações do jornal “O Estado de S. Paulo”. Netto é ex-chefe da intervenção federal no Rio de Janeiro.

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Política Nacional

E. Bolsonaro: ‘Se houvesse bomba no Congresso, você acha que o povo choraria?’

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Afirmação foi feita pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) em resposta às críticas sobre suposto vídeo de apoio a protesto pró-governo

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nesta sexta-feira (26) que “todos estão se unindo contra” o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e questionou que “se houvesse uma bomba H no Congresso você realmente acha que o povo choraria?”

O parlamentar se referiu ao suposto compartilhamento de um vídeo pelo presidente em apoio ao protesto pró-governo federal marcado para o dia 15 de março.

A divulgação das imagens em um grupo fechado de WhatsApp traria críticas ao Congresso Nacional, que tem relações estremecidas com o Planalto em função do Orçamento Impositivo.

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Política Nacional

Regina Duarte também convoca população para manifestação contra o Congresso

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Futura secretária especial da Cultura, Regina Duarte postou no fim da noite desta terça-feira, 25, em sua conta no Instagram, um texto incentivando as pessoas a irem às ruas no dia 15 de março. A mensagem é dividida em duas, e fala sobre a motivação da manifestação – “em defesa do governo e contra o Congresso Nacional”.

Na primeira imagem, postada duas vezes, está escrito: “15 de março. Gen Heleno/Cap Bolsonaro. O Brasil é nosso, não dos políticos de sempre”.

Na segunda imagem, que aparece na postagem mais recente, lemos: “O presidente Jair Bolsonaro está disparando de seu celular pessoal um vídeo em tom dramático que mostra a facada que sofreu em 2018 em Juiz de Fora para dizer que ‘quase morreu’ para defender o País e agora precisa que as pessoas vão às ruas no dia 15 de março para defendê-lo. O ato do dia 15 de março está sendo convocado por movimentos de direita em defesa do governo e contra o Congresso”.

Até o começo da manhã desta quarta-feira, 26, quase 30 mil pessoas já tinham curtido cada um dos posts. Algumas pessoas a criticaram, outras disseram que se tratava de fake news criada pela imprensa para pedir o impeachment de Jair Bolsonaro, mas a maioria apoiou a mensagem da atriz. A notícia de que o presidente Jair Bolonaro divulgou mais de um vídeo defendendo a manifestação do dia 15 de março foi dada na noite desta terça, 25.

Há quase um mês, no dia 29 de janeiro, Regina Duarte aceitou ser secretária especial de Cultura no lugar de Roberto Alvim, demitido após usar trecho de discurso nazista durante a apresentação de um novo prêmio nacional de cultura. Até agora, porém, ela ainda não foi nomeada oficialmente.

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