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Operação Acolhida leva dignidade a venezuelanos refugiados

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Iniciativa visa organizar a chegada e interiorização de venezuelanos que chegam pela fronteira de Pacaraima, no estado de Roraima

A Operação Acolhida foi criada para receber com dignidade os imigrantes oriundos da Venezuela, país que enfrenta crise político-econômica e êxodo de milhares de pessoas. É baseada em três pilares: acolhimento, abrigamento e interiorização. Em 2019, a Operação Acolhida teve continuidade, organizando a chegada e interiorização de milhares de venezuelanos que chegam pela fronteira de Pacaraima, no estado de Roraima. Foram mais de 4 mil militares servindo na missão desde o início.

Ao entrar no país, o imigrante dirige-se ao Posto de Recepção e Identificação (PRI). Enquanto aguarda atendimento, conta com água, lanche e banheiros. O PRI visa controlar o fluxo migratório, realizando a expedição de documentos e oferecendo auxílio médico ao imigrante em sua chegada.

“O imigrante chegou sob forte emoção e em condição completamente diferente. O que fez ele sair daquela condição e hoje estar aqui acolhido com dignidade, foi o trabalho da Força Tarefa”, analisou o Coronel Carlos Cinelli, Chefe do Estado-Maior do 7º Contingente da Força-tarefa Logística e Humanitária em Roraima da Operação Acolhida em ocasião da formatura do contingente em Boa Vista.
Após a recepção, eles são orientados sobre o procedimento de permanência no país. Os venezuelanos preenchem um cadastro e recebem a documentação: CPF e carteira de trabalho. Em seguida, são entrevistados para análise do conhecimento profissional e recebem as vacinas necessárias.

A assistência social compõe o segundo pilar da Operação. As pessoas desassistidas no país são encaminhadas para um dos 13 abrigos de Roraima – são 11 em Boa Vista e dois em Pacaraima. Nesses alojamentos, divididos em feminino, masculino e familiar, eles recebem três refeições, têm acesso à lavanderia e à atendimento médico.

Para os militares, a Operação têm sido de aprendizado e lição de vida. O sargento Marcus Souza, Coordenador Adjunto do Abrigo BV8, em Pacaraima (RR), é responsável por auxiliar na segurança, no controle de alimentação e no controle de efetivo e obras de infraestrutura. “É uma missão muito gratificante. As lições que a gente vem aprendendo são diversas, principalmente desenvolver o sentimento de apoiar o próximo. O primeiro dia aqui foi um baque. Uma mulher com um bebê de dois meses estava visivelmente passando fome, desnutrida, a ponto de não conseguir amamentar a filha. Eu tive a oportunidade de ajudar, esquentando água para ela fazer mamadeira para a criança. Esse dia foi o que mais me impactou”, relata.

Um dos refugiados desse abrigo é Edgar Zurita, de 53 anos. Natural de Ciudad Bolívar, na Venezuela, ele chegou em Roraima de ônibus com dois filhos. Aproveita seu tempo no abrigo estudando português com um caderno, um livro, lápis e borracha. Para ele, o mais marcante ao chegar ao Brasil foi lidar com a humanidade e educação dos militares que os recebem. “Aqui nos dão comida, acolhimento e dignidade”, disse ele.

O terceiro pilar da Operação é a interiorização. Até novembro de 2019, foram interiorizados mais de 25 mil venezuelanos para 24 estados brasileiros. Todos eles são acompanhados desde a saída de Roraima até as cidades de destino.

Esse ano, foi inaugurado o Posto de Interiorização e Triagem em Manaus (AM), onde podem solicitar residência temporária e refúgio, emitir documentos e receber vacinação. Nesse local, são oferecidos serviços de órgãos como Polícia Federal, Receita Federal, Ministério da Saúde, Secretaria de Estado de Saúde, de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania, e de Assistência Social, Secretarias Municipais de Saúde, da Mulher e Assistência Social e Cidadania.

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Primeira-dama Michelle Bolsonaro anuncia ter testado negativo para covid-19

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A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, anunciou na manhã deste sábado (11/7) ter testado negativo para o novo coronavírus. Michelle fez exames depois de o marido, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ter sido diagnosticado com covid-19.

“Minhas filhas e eu testamos negativo para covid-19. Agradeço as orações”, escreveu Michelle nas redes sociais, em uma publicação ilustrada por um exame que apresenta resultado “não detectável para Sars-CoV2”. A primeira-dama tem duas filhas: Letícia, fruto de um relacionamento anterior, e Laura, filha de Bolsonaro.  

O presidente anunciou na terça-feira (7/7) ter testado positivo para covid-19. Na ocasião, ele afirmou que Michelle também já havia sido submetida a um exame. “Ela é a primeira suspeita, afinal de contas está comigo grande parte do dia, fazemos muitas atividades juntos”, disse ele. 

Desde o anúncio, o presidente tem despachado do Palácio da Alvorada por videoconferência. Ele afirma estar cumprindo as medidas de isolamento “para evitar críticas”. Bolsonaro também relata estar sendo tratado com hidroxicloroquina — medicamento defendido por ele, mas que não tem estudos conclusivos quanto a sua eficácia contra a covid-19.

Avó internada

A avó da primeira-dama está internada na UTI do Hospital Regional de Santa Maria com covid-19. Maria Firmo, de 80 anos, tem estado considerado grave, mas apresentou leve melhora nesta semana. 

Maria se sentiu mal em casa, no Setor de Chácaras do Sol Nascente, em 1º de julho, e foi internada no Hospital Regional de Ceilândia, apresentando falta de ar e ainda sem diagnóstico confirmado de coronavírus. Após a confirmações, ela foi transferida para a unidade de saúde de Santa Maria.

Antes de ser socorrida por falta de ar, Maria Aparecida já havia relatado que, há mais de duas semanas, apresentar sintomas do novo coronavírus. Ela estava com tosse seca, coriza, falta de ar e de apetite, além de dor no abdômen. A idosa tem comorbidades, como hipertensão arterial, hipotireoidismo e de arritmia cardíaca.

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Brasil

Engenharia Florestal a serviço da produtividade e da sustentabilidade na Suzano

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12 de julho é o Dia do Engenheiro Florestal e, na Suzano, esse profissional tem atuação fundamental no desenvolvimento dos plantios e na conservação ambiental.

Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, tem investido fortemente para alcançar os mais altos níveis de tecnologia em suas atividades de produção, norteada pela inovabilidade, conceito que une sustentabilidade e inovação. Desde que começou a cultivar eucalipto, a empresa já multiplicou em pelo menos quatro vezes a produtividade dos plantios florestais, garantindo ainda a conservação da biodiversidade, do solo e dos recursos naturais, em suas áreas de atuação.

Por trás desse avanço estão os Engenheiros Florestais, que exercem um papel fundamental na cadeia produtiva, ao desenvolver soluções e conhecimentos aplicados para o aproveitamento sustentável dos recursos, buscando o equilíbrio entre produção e conservação do ecossistema.  O ganho de produtividade foi fundamental para transformar o país no principal produtor de celulose de eucalipto, com custos competitivos e a maior produtividade florestal do mundo.

O processo está fundamentado na sustentabilidade em cada etapa. “Ser sustentável no uso dos recursos naturais é uma necessidade do negócio florestal. E isso tem sido alcançado quando observamos aumento de produtividade no entorno das atuais fábricas de celulose, sendo que em algumas áreas já estamos no quinto ciclo de plantio. Estamos também trabalhando fortemente em uma meta de longo prazo sobre água na florestal, de forma a garantir a conservação deste recurso natural e melhorar o seu compartilhamento com as demais partes interessadas”, observa Reginaldo Gonçalves Mafia, gerente executivo de Tecnologia em Manejo Florestal da Suzano.

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Ele destaca ainda que por meio do trabalho e dedicação de vários engenheiros florestais foi possível desenvolver a clonagem do eucalipto em larga escala, um marco tecnológico histórico da empresa, primordial para permitir o cruzamento, a seleção e a multiplicação de indivíduos superiores criando condições técnicas para o melhoramento genético. “Além disso, melhores práticas de manejo têm sido aplicadas para alcançar alta produtividade, mas com custo competitivo e redução dos riscos. Na área ambiental, merecem destaque as formas mais eficientes de promover a restauração das florestas nativas, aumentar a conservação dos recursos hídricos e da biodiversidade”, aponta Reginaldo.

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Há quatro anos na Suzano, Talyta Galafassi Zarpelon faz parte da equipe de engenheiros florestais do Centro de Tecnologia, atuando na área de Sanidade e Proteção Florestal. É responsável por desenvolver soluções de manejo integrado de doenças, além de coordenar um moderno laboratório de produção de inimigos naturais utilizados no controle biológico de pragas do eucalipto.

“A pesquisa anda lado a lado com a tecnologia, sendo primordial para melhorar processos como o de monitoramento de pragas e doenças, entender suas dinâmicas e realizar o manejo integrado. A integração entre as diferentes equipes de trabalho tem sido fundamental para transformar os resultados em ações que refletem no cuidado com a floresta em tempo real”, conta a engenheira.

Ela enfatiza que é preciso gostar do contato com o campo e, principalmente, atuar com energia. “Aqui na Suzano podemos exercer isso diariamente, sempre alinhados com os Direcionadores de Cultura, dentre eles o de Gerar e Compartilhar Valor. Pensamos e agimos grande, evoluímos com agilidade, além da construção e compartilhamento do sucesso”, conclui.

Considerada uma carreira tradicional, a Engenharia Florestal requer um profissional dedicado e atento para a aceleração da tecnologia. Na formação acadêmica, por exemplo, é importante aliar o aprendizado de disciplinas convencionais às novas formas de analisar e encontrar soluções. “Portanto, os conhecimentos sobre Bigdata, Analytics, IoT, Machine learning, entre tantas outras, não podem ser novidades para o atual Engenheiro Florestal”, aconselha o gerente executivo de Tecnologia em Manejo Florestal da Suzano.

Sobre a Suzano – A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de árvores, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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