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Segurança

Outubro termina com menor número de homicídios em 23 anos no Espírito Santo

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O mês de outubro de 2019 apresentou o menor número de homicídios dolosos desde 1996 no Espírito Santo. Mantendo a tendência de redução nas mortes violentas neste ano, os registros mostram 87 assassinatos, representando sete casos a menos que em 2018 e seis abaixo do menor dado já registrado para outubro, que foi em 2016, com 93 homicídios.

Em relação ao acumulado de todo este ano no Estado, até o momento, foram registradas 791 mortes, uma redução de 16,4% comparada ao mesmo período de 2018, também representando a menor quantidade de assassinatos no Estado desde 1996.

O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Roberto Sá, afirmou que a meta é sempre a preservação da vida e o trabalho do programa Estado Presente deve ser valorizado, mas ainda há muito trabalho a se fazer e qualquer morte violenta deve ser lamentada.

“Infelizmente não podemos controlar todas as sazonalidades de cada mês e evitar todos os crimes, mas o trabalho das forças policiais deve ser valorizado e nossa meta é fechar o ano, pela primeira vez, no Estado, com menos de 1 mil homicídios”, destacou Sá.

Regiões

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Todas as cinco regiões do Espírito Santo apresentam reduções de homicídios em 2019. A Região Metropolitana atingiu a marca de 100 mortes a menos que 2018, com 430 registros. No Norte são 16 a menos que no ano passado, com 176 casos. No Noroeste são três homicídios a menos, com 95 registros. As regiões Sul e Serrana apresentam reduções de 19 e 17 mortes, respectivamente, com 59 e 31 assassinatos.

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Segurança

Sesp realiza solenidade de entrega de drones para as polícias Militar e Civil

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A Secretaria da Segurança Pública do Estado (Sesp) realizou, na manhã desta terça-feira (12), na sede do 6º Batalhão da Polícia Militar, na Serra, uma solenidade de entrega de três drones, doados pela mineradora Vale, para as polícias Militar e Civil. Os equipamentos serão utilizados pelo próprio 6º BPM, pelo Batalhão Ambiental da PM, além da Delegacia Regional de Aracruz.

A doação faz parte de um termo de cooperação técnica da Vale com a Sesp, assinado há cerca de dois anos. Além de parceria em eventos, a empresa também doou um drone para o Corpo de Bombeiros no ano passado. Os aparelhos dispõem de tecnologia avançada, que poderá ser usada em operações diversas pelas instituições.

Os drones possuem câmera térmica, holofotes e um sistema de som que permite emitir comandos de voz diretamente do rádio. Com a nova ferramenta, é possível reduzir a exposição dos profissionais de segurança em rondas, inclusive no período noturno. Os aparelhos têm, ainda, alcance de cinco quilômetros de distância, 500 metros de altura, e são considerados compactos, pesando cerca de 900 gramas e com 32,2 centímetros de comprimento.

O secretário da Segurança Pública, Roberto Sá, falou sobre o apreço que tem pela tecnologia  na área policial. “Uma doação como essas a gente sempre recebe de bom grado. Os drones possuem uma tecnologia interessante, com câmera térmica e qualidade de imagem alta, e serão uma boa aquisição. Vou pedir relatórios de uso desses aparelhos, para que possamos fazer um diagnóstico da melhor utilização”, afirmou.

A delegada Superintendente Regional do Norte da Polícia Civil, Andreia Maria Pereira, também agradeceu a doação e destacou o fato de um deles ter sido enviado para o interior do Espírito Santo. “Vai ser importante para auxiliar na nossa região. É bom receber um equipamento excelente como esse na nossa região e, agora, vamos buscar o treinamento dos nossos policiais para que ele possa ser usado”, destacou.

O coronel Márcio Sartório, comandante do Comando de Policiamento Ostensivo Metropolitano (CPO-M) da PM, afirmou que os dois drones destinados à Corporação vão agregar ainda mais ao trabalho efetivo dos policiais que atuam nas ruas contra a criminalidade.

“A gente tem um índice de letalidade de policiais baixíssimo, pois nossa tropa tem um excelente treinamento e atua de forma técnica. Mas os criminosos estão mais ousados e partindo para o confronto, com armas de grosso calibre. Então esse equipamento pode nos ajudar a preservar ainda mais a integridade dos nossos militares que estão nas ruas combatendo o crime”, concluiu Sartório.

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Segurança

Modelo de Gestão Prisional do Espirito Santo é referência nacional

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Nesta segunda-feira (04), diretores de unidades prisionais de todo o País puderam conhecer a evolução da gestão capixaba nos presídios do Estado, durante o II Encontro Nacional de Diretores de Unidades Prisionais.

O encontro, que aconteceu em São Paulo, foi promovido pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e buscou o compartilhamento de boas práticas e de informações sobre o sistema penitenciário.

O diretor da Escola Penitenciária do Espírito Santo (Epen), Rodrigo Bernardo Ribeiro Pinto foi um dos palestrantes no primeiro dia do evento. Ele apresentou aos cerca de 230 participantes o Modelo de Gestão do Espírito Santo, que traz uma comparação dos avanços alcançados no sistema prisional capixaba no período de 2009 até 2019. Rodrigo Ribeiro é responsável por planejar, organizar, coordenar, acompanhar e controlar os programas de formação, capacitação e aperfeiçoamento funcional dos servidores da Secretaria da Justiça (Sejus).

A palestra foi escolhida pelo Depen como um dos casos de sucesso no cenário prisional atual, possibilitando a difusão desses modelos de gestão para que sejam referência em todo país.

Além do diretor da Escola Penitenciária, o sistema prisional capixaba é representado no encontro com as presenças dos diretores Alexandre Magno, do Centro de Detenção Provisória de Colatina, Márcio Felipe, da Penitenciária Regional de Cachoeiro de Itapemirim, e Graciele Sonegheti, do Centro Prisional Feminino de Cariacica.

“A administração de uma unidade prisional é um desafio diário. Poder compartilhar os resultados do nosso trabalho, que pouco a pouco ganha o reconhecimento nacional por excelência na gestão penitenciária, é extraordinário. Tudo isso faz parte de um esforço coletivo. Por meio da Epen trabalhamos a valorização dos nossos inspetores para que eles também sejam agentes capazes de resgatar e valorizar seus colegas de trabalho e os internos, ajudando-os a resgatar sua identidade e seu valor”, ressalta Rodrigo Ribeiro.

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