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Internacional

Para FMI, novas ondas da covid-19 são risco e tornam perspectiva muito incerta

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O porta-voz lembrou que o FMI elevou recentemente o montante anual permitido que os países podem ter de financiamento

Porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gerry Rice afirmou nesta quinta-feira, 23, que a possibilidade de novas ondas de surtos da covid-19 é um risco importante “em toda parte”, tornando a perspectiva econômica “altamente incerta”. A declaração foi dada durante entrevista coletiva virtual, na qual Rice elogiou o fato de que a União Europeia chegou a um acordo por um Fundo de Recuperação de 750 bilhões de euros para apoiar a retomada econômica, em meio a uma crise global “sem precedentes”.

Rice fez o comentário quando tratava do caso da Espanha, que foi “particularmente atingida pela pandemia”. Ele notou que as projeções atuais do Fundo para o país já levam em conta a possibilidade de surtos da doença e potenciais limitações em áreas de “contato intensivo”.

O FMI projeta uma contração de 12,8% neste ano na Espanha, com crescimento de 6,3% em 2021 – o porta-voz lembrou que o FMI atualizará suas projeções para os países em outubro. Rice comentou que, nesse contexto, o fundo da UE será uma “contribuição importante” para garantir uma retomada mais resistente na região.

O porta-voz lembrou que o FMI elevou recentemente o montante anual permitido que os países podem ter de financiamento. “Elevar o limite permite que esses países que pediram auxílio recebam níveis maiores de financiamento neste ano, dando a eles acesso de curto prazo a esses fundos”, comentou.

Segundo ele, a intenção da entidade é criar mais espaço fiscal para as nações, nesse contexto de crise atual.

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Internacional

Portugal prolonga estado de emergência sanitária contra covid-19

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Medidas que serão aplicadas a partir da próxima terça-feira serão anunciadas no sábado e podem incluir uma divisão do país em vários níveis de restrições

Portugal prorrogou nesta sexta-feira até 8 de dezembro o estado de emergência sanitária, que está em vigor desde 9 de novembro, enquanto o governo ainda não especificou as medidas que serão aplicadas a partir de terça-feira.

O presidente da república, o conservador Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou que assinou um novo decreto que estabelece o estado de emergência pelo prazo de 15 dias, o máximo previsto na lei portuguesa.

“O estado de emergência durará o tempo que for necessário para combater a pandemia” do coronavírus, que poderá atingir o seu pico em Portugal “entre o final de novembro e o início de dezembro”, mas será “provavelmente” seguido de uma “terceira onda” em janeiro ou fevereiro, afirmou ele em um discurso televisionado.

O governo socialista se reuniu nesta sexta-feira em um conselho extraordinário de ministros para decidir as restrições sanitárias que serão estabelecidas sob o estado de emergência.

As medidas que serão aplicadas a partir da próxima terça-feira serão reveladas no sábado e podem incluir uma divisão do país em vários níveis de restrições dependendo da gravidade da situação epidemiológica.

Desde 9 de novembro, os municípios mais afetados estão sujeitos a toque de recolher noturno nos dias de semana e a partir das 13h nos fins de semana.

O teletrabalho é obrigatório mas, ao contrário do primeiro confinamento, as escolas estão abertas.

Cerca de 80% da população já está em processo de reconfinamento parcial.

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Internacional

Covid: casos nas últimas 4 semanas superam 1º semestre de pandemia

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Comparação foi feita pelo diretor-geral da OMS, que disse estar preocupado com a ocupação de UTIs na Europa e na América do Norte

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanomm Ghebreyesus, afirmou, nesta sexta-feira (20), que foram notificados mais casos de infecção pelo novo coronavírus nas últimas quatros semanas, do que nos seis meses iniciais da pandemia de covid-19.

O líder da agência destacou a preocupação, especialmente no Hemisfério Norte, na Europa e América do Norte, com o grande número de pessoas internadas nas unidades de terapia intensiva (UTI) nos hospitais. Tedros admitiu o temor de um colapso nas redes nacionais de saúde.

Nesta quinta-feira (19), último dia com dados consolidados pela OMS, o número de mortes por covid-19 foi de 10.190. Essa foi a primeira vez desde 15 de agosto que  a marca de 10 mil óbitos provocados pela doença foi superada.

De acordo com informações preliminares disponibilizadas pela OMS, o balanço desta sexta-feira terá ainda mais vítimas.

Já a quantidade de notificação de casos ao longo de ontem foi de 605.126. Hoje, conforme aponta a Organização Mundial de Saúde, também será verificada uma alta.

Ao todo, desde o início da pandemia, a OMS já contabilizou 56.623.643 casos de infecções em todo o planeta, a maioria nas Américas que já tiveram 24.035.426.

O número de pessoas mortas pela covid-19 chegou a 1.355.963, com o Brasil aparecendo como o segundo no ranking de países com mais mortes, 167.455, apenas atrás dos Estados Unidos.

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