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Segurança

Polícia acaba com baile clandestino em Vitória, mas festa foi até de manhã

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Segundo os moradores, o baile continuou até o dia amanhecer com som alto e várias pessoas

Na madrugada deste sábado (10), a polícia tentou acabar com um baile clandestino no bairro São João, em Vitória. No entanto, segundo moradores, a festa continuou até às 6 horas. 

A festa acontecia em ponto conhecido como ‘Cruzeiro do Forte São João’. De acordo com a polícia, por volta das 3h20, uma equipe foi até o local para fazer uma intervenção, mas os militares não foram bem recebidos e precisaram fazer o uso da força e de armamento não letal para dispersar as pessoas.

Porém, na manhã deste sábado (10), moradores disseram que o baile continuou até o dia amanhecer com várias pessoas e som alto. Além disso, nas redes sociais, os frequentadores declararam ódio a polícia após a intervenção.

Por nota a a Polícia Civil informou que não houve nenhum flagrante encaminhado à Delegacia Regional de Vitória, relativo a esse fato, na noite de sexta-feira. No entanto, a PC destacou que a inteligência da Polícia Civil monitora as atividades criminosas em todos os ambientes e realiza trabalho investigativo contra o tráfico de drogas em todo o Estado. 

A polícia informou ainda que o Disque-Denúncia 181 é a melhor forma da população auxiliar a polícia com informações que levem à prisão de criminosos. O sigilo é garantido e todas as informações são investigadas. O 190 deve ser acionado em caso de crime em andamento.

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Segurança

Acusado de estuprar duas filhas e três sobrinhas é preso

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A Polícia Civil informou os crimes estariam acontecendo há muitos anos. Quatro vítimas estão com mais de 18 anos, mas teriam sofrido o abuso quando tinham entre 10 e 13 anos

Um carreteiro de 52 anos foi preso pela Polícia Civil na tarde de segunda-feira (23) acusado de abusar sexualmente de duas filhas e três sobrinhas. De acordo com a polícia, os crimes aconteciam há muitos anos. 
Entre as cinco vítimas, quatro são maiores de idade e denunciaram que os crimes aconteceram quando elas tinhas entre 10 a 13 anos. A quinta vítima é uma menina de apenas sete anos. O nome do acusado e a cidade onde os fatos teriam acontecidos não serão revelados, para preservar a identidade das vítimas. 
A delegada Silvana Soeiro afirmou que o caso era investigado há alguns meses. A primeira denúncia aconteceu porque a mãe da criança supostamente abusada leu uma conversa da menina com uma colega em um aplicativo de mensagens, onde a garota contou para a amiga que foi abusada. Depois dessa denúncia a polícia descobriu os outros casos.
“Uma das vítimas está com 18 anos e foi abusada quando tinha 10 anos de idade. São cinco vítimas, sendo duas filhas e três sobrinhas. Todas são do ciclo familiar do acusado”, disse a delegada.
Ainda que neste caso o acusado seja pai de duas vítimas, a delegada alerta que as famílias precisam estar muito atentas para identificar se uma criança está sofrendo abusos. A previsão é que o acusado seja transferido para um presídio da Grande Vitória ainda na manhã desta terça-feira (24). 

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Segurança

Sefaz apreende quase 20 mil litros de cerveja com nota fiscal irregular

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Auditores fiscais da Secretaria da Fazenda (Sefaz) apreenderam, nesse final de semana, quase 20 mil litros de cerveja que estavam sendo transportados de forma ilegal. A carga, apreendida na BR-101, município da Serra, estava dividida em dois caminhões, cada um com 9.600 litros de cerveja.

De acordo com o auditor fiscal Germanni Baptista Herzog, que participou da apreensão, um caminhão não tinha qualquer documento fiscal. “No outro estava o registro que ele havia saído de Alagoas para o Rio de Janeiro no último dia 14 de novembro. Isso levantou nossa suspeita, já que o tempo de viagem não é tão grande”, explica.

“Ao consultar a placa do caminhão, vimos que ele saiu de Alagoas no dia 14 e veio para o Espírito Santo, mas depois retornou para a origem e fez novamente essa rota com a mesma nota, até que foi pego pela fiscalização. A suspeita é que a cerveja fique no Espírito Santo e nem chegue ao Rio de Janeiro, mas isso ainda está sendo investigado”, acrescenta o auditor fiscal da Receita Estadual.

Toda a carga foi avaliada em R$ 142.848,00, sendo R$ 71.424,00 em cada caminhão. A autuação para as empresas donas das cargas ficou em R$ 47.711,68, totalizando R$ 95.423,36. As mercadorias permanecem retidas, tendo em vista que o pagamento da autuação ainda não foi efetivado.

A apreensão da mercadoria foi realizada com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que fez a primeira abordagem aos responsáveis pela carga.

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