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Brasil

Prazo para entregar o Imposto de Renda sem multa termina às 23h59

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Quem perder o prazo de entrega ficará sujeito ao pagamento de uma multa que varia entre R$ 165,74 e 20% do valor do imposto devido

Os contribuintes brasileiros que ainda não entregaram o Imposto de Renda 2020 têm apenas até às 23h59 desta terça-feira (30) para transmitir o documento para a base de dados da Receita Federal sem ficar sujeito ao pagamento de multa.

A Receita Federal afirma que recebeu 28.384.808 declarações até as 21h desta segunda-feira (29). A expectativa do Fisco é de que 32 milhões de contribuintes realizem a transmissão até o fim do prazo. Nos últimos anos, o volume de entrega tem superado às expectativas do Fisco.

Quem perder o prazo de entrega da declaração só poderá enviar o documento atrasado a partir da próxima quinta-feira (2) e fica sujeito ao pagamento de uma multa que varia de R$ 165,74 a 20% do valor do imposto devido.

A apresentação da declaração é obrigatória para todos os brasileiros que tiveram rendimentos tributáveis, tais como salários, aposentadoria e alugueis, superiores a R$ 28.559,70 ao longo de 2019.

Para os que deixaram a entrega para a última hora, contadores e auditores da Receita Federal orientam para a transmissão da declaração incompleta para evitar o pagamento da multa. A decisão, no entanto, requer o envio de uma retificação para incluir as pendências. A mesma recomendação vale a quem não conseguiu todos os documentos necessário para o preenchimento da declaração.

Vale lembrar que neste ano os contribuintes tiveram 60 dias a mais para entregar a declaração em comparação com 2019. De acordo com o Fisco, o prazo foi ampliado devido à pandemia do novo coronavírus, que fechou as portas de diversos estabelecimentos e escritórios, o que poderia prejudicar o recebimento de informações.

Fonte: R7

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Brasil

BNDES amplia em R$ 5 bi crédito a micro, pequena e média empresa

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Nova ampliação foi decidida após os R$ 5 bilhões da ampliação de março terem sido totalmente contratado

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) anunciou neste sábado (4) a prorrogação da linha BNDES Crédito Pequenas Empresas até 31 de dezembro, com orçamento ampliado em mais R$ 5 bilhões.

O orçamento da BNDES Crédito Pequenas Empresas já tinha sido ampliado em R$ 5 bilhões, ainda em março, no primeiro conjunto de medidas do banco de fomento para mitigar a crise causada pela pandemia de covid-19. A nova ampliação foi decidida após os R$ 5 bilhões da ampliação de março terem sido totalmente contratados.

Segundo o BNDES, desde março, foram aprovadas 16.318 operações com 15.094 empresas, que empregam 372.800 pessoas. “A média do valor do empréstimo por operação ficou em torno de R$ 318 mil. O principal setor econômico contemplado foi o de comércio e serviços, com 79,7% dos recursos, seguido pelo de indústria de transformação (19,5%), agronegócio (0,7%) e indústria extrativista (0,1%)”, diz a nota, divulgada neste sábado pelo BNDES.

Com foco no financiamento de capital de giro, a BNDES Crédito Pequenas Empresas é operada indiretamente. As empresas fecham os empréstimos com bancos comerciais da rede repassadora do banco de fomento. Nessa linha específica, são 31 agentes financeiros atuando em todo o País.

A BNDES Crédito Pequenas Empresas já existia antes da crise da pandemia. Em janeiro, já tinha passado por uma ampliação, ao passar a aceitar pedidos de crédito de empresas com faturamento anual de até R$ 90 milhões – até o ano passado, o limite era bem mais baixo, de R$ 4,8 milhões. Em janeiro, o valor máximo dos empréstimos também foi elevado de R$ 500 mil para R$ 10 milhões a cada 12 meses.

Em março, já no contexto de enfrentamento da crise, passou a aceitar pedido de empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões. O banco de fomento também ampliou o valor máximo dos empréstimos R$ 10 milhões para R$ 70 milhões a cada 12 meses. A elevação desse limite acompanha a ampliação do faturamento máximo que a empresa deve ter para ser elegível aos financiamentos – quanto maior o porte da empresa, maior será sua necessidade de capital de giro.

Por outro lado, as condições de financiamento não mudaram em março, uma vez que já tinha havido uma ligeira redução de juros no início de fevereiro, também antes da pandemia. Quando foi lançado, em março de 2019, os empréstimos da BNDES Crédito Pequenas Empresas já tinham prazo máximo de cinco anos, com carência de até dois anos. Já o “spread” do BNDES (que entra na conta da taxa final de juros) era de 1,45% ao ano no desenho original, mas foi reduzido para 1,25% a partir de 3 de fevereiro deste ano. Ou seja, todas essas condições (prazo máximo de cinco anos, com carência de até dois anos, e “spread” de 1,25% ao ano) já estavam vigentes antes das ampliações de março, para enfrentar a crise.

Ao anunciar a nova ampliação da BNDES Crédito Pequenas Empresas neste sábado, o banco não informou sobre mudanças nas condições dos empréstimos. Na nota, a instituição de fomento ressalta que “as taxas de juros variam, pois são negociadas entre a empresa e o agente financeiro”. A média dos juros finais cobrados às empresas de todos os portes elegíveis na linha está em 11,23% ao ano, segundo o site do BNDES.

“O objetivo da linha nessa segunda etapa permanece o mesmo: oferecer recursos para o uso livre das empresas, de maneira simples e ágil, por meio dos agentes financeiros parceiros (cooperativas de créditos e bancos comerciais, públicos ou privados)”, diz a nota do banco.

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Brasil

Caixa conclui hoje depósitos do auxílio de R$ 600 para 6,5 milhões

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Terceira parcela será depositada na poupança digital de 5 milhões, outro lote de 1,4 milhão recebe a segunda e 100 mil ganham a primeira

A Caixa conclui neste sábado (4) o calendário de depósito do auxílio emergencial de R$ 600 para 6,5 milhões de beneficiários nascidos em novembro e dezembro. O pagamento para um total de 40,4 milhões de pessoas começou no sábado passado. Na segunda-feira (6), outro lote começa a sacar a primeira parcela. 

Do total deste sábado, 5 milhões terão a terceira parcela depositada em conta poupança. Outro 1,4 milhão recebe a segunda parcela, além de 100 mil, do último lote liberado, que ganharão a primeira parcela.

Para evitar filas e aglomerações nas agências, o auxílio é depositado de forma escalonada de acordo com a data de aniversário. O beneficiário pode pagar contas e fazer compras pelo aplicativo Caixa Tem. E só a partir de 18 de julho começa o calendário para saque em dinheiro. Veja o calendário:

Depósito em conta digital

Pagamento terceira parcela (1º lote), segunda parcela (2º lote) e primeira parcela (4º lote)

Sábado (27 de junho) – nascidos em janeiro e fevereiro (6,5milhões)
Terça-feira (30 de junho) – nascidos em março e abril (6,9 milhões)
Quarta-feira (1º de julho) – nascidos em maio e junho (6,9 milhões)
Quinta-feira (2 de julho) – nascidos em julho e agosto (6,8 milhões)
Sexta-feira (3 de julho) – nascidos em setembro e outubro (6,8 milhões)
Sábado (4 de julho) – nascidos em novembro e dezembro (6,5 milhões)

Saque em dinheiro

Pagamento terceira parcela (1º lote), segunda parcela (2º lote) e primeira parcela (4º lote)

Sábado (18 de julho) – nascidos em janeiro (3,4 milhões)
Sábado (25 de julho) – nascidos em fevereiro (3,1 milhões)
Sábado (1º de agosto) – nascidos em março (3,5 milhões)
Sábado (8 de agosto) – nascidos em abril (3,4 milhões)
Sábado (15 de agosto) – nascidos em maio (3,5 milhões)
Sábado (29 de agosto) – nascidos em junho (3,4 milhões)
Terça-feira (1º de setembro) – nascidos em julho (3,4 milhões)
Terça-feira (8 de setembro) – nascidos em agosto (3,4 milhões)
Quinta-feira (10 de setembro) – nascidos em setembro (3,4 milhões)
Sábado (12 de setembro) – nascidos em outubro (3,4 milhões)
Terça-feira (15 de setembro) – nascidos em novembro (3,2 milhões)
Sábado (19 de setembro) – nascidos em dezembro (3,3 milhões)

Quem pode receber

O benefício foi criado para diminuir os impactos da pandemia de coronavírus na população de baixa renda. O benefício começou com três e passou para cinco parcelas de R$ 600, mas esse valor sobe para R$ 1.200 nos casos de mães responsáveis pelo sustento da família.

Com o fim do prazo para solicitar o benefício na quinta-feira (2), a Caixa disse que há ainda 1,9 milhão de solicitações em processo de verificação. O banco afirma que todos os inscritos, caso aprovados, estarão aptos a receber as cinco parcelas do benefício.

Segundo o banco, já foram pagos até agora R$ 116,7 bilhões a 65,1 milhões de beneficiários inscritos por meio do Cadastro Único, do Programa Bolsa Família, ou pelo site e pelos aplicativos da Caixa.

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