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Internacional

Rainha concorda com ‘período de transição’ de Harry e Meghan

Monarca disse que dá ‘apoio incondicional’ ao casal, que vai se dividir entre o Canadá e o Reino Unido, mas preferiria que eles continuassem na família

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A rainha concordou em dar um “tempo de transição” para o príncipe Harry e Meghan Markle, que vão passar um tempo vivendo entre o Canadá e o Reino Unido. A duquesa, inclusive, já está no país.

Elizabeth II disse em comunicado que dá “apoio incondicional” ao desejo dos dois de abdicar funções reais, mas “preferiria que eles continuassem trabalhando em tempo integral para a Família Real”.

Leia abaixo o comunicado da rainha:

Hoje minha família teve uma conversa construtiva sobre o futuro de meu neto e sua família.

Minha família e eu damos apoio incondicional ao desejo de Harry e Meghan de criarem uma nova vida como uma jovem família. Ainda que nós preferiríamos que eles continuassem trabalhando em tempo integral como membros da Família Real, nós respeitamos e entendemos o desejo deles de viver uma vida mais indepedente como família e ainda serem uma parte valiosa da minha família. 

Harry e Meghan deixaram claro que eles não querem depender dos fundos públicos em suas novas vidas.

Dessa forma, foi decidido que haverá um período de transição em que o duque e a duquesa de Sussex vão permanecer no Canadá e no Reino Unidos.

Esses são assuntos muito complexos para minha família resolver. e temos muito trabalho pela frente, mas pedi que decisões finais sejam tomadas nos próximos dias.

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Internacional

Vírus misterioso mata duas pessoas na China, e Brasil reforça cuidado

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Entre as medidas estão lavar as mãos, evitar locais cheios e ficar atento a sintomas como febre, dores no corpo e problemas respiratórios

O Ministério da Saúde publicou um comunicado neste mês às vigilâncias sanitárias de portos e aeroportos brasileiros para que reforcem os cuidados e orientações aos viajantes por causa de um vírus misterioso que tem causado pneumonia em moradores de uma cidade da China. Até agora, ao menos 45 pessoas foram infectadas e duas morreram. Cinco estão hospitalizadas em estado grave.

Nos últimos dias, Tailândia e Japão notificaram dois casos da doença, ambos de pessoas que estiveram na cidade chinesa de Wuhan, onde o vírus foi notificado pela primeira vez. A situação é monitorada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que ainda não tem informações sobre a origem do vírus nem sobre as formas de transmissão.

Mesmo com poucas informações, o Ministério da Saúde, na semana passada, enviou comunicado às representações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em portos e aeroportos para que viajantes sejam orientados a tomar medidas de precauções em viagens ao exterior, especialmente às regiões com casos confirmados.

Entre as medidas, estão ações como lavar as mãos, evitar locais com grandes aglomerações e ficar atento a sintomas como febre, dores no corpo e problemas respiratórios.

é monitorada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que ainda não tem informações sobre a origem do vírus nem sobre as formas de transmissão.

Na sexta-feira (17), os Estados Unidos começaram a examinar passageiros que chegam em voos diretos ou com conexão na cidade de Wuhan. Os viajantes serão submetidos a um teste de controle de temperatura para detecção de sintomas em três aeroportos: San Francisco, Los Angeles, e JFK, em Nova York. Aqueles que apresentarem sintomas do vírus serão levados a outras instalações para uma avaliação adicional e um teste de diagnóstico rápido.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, o coordenador-geral de emergências em saúde pública do Ministério da Saúde, Rodrigo Lins Frutuoso, afirmou que, embora tenham sido notificados dois casos fora da China, a ocorrência do vírus ainda está muito concentrada e não é possível saber, no momento, se ele tem grande risco de rápida disseminação. Por isso, a principal ação deve ser de monitoramento e orientação.

“A OMS ainda não recomendou nenhuma restrição de viagens nem de comércio. Estamos monitorando cada fato novo, mas ainda não temos muitas informações”, disse Frutuoso. “O cenário de avaliação de risco é bastante dinâmico e as medidas não podem ser desproporcionais. Nem sequer sabemos se a transmissão ocorre entre humanos”, destacou.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, destacaram que, segundo as últimas informações, os riscos do vírus são baixos.

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Internacional

Reino Unido convoca embaixador do Irã em Londres

Ato vem após embaixador britânico ter sido detido temporariamente em Teerã, acusado de ter incitado protestos contra governo iraniano; ‘inaceitável violação’ do direito internacional, disse Londres

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O governo do Reino Unido convocou nesta segunda-feira (13/01) o embaixador do Irã em Londres, Hamid Baeidinejad, para protestar contra a detenção temporária e o pedido de expulsão do representante diplomático britânico em Teerã, Rob Macaire, no último sábado (11/01).

Em nota, o governo britânico disse que o episódio envolvendo Macaire é uma “inaceitável” violação do direito internacional e das convenções diplomáticas e pede explicações ao Irã.

“Nós estamos buscando garantias totais do governo iraniano para que isso nunca volte a acontecer”, disse um porta-voz de Downing Street ao jornal The Guardian. O diplomata foi acusado de incitar protestos contra o governo iraniano durante uma vigília em memória das vítimas da queda do avião da Ukraine International Airlines (UIA)

O embaixador britânico em Teerã se justificou com o argumento de que pensava que a manifestação seria apenas uma vigília pelas 176 vítimas. “Eu saí depois de cinco minutos, quando alguns começaram a cantar”, disse o diplomata, que ficara detido por cerca de meia hora, até ser identificado pela polícia.

Por sua vez, o Irã acusou Macaire de “comportamento inapropriado” e o convocou para prestar explicações no último domingo (12/01).

O Boeing 737-800 da UIA levava 176 pessoas e foi abatido pelo sistema de defesa antiaérea do Irã, que o confundiu com um míssil norte-americano, na madrugada da última quarta (08/01). O governo iraniano admitiu o erro “desastroso” e prometeu punir os responsáveis.

Todas as 176 pessoas a bordo morreram, incluindo 82 iranianos, 63 canadenses, 11 ucranianos, 10 suecos, quatro afegãos, três britânicos e três alemães. O episódio ocorreu na mesma madrugada em que o Irã lançou mísseis contra duas bases militares dos EUA no Iraque, em resposta à morte do general Qassem Soleimani em um bombardeio norte-americano.

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