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Rumos da Política

Rumos da Política – 2ª Quinzena de Março

Publicado

A política não para de ser assunto, mesmo em um momento grave em que o coronavirus está posto. A disputa entre Bolsonaro e alguns governadores na ânsia de falarem heresias tem tomado às redes sociais. A política partidária, com olhar sobre as próximas eleições em que o Brasil vai eleger seus prefeitos e vereadores começa a tomar lugar na discussão daqueles que se aproveitam para tencionar questões que só os favorecem. Fala-se agora em adiar as eleições por dois anos empurrando tudo para 2022, quando haveria eleições gerais. É uma discussão cínica, típica de oportunistas que desejam esticar mandatos. A solução pura e simples não entra nesse cardápio. Se não puder ter as eleições em outubro, que tenha em dezembro. Pronto, está resolvida a questão. Mas, no país em que vivemos, estamos acostumados às soluções complicadas, desprezando as de simples resoluções. Adiar as eleições deste ano para 2022 é golpe, é roubar o eleitor em seu direito de exercer a sua cidadania de retirar o corrupto ou reeleger o bom gestor. Se querem com o surto do vírus o usarem para resolver uma questão que não se resolve por vias legais pelo Congresso Nacional, eleições gerais em 2022 com prorrogação dos atuais mandatos municipais é golpear a democracia. Se querem eleições gerais daqui a dois anos, basta elegermos os nossos representantes para um mandato de apenas dois anos o que vai dar a coincidência de mandatos gerais.

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Sobre essa questão aplicada ao município de São Mateus seria extremamente nociva. O lugar e seu povo sobreviveriam ao coronavirus, mas não sobreviveriam a mais um mandato de um prefeito que só trouxe o caos para o município. Seria o apocalipse em terras mateenses. Claro que sempre se corre o risco de se eleger outro incompetente, porra louca, energúmeno. E tem alguns com essas “virtudes”. Infelizmente ainda tem eleitor que gosta de valorizar a mediocridade, o que se tem de mais danoso para a nossa cidade e sua população. Nesses casos fala mais alto o egoísmo, o interesse de grupelhos, de quadrilhas e camarilhas. É uma cultura institucionalizada Brasil a fora.

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O Brasil, até onde consigo enxergar, emburreceu. Em vários setores da sociedade, na escola, na música, na política, enfim em áreas que já foram melhores em seus conceitos. Mas, nada foi construído por acaso. A gente observa a mídia enaltecendo subvalores, potencializando artistas e músicas que beiram a insanidade intelectual e do bom senso, lixos que jogam na cara e na porta das pessoas. E agora essa febre das redes sociais, aonde muitos se julgam entendedores de todos os assuntos, se intitulam jornalistas e profissionais de outras áreas. A proliferação de informações mentirosas que são colocadas apenas para desinformar e criar uma situação de confusão na cabeça das pessoas. E ainda tem um presidente que se comunica por Life, numa postura de comunicação fajuta, amadora e de um provincianismo atroz. E mais, desqualifica a imprensa, colocando no mesmo saco a marrom e a imprensa séria, como se não existissem jornalistas éticos, veículos que procuram apenas informar. Aliás, ética e moral que são virtudes difíceis de se encontrar no meio político. O Lula também detestava a imprensa séria. Só valorizava os seus bajuladores. E ainda temos um ladrão já condenado, solto, fazendo política e desqualificando o país, mundo afora… Mas esse é outro tenebroso assunto.

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Em São Mateus o prefeito sai pelas ruas pedindo para a população ficar em casa. Na periferia, onde ele diz ser o pai dos pobres, tudo que diz soa aos ouvidos do cidadão atento, como falsa, artificial, sem credibilidade. O povo em casa e ele no restaurante almoçando sem se incomodar com a determinação de ficar em casa. Duvido se tiver alguma festa programada que ele deixe de realizá-la. É o seu negócio e ele não vai deixar de faturar algum por causa de uma população que ele despreza ao não oferecer os benefícios básicos que todos precisam e pagam por eles com seus impostos.

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Nessa situação toda, como está a Câmara Municipal? Desistiu de agir, de elaborar uma ação para amenizar o sofrimento da população do município de São Mateus? Muitos alegam que fizeram o seu papel. O problema é que existe um trabalho de comunicação falho, sem sistematização para fazer chegar à sociedade aquilo que foi feito e que é feito no legislativo. Na comunicação não basta ser apenas um burocrata, é necessário elaborar um projeto de comunicação para ser levado a quem de direito para que seja viabilizado. Cabide de emprego acaba sempre prejudicando a transparência de atos dos poderes. Indicação de cabo eleitoral para ocupar posições sem o devido conhecimento da engrenagem política da comunicação não tem como dar certo. A Prefeitura também peca pela maneira como leva suas realizações (existem?) ao público. Talvez por não ter nada para apresentar, os responsáveis pela comunicação fiquem apenas fazendo malabarismo para mostrar o que não existe de relevância para o desenvolvimento do município e conhecimento da população. Competentes profissionais existem, mas nem sempre conseguem demonstrar suas competências em função de entraves inconfessáveis de seus patrões.

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Rumos da Política

Rumos da Política – 2ª Quinzena de Setembro

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Por Paulo Borges

Para as eleições municipais deste ano, os partidos já estão prontos para encarar o pleito eleitoral. Fizeram suas convenções e definiram suas chapas, majoritárias e proporcionais. Algumas foram tranquilas, outras nem tanto. Em São Mateus, por exemplo, o PSB encenou um ato muito comum na política ultrapassada, que é a traição ou articulação rasteira para retirar candidatura que estava posta, mas que, por omissão do comando, deixou prosperar dando a entender que poderia chegar à sua convenção e disputar com outras que aparecessem, como é do jogo. O que não é e não pode ser, é a discriminação, a humilhação. A candidata Preta chegou a ser proibida até de levar convidados e familiares para lhe dar apoio. Seu nome sequer foi colocado na pauta e a decisão ficou para depois e apareceu o nome do médico Thomazini como seu candidato e que acabou como o vice na chapa do candidato Ferreira Júnior, do Solidariedade e apoiada pelos mesmos de sempre, que agora estão fora do poder e querem retornar para retomar aquilo que foi interrompido pelo atual prefeito, Daniel Santana (PSDB). O “aquilo”, na trama política é conhecido, mas o leitor sabe do que estamos falando. Falamos do interesse político eleitoral de 2022 e o uso da máquina administrativa por empresários amigos do rei e inimigos da população. Claro que o discurso será o de sempre, fazer o melhor para o município etc. A cantilena de sempre, daqueles que nunca tiveram e não vão ter o sentimento de servir e não se servir do poder. A política quer mudar, mas esses políticos não querem, pois isso afetaria mortalmente seus interesses, nem sempre confessáveis. Muito menos republicanos.

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Nesta eleição, a população pode mudar o rumo da história e da política até aqui praticada. Infelizmente não se pode esperar milagre de onde, em São Mateus, nunca veio, exceto na eleição do saudoso Dr. Pedro, que naquela ocasião era um ponto fora da curva, fora da máfia que imperava à frente dos destinos do município e “mamava” abertamente na Prefeitura, sem qualquer pudor. O ex-prefeito e também saudoso, Amocin Leite, amava sua terra, mas por detrás, aproveitando das suas dificuldades de homem simples e iletrado o usaram para coisas não muito republicanas. Naquela ocasião só o Jornal do Norte tinha o compromisso com a verdade dos fatos e a coragem de noticiar o que ocorria. Como faz hoje.

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Os candidatos estão na vitrine. Um produto sortido, de todos os tipos, uma “fauna e flora”, diversificada para ser escolhida. Como em quase tudo no Brasil, o eleitor correrá sempre o risco de levar gato por lebre para casa. Em toda eleição tem pouca lebre e muito gato. Muitas vezes, por ignorância de quem escolhe, o gato ganha.

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São Mateus comemorou 476 anos. Não teve festa para a população e nem seria aconselhável, até porque não havia nada a ser comemorado. Mas a ausência da festa, oportunidade para as armações costumeiras, não foi motivo para a santidade dos governantes. As Tendas dos Milagres, alugadas a preço de ouro com o dinheiro para o combate a covid-19, fizeram o milagre da multiplicação de recursos públicos careados para algum lugar que só Deus sabe…

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Aproveitando o aniversário da cidade de São Mateus, podemos dizer – não afirmar – que o eleitor não amadureceu e nem atenta para a engenharia da geopolítica com o objetivo de fazer seus idealizadores dessa prática no poder, ou retomá-lo ou mesmo colocar seus simpatizantes que no futuro se tornam aliados incondicionais por interesses mútuos. Vamos aqui destacar o município de São Mateus no mapa do Estado do Espírito Santo. A geopolítica que vem sendo realizada nesse processo político-eleitoral é evidente para que tem o hábito de olhar com mais atenção e, daí, analisar o que observa, levantando hipóteses e questionamentos. A geopolítica é, basicamente a ciência que estuda as relações entre países, governos, alianças e prioridades. São Mateus está fortemente, por motivos óbvios no estudo e realizações de alianças e prioridades para que este município eleja seus representantes que possibilitem o fortalecimento do grupo que está no poder em nível estadual e os que podem ascendê-lo. Olhando as candidaturas em São Mateus, praticamente todas elas estão inseridas nesse contexto atreladas a uma “nova ordem estadual”… Vamos lá: Ferreira Júnior & Thomazini (Rui, Jorge Silva & Freitas-Casagrande); Carlinhos & Cássio (Marcus Du Val, Gilson Daniel & Marcus Vicente- secretário do governo estadual); Laurinho (Coronel Quintino); Mauro Peruchi (Audifax – Rede); Hubstênyo (Nelcimar Fraga); Daniel está afinado com aqueles que o apoiaram e o apoiam, como é o caso da senadora Rose de Freitas, Marcelo Santos, Cesar Colnago, Da Vitória, Hartung dentre outros que tiraram a casquinha na sua eleição. Sua lista é extensa, mas pode diminuir em muito dependendo do que poderá vir a acontecer nos próximos dias. Quanto ao Carlinhos Lyrio, é bom destacar que ele costuma divergir de certos alinhamentos automáticos. O senador Marcus Du Val, do mesmo partido, neste processo eleitoral, havia declarado apoio à candidatura de Elisângela Nascimento, a Preta. Mas em 2022, se ele não vier a disputar o governo, vai puxar apoio para o seu escolhido. Quanto ao Gilson Daniel, deve vir a deputado estadual ou federal e vai precisar do apoio do Podemos de São Mateus. O PT está fora desse arranjo fácil de se fazer. Tem suas particularidades, mas também estará na linha de frente em defesa dos seus candidatos da capital. Partindo para o PRTB, que tem Eliezer como candidato a prefeito de São Mateus, não vejo nenhuma ligação com candidaturas de fora do município para 2022 do Estado. Na minha visão (pode até ser equivocada até porque não sou dono da verdade) a candidatura do Eliezer é genuinamente mateense. Provavelmente terá, em 2022, seus candidatos locais a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. Para majoritário deve fechar com Bolsonaro/Mourão e para o Anchieta não se sabe ainda e nem poderia. Os outros para ocupar o Anchieta devem fechar com Casagrande para a reeleição. Uma futurologia que não é difícil de se fazer, sem precisar ressuscitar o mago do horóscopo, Omar Cardoso.

Tudo isso que está aí escrito são análises de um simples observador e curioso da política, uma ciência em movimento que aprendi a gostar, desde os inesquecíveis tempos de Rio de Janeiro. Fiquem à vontade para discordarem. Democracia em nós!

Contatos para a coluna: pauloborgesjn@hotmail.com

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Rumos da Política

Rumos da Política – 1ª Quinzena de setembro

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A procura de um consenso que não se sustenta

A política é a arte da convivência dos contrários através do diálogo e entendimento. E para que isso se torne uma realidade, um grupo de partidos de São Mateus vem se reunindo para definir um acordo que torne possível fechar um acordo de apoio em torno de um nome que sairia do consenso desse grupo. A iniciativa é, sem dúvida, decente, prudente e civilizada.

O problema não está na intenção. Está na prática que, na composição do grupo, se torna impossível. Está nas pessoas. O pré-candidato Carlinhos Lyrio (Podemos), por exemplo, vai aceitar dar apoio incondicional a outra escolha que não seja o seu nome? Não acredito e não tenho motivos para acreditar. Ele vai argumentar que tem voto, que tem experiência e capacidade de gestão. Vai dizer, inclusive, que tem projeto para o município. É um direito dele falar e colocar isso na mesa para uma avaliação.

Falo no nome do ex-deputado como forma ilustrativa para reforçar a dificuldade que percebo nesse grupo que tenta o consenso. Nada contra pessoas, afinal não tenho motivo para atacar pessoas que, de certa forma, tenho apreço. Falo aqui da realidade política de um município complicado, com políticos complicados, sem compromisso e omissos.

Dentro desse grupo existem correntes que discordam de alguns nomes e acham que – nessa leva de renovação – alguns seriam o mesmo do mesmo. E percebe que não é isso que a sociedade mateense, aquela produtiva, que pensa, que defende a necessidade de mudança deseja. Sendo assim, está aí o conflito dentro do grupo. Uns estão ali num trabalho sincero, desejando algo melhor como opção para se livrar das mãos do atual mandatário mateense. Outros têm apenas o desejo de ser prefeito, de dar vazão a sua vaidade e desejos nem sempre muito claros e definidos. Tem até aqueles que nutrem simpatia por lideranças aquém do grupo…

Vamos acompanhar o desenrolar dessa salutar, porém, difícil missão.

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Amadeu desistiu ou desistiram dele? Aposto na segunda hipótese. Desistiram dele por várias razões e uma delas seria o seu telhado de vidro que estaria na mira certeira do atual prefeito, que reúne uma artilharia poderosa de acusações e questionamentos contra o ex-prefeito. O que não quer dizer que a recíproca não seja verdadeira. Além disso, pesa sobre Boroto a acusação de que foi omisso no período da crise hídrica, cruzando os braços e deixando o caminho aberto para a ascensão de Daniel Santana (PSDB) fazer a festa pela cidade, montado em seu caminhão pipa trocando água mineral por voto. Mas, também tem aqueles que acham que a dificuldade de Boroto estaria na convivência com aqueles a quem deu as costas, como foi o caso do ex-deputado Freitas (PSB), que teria dificuldade de lhe dar seu apoio por vontade própria. Freitas foi candidato na última eleição e Amadeu, mesmo no mesmo partido, se omitiu, numa demonstração de egocentrismo e demonstrou sua pequenez. Foi pequeno, não teve grandeza e nem pensou no município que, certamente, teria hoje outra realidade. Como se esse fator não bastasse, Boroto tem recursos, mas não goza da confiança daqueles que hoje estão à frente da administração estadual. Ele nutria simpatia por Hartung e, mais precisamente pelo ex-senador Ricardo Ferraço. Nunca leu a cartilha do PSB, mesmo estando no partido até tempos atrás. O partido dele, para muitos, é o poder. Isso lhe basta. Faço aqui um parêntese para dizer que o primeiro mandato do Boroto foi muito bom, enchendo todos os mateenses de esperança. O problema veio no segundo, desceu a ladeira, por não ter ouvido alguns, achando que o poder não emana do povo. Temos de reconhecer, para ser justo, méritos no ex-prefeito.

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O médico Mauro Peruchi (Rede) vem para a disputa eleitoral. É um conceituado profissional e tem o respeito da sociedade mateense. Foi vice-prefeito no primeiro mandato de Amadeu Boroto, chegando a ficar à frente da prefeitura por alguns dias e merecendo, naquela ocasião, elogios na forma de conduzir as demandas, distendendo toda aquela tensão existente no governo do titular. Aliou a prática administrativa uma visão mais humanitária em oposição a outra autoritária. Peruchi está no grupo que pensa o município, que tem conteúdo. Um nome digno que pode sim representar o eleitor.

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Recentemente aconteceram muitas convenções eleitorais para oficializar os candidatos para o próximo pleito. Os pseudos-donos da política e se achando donos da vontade popular e do município estavam transitando serelepe pela cidade de São Mateus. Os que pensam iguais conversaram na busca de uma estratégia que os levassem a escolher um dos candidatos para apoiar, mas que pudessem manipulá-los. Essa camarilha não tem compromisso com o bem-estar da população e muito menos com o município. Pensa exclusivamente em seus interesses, na maioria inconfessáveis. Querem derrotar Daniel Santana (PSDB) não porque este seja um desastre, mas porque é necessário retirá-lo para instalar outra turma que se caracterizou como oportunista e aproveitadora do poder público e político para tocar seus negócios e satisfazer seus interesses. Mas, existem pontos fora da curva e um deles é o candidato do PRTB, Eliezer Nardoto. É o único que, desde o início se colocou como candidato, sem correr qualquer risco de ter o seu tapete puxado, coisa muito comum na política. Os donos dos partidos costumam ceder aos caprichos dos “supostos poderosos municipais”, para trocar candidatos e colocando aqueles que lhes interessam. Não é o caso do PRTB. Está firme, consolidado, tanto em São Mateus como em Conceição da Barra, com Eduardo Cazuza. O historiador e administrador de empresa Eliezer não serve para essa turma, mas serve para o município, para a população. Temos o Cássio (PP), outro nome que não atende aos interesses dessa turma. É honesto, tem capacidade e não cairia na tentação de trair o voto do eleitor. Wellington Secundino, outro nome da ala comprometida com a seriedade de propósitos. Não quero ser injusto, mas não conheço outros novos na disputa daí não os citar. Mas, acredito, sinceramente, que Eliezer e, sem dúvida o nome para colocar o município no rumo e, depois abrir caminho para os próximos gestores assumir o leme, desde que não sejam os oportunistas, os vendilhões municipais, os que puderam e nada fizeram por São Mateus e sua população. A oportunidade é ímpar para varrer essas camarilhas que só souberam destruir o município e a esperança da sociedade mateense.

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Em Vitória o deputado estadual, Fabrício Gandini (Cidadania), se destaca como um dos favoritos ao cargo de prefeito da capital. Ainda é cedo para dizer quem vai emplacar. De qualquer maneira, ele acredita que com Nathan Medeiros de vice, supriu um flanco que ainda lhe dava preocupação, pois Nathan tem forte influência nas camadas populares e periféricas, principalmente na região de São Pedro. Estive conversando com Gandini e o achei muito motivado com a campanha que começa em breve e a composição com o suposto candidato do governo estadual, Sergio Sá (PSB), no momento é página virada. A chapa até aqui construída é Gandini-Nathan.

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Em Conceição da Barra, Eduardo Cazuza (PRTB), é o único candidato fora dos políticos e práticas viciadas da política barrense. É o David contra Golias e o desfecho da história todos conhecem, mas em Conceição da Barra, só em novembro o barrense saberá.

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