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Brasil

Salário mínimo será de R$ 1.045, para repor perdas com a inflação

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Equipe econômica do governo Bolsonaro refez as contas e decidiu manter o poder de compra do salário mínimo de 2020, que vale para fevereiro

O governo Bolsonaro refez as contas, e autorizou um novo reajuste para o salário mínimo de 2020. O novo valor será de R$ 1.045. Até esta terça-feira (14), o mínimo estabelecido pelo governo era de R$ 1.039. O reajuste havia sido feito com a projeção da inflação pelo INPC, que acabou sendo maior em função da alta nos preços das carnes no final do ano. 

O novo valor só entrará em vigor a partir de 1º de fevereiro, porque uma nova medida provisória será editada. 

O martelo sobre o reajuste foi batido após duas reuniões entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente Bolsonaro: uma no Palácio do Planalto no início da tarde, e outra no Ministério da Economia, para onde o presidente Bolsonaro se deslocou, no final da tarde. 

Além da reposição pelo INPC (Índice de Preços ao Consumidor) de 2019, que fechou em 4,48%, também foi incorporado um resíduo de 2018 (porcentagem do INPC daquele ano que não havia sido levada em conta no reajuste do mínimo de 2019). Com os aumentos, portanto, o poder de compra do salário mínimo fica igual ao que era no final de 2018. O total do reajuste do valor do mínimo de 2019 para 2020 ficou em 4,71%, já que em 2019, o salário mínimo estava em R$ 998.

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Órgãos federais atuam em conjunto em estados atingidos pelas chuvas

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Equipes do Ministério do Desenvolvimento Regional e de outras pastas do Governo reuniram-se para discutir, especialmente, a situação em Minas Gerais e no Espírito Santo

Gestores e técnicos de agências e órgãos do Governo Federal reuniram-se no sábado (25), no Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), em Brasília (DF), para dar prosseguimento aos trabalhos da Operação Chuvas de Verão 2020. A atividade tem por objetivo monitorar as tempestades que caem sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, além de reforçar o apoio da União às medidas de resposta que já estão sendo desenvolvidas desde as primeiras ocorrências.

No momento, a atenção está focada no Espírito Santo e Minas Gerais, que são os estados mais afetados até aqui. Bahia, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e o Distrito Federal também estão em estado de alerta.

Representantes do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR); Ministério da Saúde; Ministério da Justiça e Segurança Pública; Ministério da Infraestrutura, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT); Ministério da Cidadania; Ministério da Defesa; e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento participaram da reunião. A gestão conjunta tem garantido ações mais efetivas de monitoramento e de socorro e assistência à população.

Equipes da Defesa Civil Nacional e dos demais órgãos federais utilizam a metodologia de gestão de eventos críticos. Assim, é possível o compartilhamento imediato de todos os dados gerados de ocorrências graves em andamento, além de maior integração no processo de tomada de decisão e da gestão dos recursos disponibilizados às operações.

Na sexta-feira (24), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do MDR, elevou o status de operação do Cenad para alerta máximo, em decorrência do grande número de alertas de nível elevado de desastres naturais emitidos durante o dia. O regime de atenção, porém, já estava vigente desde a segunda-feira (20).

Ações diversas

Os órgãos federais estão atuando em diversas frentes no apoio às localidades afetadas. Acesse aqui o balanço técnico elaborado pela Defesa Civil Nacional a fim de dar transparência às informações e ações da União em apoio aos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Fique atento

Pessoas que residem em áreas de risco, ou que já tenham registrado episódios de desastres naturais em ocasiões anteriores, devem procurar os órgãos locais de defesa civil para ter acesso ao plano de contingência para suas regiões. Conhecer essas informações é importante para que os moradores saibam quais são as rotas de fuga e os pontos considerados seguros para se abrigarem antes das possíveis ocorrências.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil envia alertas sempre que necessário aos órgãos competentes sobre riscos de desastres naturais – além de disparar mensagens à população por meio de SMS nos celulares e mensagens nas TVs por assinatura. Moradores dos estados afetados pelas fortes chuvas devem ficar atentos a esses canais de comunicação. Os que ainda não estão cadastrados para receber os avisos devem fazer a inscrição.

Somente em 2020, a Defesa Civil Nacional já disparou mais de 2 mil alertas de desastres naturais para todo o Brasil. Os números contemplam os avisos emitidos por SMS para os celulares cadastrados e para os usuários de TVs por assinatura, serviço que não requer cadastro.

“É fundamental que a população tenha acesso aos alertas para que possa se abrigar de maneira correta e minimizar perdas, inclusive de vidas humanas”, reforça o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas.

Para se cadastrar, basta enviar um SMS com o CEP de interesse para o número 40199. De imediato, a seguinte mensagem confirmará o êxito da operação: “Cadastro realizado com sucesso. O celular está apto a receber alertas e recomendações de defesa civil. Para cancelar, envie sair e o CEP para 40199”. É permitido cadastrar mais de um CEP. Acesse e saiba mais.

Já os alertas em TV por assinatura são enviados diretamente aos televisores. O serviço é gratuito, está disponível em todos os estados do Brasil e não necessidade de cadastro prévio.

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Brasil

Pagamento de aposentado com reajuste começa nesta segunda

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Pelo calendário divulgado pelo INSS, os benefícios serão pagos de 27 de janeiro a 7 de fevereiro, com valor do salário mínimo de janeiro

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social) começam a receber nesta segunda-feira (27) o pagamento dos benefícios com reajuste.

Pelo calendário divulgado pela instituição, os benefícios serão pagos de 27 de janeiro a 7 de fevereiro.

Recebem primeiro os segurados que ganham o salário mínimo, que passou de R$ 998 em 2019 para R$ 1.039 em janeiro de 2020, reajuste de 4,1%.

No dia 14, o governo anunciou que o salário mínimo terá um novo reajuste para R$ 1.045, mas esse valor deve valer apenas a partir de 1º de fevereiro, pois deverá ser editada uma nova medida provisória. Por isso, os segurados irão receber o salário mínimo que está vigente, de R$ 1.039.

Acima do mínimo

Os aposentados e pensionistas que recebem acima do mínimo terão seus benefícios reajustados em 4,48%.

A correção corresponde à variação da inflação medida de janeiro a dezembro de 2019 medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que serve como base para este cálculo. O valor foi divulgado no dia 10 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com o reajuste, o teto do INSS – valor máximo das aposentadorias pagas pela Previdência Social – passa de R$ 5.839,45 em 2019 para R$ 6.101,06 em 2020.

Calendário de pagamentos

As datas de pagamento variam de acordo com o valor do benefício (se até um salário mínimo ou valor superior a este) e também com o número final do benefício.

Para saber a data exata, o beneficiário deve verificar o número final do seu cartão de benefício, sem o último dígito verificador, que aparece depois do traço.

Para benefícios até um salário mínimo:

Final 1 recebe 27/1
Final 2: 28/1
Final 3: 29/1
Final 4: 30/1
Final 5: 31/1
Final 6: 3/2
Final 7: 4/2
Final 8: 5/2
Final 9: 6/2
Final 0: 7/2

Para benefícios acima de um salário mínimo:

Finais 1 e 6: 3/2
Finais 2 e 7: 4/2
Finais 3 e 8: 5/2
Finais 4 e 9: 6/2
Finais 5 e 0: 7/2

A tabela completa pode ser conferida abaixo ou no site do INSS.

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