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Medicina e Saúde

Saúde discute doenças transmitidas por pombos

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Para falar sobre o tema, colegiado convidou a infectologista Rubia Miossi, do Hospital das Clínicas

Quando branco, o pombo é considerado o símbolo da paz. Mas essa ave também pode trazer muitos transtornos para a população, inclusive doenças graves que podem levar à morte ou deixar sequelas.

Para conhecer o impacto dessa realidade na população, a Comissão de Saúde recebe, nesta terça-feira (26), a médica infectologista do Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam) Rubia Miossi, que vai falar sobre doenças dos pombos. A reunião começa às 9 horas, no Plenário Rui Barbosa.

Segundo o Ministério da Saúde, por viverem com facilidade em áreas urbanas os pombos são geralmente vistos com simpatia pela população, que acaba por alimentá-los de forma imprópria, causando doenças nas aves, além de proporcionar sua proliferação. 

Entre as chamadas zoonoses que podem ser transmitidas ao ser humano por meio das fezes dos pombos estão criptococose, histoplasmose, ornitose e salmonelose.

De acordo com o Ministério da Saúde, é possível controlar a população dessas aves nas cidades e promover ações para que eles vivam em locais mais naturais à espécie: na área urbana, os pombos vivem 5 anos em condições inadequadas, mas a sobrevida sobe para 15 em ambientes naturais.

Comissão

Presidida pelo deputado Doutor Hércules (MDB), o colegiado é formado também pelos deputados Dr. Emilio Mameri (PSDB), vice-presidente e proponente do tema em discussão, Hudson Leal (Republicanos), membro efetivo e Luciano Machado (PV), suplente. 

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Medicina e Saúde

Moderna anuncia início de vacinas testes e Sanofi interrompe uso de cloroquina

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Duas farmacêuticas iniciaram nesta sexta-feira (29) uma etapa importante na luta contra o coronavírus. A Moderna divulgou que começou a administrar uma vacina experimental contra a Covid-19 em pacientes que participam de um estudo. Já a Sanofi interrompeu temporariamente o recrutamento de novos pacientes de Covid-19 para dois testes clínicos de hidroxicloroquina e, não fornecerá mais o remédio para tratar a doença até as dúvidas a respeito de sua confiabilidade serem esclarecidas. 

A Moderna iniciará a aplicação das vacinas experimentais em participantes de um estudo intermediário e afirmou que poderá inscrever até 600 pacientes neste teste. 

A empresa estendeu um acordo para garantir grandes volumes de lipídios usados para produzir sua vacina experimental contra Covid-19, enquanto a empresa de biotecnologia norte-americana procura aumentar a capacidade e produzir doses suficientes para atender à demanda global esperada.

A Moderna planeja fornecer milhões de doses por mês em 2020 e dezenas de milhões por mês em 2021, se a vacina for bem-sucedida.

Ainda não existem tratamentos ou vacinas aprovados para a Covid-19, e os especialistas preveem que uma vacina segura e eficaz pode levar de 12 a 18 meses desde o início do desenvolvimento.

Em outro estudo para o tratamento da doença, a farmacêutica Sanofi afirmou que não utilizará por enquanto a hidroxicloroquina e nem fornecerá mais o remédio para tratar pacientes. 

A empresa vinha realizando dois testes clínicos aleatórios e controlados de hidroxicloroquina contra Covid-19. Esperava-se que o primeiro testasse 210 pacientes dos EUA, França, Bélgica e Holanda no estágio inicial da doença que não estavam hospitalizados, e o segundo se concentraria em cerca de 300 pacientes hospitalizados com Covid-19 moderada ou grave na Europa.

A decisão veio depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) parar seu grande teste de hidroxicloroquina, o que levou vários governos europeus a proibirem o uso do remédio, que é recomendado para tratar malária, artrite reumatoide e lúpus, mas que não tem comprovação de eficácia contra a Covid-19.

A Sanofi e a rival Novartis prometeram doar dezenas de milhões de doses do medicamento para Covid-19. No mês passado, a empresa francesa disse que já dobrou sua capacidade de produção em oito instalações e que se prepara para aumentá-la ainda mais.

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Medicina e Saúde

Isolamento social pode causar problemas ginecológicos

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Ginecologista alerta sobre os problemas que podem aparecer nesse período e o que fazer para evitá-los

Problemas como ciclo menstrual desregulado, sintomas emocionais da TPM, inchaço, candidíase e crises de herpes são alguns dos problemas que podem surgir devido à mudança de hábitos causada pelo isolamento social.

O ginecologista José Bento de Souza, do Hospital Israelita Albert Einstein, afirma que o ciclo menstrual pode se desregular. Segundo eles, o estresse, além de outros fatores, como mudanças na pílula anticoncepcional, alterações hormonais e exercício físico em excesso podem provocar o problema. O estresse pode estimular a produção de hormônios como adrenalina e cortisol, que interferem no funcionamento desse processo, conforme explica o ginecologista.

Ele ressalta que, se um ciclo menstrual sempre se manteve regular e ficou desregulado durante a quarentena, o estresse é a causa mais provável. Muitas vezes, no entanto, um ciclo menstrual desregulado pode indicar disfunção hormonal. Por isso, é importante consultar um ginecologista para obter um diagnóstico preciso.

Durante o isolamento social, podem ocorrer também sintomas emocionais da TPM, como desânimo e ansiedade, nos dias que antecedem a menstruação. Isso acontece devido a uma desregulação hormonal causada pela mudança de hábitos neste período, de acordo com o ginecologista. Outra explicação estaria associada à baixa produção de ocitocina, hormônio ligado ao prazer que é estimulado também pelo contato físico.

Segundo o
especialista, adotar dois hábitos pode contribuir com a melhora desses sintomas: praticar exercícios físicos, que estimulam produção de endorfina, hormônio que
provoca sensação de recompensa e bem-estar, e meditar, que induz um estado profundo de relaxamento, reduzindo, assim, o estresse e a ansiedade

Segundo o especialista, adotar dois hábitos pode contribuir com a melhora desses sintomas: praticar exercícios físicos, que estimulam produção de endorfina, hormônio que provoca sensação de recompensa e bem-estar, e meditar, que induz um estado profundo de relaxamento, reduzindo, assim, o estresse e a ansiedade.

Outro sintoma que pode surgir no período pré-menstrual devido à desregulação hormonal é o inchaço, destaca José Bento. Isso acontece porque a progesterona ativa a produção de outro hormônio, a aldosterona, que influencia o sistema renal e provoca a retenção de líquidos.

Para combater esse problema, o especialista recomenda diminuir a ingestão de sal, pois o ingrediente faz com que o corpo retenha líquidos. As mulheres também podem aproveitar esse período de isolamento social para pôr as pernas para cima e caminhar pela casa. Isso facilita o retorno venoso, ou seja, o sangue retorna mais facilmente de outras partes do corpo até o coração, reduzindo, assim, o inchaço.

A candidíase é uma infecção vaginal causada pelo fungo Candida albicans e acomete 75% das mulheres ao longo da vida, segundo a Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia). Esse fungo está presente no próprio organismo, mas, em caso de queda na resistência, pode causar o problema. O principal sintoma é a coceira, que pode vir acompanhada de corrimento esbranquiçado. Entre os motivos que tornam o canal vaginal propício à candidíase, segundo José Bento, está o consumo excessivo de doces e carboidratos, pois o fungo se alimenta de açúcar.

Uma das formas com as quais algumas pessoas lidam com a ansiedade é comendo alimentos que lhes dão prazer. O especialista alerta, no entanto, sobre a importância de aumentar a ingestão de verduras, legumes e hortaliças e incorporar à dieta bebidas probióticas, como kombucha e kefir, que melhoram a flora intestinal, prevenindo, assim, a candidíase.

Uma das formas com as quais algumas pessoas lidam com a ansiedade é comendo alimentos que lhes
dão prazer. O especialista alerta, no entanto, sobre a importância de aumentar
a ingestão de verduras, legumes e hortaliças e incorporar à dieta bebidas probióticas,
como kombucha e kefir, que melhoram a flora intestinal, prevenindo, assim,
a candidíase

O herpes labial ou genital também pode aparecer durante o período de quarentena. É comum que crises de herpes sejam desencadeadas em momentos de estresse, segundo o médico. Quando se está estressado, o nível do cortisol, o hormônio controlador do estresse, aumenta e o sistema imunológico cai.

José Bento destaca que a forma mais eficaz de prevenir crises de herpes é cuidando da saúde de forma geral. Isso inclui ter uma dieta balanceada, se hidratar, dormir bem, praticar exercícios físicos regularmente e, principalmente, cuidar da saúde mental.

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