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Internacional

Sem internações, Laos anuncia vitória sobre a covid-19

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País asiático deu alta médica ao último dos 19 pacientes hospitalizados pelo novo coronavírus e não registra novos contágios há 59 dias

O governo do Laos anunciou que derrotou a covid-19, após receber o último de seus 19 pacientes hospitalizados pelo novo coronavírus e não ter registrado nenhum novo contágio em 59 dias, informou a imprensa local neste sábado (13).

“O Laos obteve uma grande vitória na primeira campanha contra esse inimigo implacável”, anunciou o primeiro-ministro do Laos, Thongloun Sisoulith, em uma entrevista coletiva na sexta-feira, informou o site local The Laotian Times.

A nação isolada do Laos foi um dos últimos países a detectar os primeiros casos de covid-19 dentro de suas fronteiras, em 24 de março, quando um guia turístico de 36 anos que acompanhara um grupo de europeus foi diagnosticado com o novo coronavírus. Além dele, um homem de 28 anos, que participou de uma conferência em Bangkok, também havia sido infectado.

O atraso ocorreu em grande parte como conseqüência da falta de evidências e, até o momento, 8.926 testes foram feitos no país de pouco mais de 7 milhões de habitantes, onde apenas 19 casos foram confirmados e nenhuma morte ocorreu, segundo dados coletados no site do Comitê Nacional de Prevenção e Controle do covid-19.

O regime comunista do país impôs medidas estritas para conter a pandemia em 30 de maio, que incluiu a quarentena obrigatória de todos os cidadãos, exceto para comprar bens essenciais ou visitar hospitais, a proibição de viajar para outras províncias e o fechamento total de suas fronteiras, bem como estabelecimentos como bares, restaurantes ou academias.

As medidas foram atenuadas no final de maio, com a abertura de centros educacionais ou a autorização de eventos esportivos, embora sejam espectadores, e também o de cinemas, mas as fronteiras permanecem fechadas, exceto em casos especiais e com autorização expressa.

Além do Laos, já anunciaram a erradicação ou não registaram casos de covid-19 algumas ilhas do Pacífico ou países com regimes ditatoriais. São eles: Vanuatu, Palau, Tuvalu, Nauru, Samoa, Kiribati, Micronésia, Tonga, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Coreia do Norte e Turcomenistão.

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Internacional

Trump volta a usar petróleo como argumento para tirar votos de Biden

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Trump veiculou trechos de vídeos de Biden, nos quais o ex-vice-presidente promete uma transição para energias mais limpas nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar o rival na disputa pela Casa Branca, o democrata Joe Biden. Como tem feito em eventos recentes, Trump afirmou durante comício em Martinsburg, na Pensilvânia, que Biden destruiria o setor de energia dos Estados Unidos, prejudicando a produção de petróleo, caso vença a disputa.

Trump veiculou trechos de vídeos de Biden, nos quais o ex-vice-presidente promete uma transição para energias mais limpas nos EUA. O líder republicano argumenta que isso destruirá dezenas de milhares de empregos em Estados cruciais na disputa eleitoral, como a própria Pensilvânia.

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Internacional

Nasa anuncia a descoberta de água na superfície da Lua

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Agência espacial norte-americana realizou um evento online para fazer o anúncio que pode impactar os planos para a missão Artemis em 2024

Nasa, agência espacial norte-americana, anunciou, nesta segunda-feira (26), em uma conferência transmitida ao vivo uma nova descoberta obtida por meio de estudos do Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha (SOFIA, na sigla em inglês): a presença de água na superfície da Lua.

A substância foi detectada em concentrações de 100 a 412 partes por milhão – o equivalente a cerca de uma garrafa de 0,35 litro de água – presa em um metro cúbico de solo espalhado pela superfície da Cratera Clavius, uma das maiores crateras visíveis da Terra, localizada no hemisfério sul da Lua.

“Tivemos indicações de que H2O pode estar presente no lado iluminado da Lua”, afirmou o diretor da Divisão de Astrofísica do Diretório de Missão Científica na Sede da NASA em Washington, Paul Hertz.

“Agora sabemos que está lá. Esta descoberta desafia nossa compreensão da superfície lunar e levanta questões intrigantes sobre recursos relevantes para a exploração do espaço profundo”, completou.

Segundo o especialista, ainda não se sabe, no entanto, se a substância seria acessível.

A descoberta pode ter impacto na missão espacial Artemis, que enviará a primeira mulher à superfície lunar em 2024. O sucesso da missão contribuirá para outras conquistas espaciais como a exploração de Marte, programada para 2030.

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