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Internacional

Trump afirma que vai proibir o aplicativo TikTok de operar nos EUA

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A declaração ocorre em um momento de especulação sobre a compra de ações do aplicativo pela Microsoft e discussões sobre a segurança nacional

Com milhares de usuários no mundo, o Tiktok permite a produção e edição de vídeos curtosO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (31) que proibir o aplicativo de vídeo TikTok de operar nos Estados Unidos. A declaração ocorre horas depois de relatos de que a Microsoft estaria negociando para comprar o aplicativo da empresa chinesa Pequim ByteDance.
“No que diz respeito ao TikTok, estamos proibindo-os dos Estados Unidos”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One, o avião presidencial.

O republicano afirmou que poderia usar poderes econômicos de emergência ou uma ordem executiva para banir o TikTok. “Bem, eu tenho essa autoridade”, disse ele.

A imprensa estadunidense já havia informado que a ByteDance está considerando mudanças em sua estrutura corporativa e que estuda vender uma participação majoritária na TikTok. Segundo o jornal The New York Times, a Microsoft estaria interessada no negócio.

Críticos temem que o TikTok repasse ao governo chinês informações sobre usuários coletadas nos Estados Unidos. O aplicativo, no entanto, garante que não armazena dados de usuários fora da China e que resistiria a qualquer tentativa do governo chinês de ter acesso a esses dados.

Especialistas em segurança cibernética avaliam como teórico o risco do TikTok para a segurança nacional. Asseguram ainda que não há evidências de que os dados do usuário do TikTok foram comprometidos pela inteligência chinesa.

TikTok se tornou extremamente popular entre os jovens, com centenas de milhões de usuários em todo o mundo. O aplicativo permite que os usuários assistam e criem vídeos curtos com áudio e outros efeitos. Os vídeos costumam se tornar virais em outras redes sociais.

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Internacional

Covid-19: Rússia vai registrar 1ª vacina do mundo na quarta-feira

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Caso se concretize, país será o primeiro do mundo a ter um imunizante contra a doença; previsão é que vacinação em massa ocorra em outubro no pais

A Rússia anunciou nesta sexta-feira (7) que irá registrar oficialmente sua primeira vacina contra a covid-19 na próxima quarta-feira (12), segundo publicado no Sputnik News, agência de notícias russa. A informação foi divulgada pelo vice-ministro da Saúde, Oleg Gridnev. Caso isso seja concretizado, o país será o primeiro do mundo a ter uma vacina contra o novo coronavírus. 

“No momento, o último e terceiro estágio está em andamento. Os ensaios são extremamente importantes. Temos que entender que a vacina deve ser segura. Profissionais de saúde e idosos serão os primeiros a serem vacinados”, disse afirmou Gridnev, segundo divulgado pelo Sputnik.

Segundo o ministro, a eficácia da vacina será julgada quando a população tiver desenvolvido imunidade.

A vacina russa contra a covid-19 está sendo desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, em Moscou, em conjunto com o Ministério da Defesa da Rússia.

Utiliza o mesmo prinícipo da vacina de Oxford, que passa por testes no Brasil. É composta por adenovírus, vírus que causa o resfriado comum, enfraquecido, e fragmentos do novo coronavírus, para estimular o corpo a produzir anticorpos. É uma tecnologia que nunca foi usada.

Segundo o Sputnik, os testes estão sendo feitos no Hospital Clínico Militar de Burdenko e na Universidade Médica Estatal Sechenov, em Moscou. Começaram em 18 de junho e incluíram 38 voluntários. Todos os participantes desenvolveram imunidade, segundo o Sputinik.

O governo russo entrou em contato com o governo do Paraná e com o Instituto Butantan para a venda a tecnologia, e ambos não descartaram a possibilidade de compra.

A velocidade do desenvolvimento e a falta de transparência levaram à desconfiança em relação ao imunizante. O Reino Unido, os EUA e o Canadá acusaram a Rússia de ter usador hackers para tentar roubar pesquisas sobre a vacina contra a covid-19.

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Internacional

Explosões no porto de Beirute, Líbano, causam grande destruição

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Moradores puderam ouvir estrondos a mais de 20 quilômetros de distância; ainda não há notícias de mortos, mas foram registrados vários feridos

Uma série de explosões na região portuária de Beirute, no Líbano, foram registradas nesta terça-feira (4). Segundo o ministro da Saúde, Hamad Hassan, a explosão teria acontecido em um navio carregado de fogos de artifício.

Vídeo: Beirute tem explosão em área portuária - O Antagonista

Segundo o portal Al Arabya, o barulho das explosões foi ouvido por pessoas que estavam a até 20 km do porto.

Ainda não há informações sobre o que causou as explosões ou se há mortos, mas há relatos de feridos e prédios danificados na região.

Pelas redes sociais, moradores da cidade compartilharam vídeos e imagens da coluna de fumaça que engulfou o porto. Confira:

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