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Política Nacional

TSE desmente boato sobre anulação do 1º turno das eleições

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“Nunca houve constatação de fraude em resultados”, informa nota do tribunal sobre rumor que circula em redes sociais sobre a votação

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou nesta sexta-feira (20) que são falsas mensagens que circulam em redes sociais e afirmam que as eleições do primeiro turno, em 15 de novembro, foram anuladas em algumas cidades por suspeita de fraude na urna eletrônica.

“Nunca houve, desde o início do uso das urnas eletrônicas, em 1996, constatação de fraude em resultados com a utilização do equipamento”, disse o TSE em nota.

O órgão esclarece, também, que a urna não tem conexão à internet ou via bluetooh, possui mais de 30 camadas de segurança encadeadas para dificultar a fraude, há lacres de segurança que mostram qualquer tentativa de violação, resultado da urna é impresso em cinco vias e qualquer cidadão pode ter acesso e que as urnas são expostas, antes das eleições, a hackers e especialistas que queiram testar sua segurança.

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Política Nacional

Senado vota lei de falências para socorrer empresas na pandemia

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Texto prevê possibilidade de financiamento na fase de recuperação judicial e ampliação do parcelamento das dívidas tributárias 

O Senado pode votar nesta quarta-feira (25) a nova Lei de Falências. A proposta autoriza financiamento mesmo em fase de recuperação judicial e permite uso de bens pessoais como garantia de empréstimo para tentar salvar a empresa. Um dos objetivos é evitar o fechamento de negócios, fundamentais para a oferta de empregos e a recuperação econômica.

Acordo para votação foi anunciado nesta terça-feira (24) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião com o relator da proposta, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Segundo Guedes, a aprovação da nova lei ajudará a recuperação de empresas afetadas pela pandemia de covid-19. “Nós vamos ter sucesso em transformar essa recuperação cíclica, que hoje é baseada no consumo, numa retomada do crescimento sustentável com base em investimentos”, afirmou o ministro. “O Congresso é reformista. O Legislativo avança, apesar da pandemia.”

O líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que também particpou da reunião, avalia que o projeto de lei é importante para ajudar a salvar milhares de empregos e empresas neste momento.

“É muito importante. Essa pandemia machucou, dizimou e liquidou com pequenas, médias e até mesmo grandes empresas, que vão precisar do instrumento de socorro da falência para poder recuperar suas atividades”, afirmou Bezerra.

Entre as novidades está a possibilidade de um juiz autorizar a empresa a conseguir financiamentos mesmo no período de recuperação judicial. O proprietário poderá colocar bens pessoais ou da empresa como garantia de empréstimo para salvar o negócio da falência.

O texto já aprovado em agosto na Câmara dos Deputados também amplia as forma de parcelamento e pagamento de dividas tributária, além de proibir qualquer forma de arresto, sequestro ou penhora de bens do devedor enquanto durar a fase de recuperação judicial ou da decretação da falência.

A proposta é defendida pelo governo federal, como uma das que fazem parte da agenda econômica para a retomada da atividade econômica. Com a pandemia de coronavírus mais de 700 mil empresas fecharam as portas apenas no primeiro semestre. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 40% dos empresários atribuem as dificuldades à pandemia.

Entre outras medidas, a mudança na Lei das Falências vai no sentido de estimular a conciliação e a resolução de conflitos por parte do administrador judicial, além de estabelecer regras de cooperação entre autoridades nacionais e estrangeiras em caso de insolvência transnacional.

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Política Nacional

Sem Aliança pelo Brasil, Bolsonaro cogita se filiar a partido para 22

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Plano A ainda é criar o Aliança a tempo da corrida eleitoral, mas a cada dia que passa aumenta a possibilidade de se filiar a partido de Direita

A família Bolsonaro mantém o projeto político de criar o Aliança pelo Brasil, uma alternativa encontrada pelo clã com o rompimento do PSL após as eleições de 2018. Mas as dificuldades de criar o partido, e os resultados das eleições municipais deste ano, fazem com que o presidente e seus conselheiros mais próximos mantenham abertas as portas de outras legendas, que poderiam abrigar o projeto político dos Bolsonaros para 2022.

Um dos articuladores do grupo explica que conforme o tempo passa, mais o “Plano B vai virando Plano A”. São, portanto, reais as chances da família migrar para um partido já existente para as Eleições de 2022, quando o Presidente deve disputar a reeleição.

Estão na corrida para atrair o presidente, o Patriotas, o PTB, e o PSL, que já falaram com interlocutores de Jair Bolsonaro. Também há chances para Republicanos, PRTB e até o Democracia Cristã, que corre por fora. 

Bolsonaro não está filiado a nenhum partido desde novembro de 2019, quando se desfiliou do PSL. Seus filhos Carlos, reeleito vereador no Rio, e Flávio, senador, se filiaram ao Republicanos. Eduardo é o único que permanece no PSL. Caso deixasse o partido, perderia o mandato de deputado federal.

Apesar do rompimento do ano passado, o clima com Luciano Bivar, presidente do PSL, está ameno, segundos fontes. O impasse de uma refiliação, no entanto,  é a permanência no partido de antigos aliados que se transforalmaram em adversários políticos, como a deputada Joice Hasselmann e o senador Major Olímpio.

O clima entre esses adversários e a família Bolsonaro segue sendo o “problema” para uma reconciliação com o PSL. As divergências até hoje estão no “mesmo ritmo de outubro de 2019, quando houve o racha” garante quem acompanha as negociações de perto.

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