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Brasil

Universal diz que Globo tenta manipular opinião pública; Crivella fala sobre as acusações

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A Igreja Universal emitiu uma nota oficial (leia no final da matéria) sobre sobre as acusações veiculadas na imprensa neste final de semana de que o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MP-RJ) teria encontrado indícios de “bilionárias movimentações atípicas” da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd).

O MP disse ainda que a entidade religiosa está sendo “utilizada como instrumento para lavagem de dinheiro fruto da endêmica corrupção instalada na alta cúpula da administração municipal” do Rio.

Na nota a Igreja Universal do Reino de Deus diz que “é vítima de um ataque combinado entre a TV Globo e autoridades que atuam de modo abusivo”.

A igreja negou “veementemente todas as absurdas acusações sobre lavagem de dinheiro, movimentações financeiras e qualquer outro ato ilícito”.

A Universal afirmou ainda que “não há nenhuma relação financeira entre Marcelo Crivella, suas campanhas políticas e a Igreja”.

Crivella fala sobre as acusações

Durante o programa Entrelinhas deste domingo, dia 13 de setembro, o Bispo Renato Cardoso, ao lado do Bispo Adilson Silva, responsável pela Universal no estado de São Paulo, conversou ao vivo com o prefeito Crivella sobre as acusações.

“É período eleitoral e a Rede Globo faz campanha para o ex-prefeito”, explicou Crivella.

Marcelo Crivella falou sobre o orçamento da Prefeitura e disse que não existe o dinheiro citado nas acusações.

“No processo que corre contra nós (e eu tive acesso), não há absolutamente nenhuma menção à Igreja Universal e nada que se descreva como sendo ilícito da minha parte. Eu pedi para que fosse quebrado o sigilo, pois todos vão poder ver que não há nada que me comprometa”, contou o prefeito.

Crivella, ainda, fez todas as explicações cabíveis para o momento. Inclusive, sobre os impostos que a Globo está devendo para a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Décadas de perseguição

Na oportunidade, o Bispo Renato ressaltou o fato de não ser a primeira vez que o que ele chamou de “perseguição” acontece. “Ao longo da existência da Igreja Universal, nós sempre fomos perseguidos e caluniados pela Rede Globo e por outros órgãos que produzem fake news (“notícia falsa”, em inglês) a nosso respeito”, completou ele.

Ainda durante o programa, o Bispo Jadson Santos, responsável pela Universal no Rio de Janeiro, também falou sobre o tema: “A prefeitura nunca deu nada. Aqui, nós temos todo o cuidado. Nunca entrou um centavo”, enfatizou.

Além dele, a advogada responsável pela a área jurídica da Universal no Brasil, Adriana Guerra, explicou sobre o vazamento das informações do processo que correm em segredo de justiça e também com relação à abertura dos dados bancários da Igreja (fatos que configuram crime por parte da acusação). A advogada ainda falou sobre a idoneidade da Universal de declarar absolutamente tudo.

Márcio Chaer, diretor do site “Consultor Jurídico”, também abordou sobre o assunto durante o Entrelinhas: “O principal problema é divulgar mentiras e passar para a população. Isso que é danoso”, ressaltou. Igualmente, Chaer acrescentou que a desinformação se tornou uma moeda de troca.

Leia a íntegra da nota da Igreja Universal:

Mais uma vez, a Igreja Universal do Reino de Deus é vítima de um ataque combinado entre a TV Globo e autoridades que atuam de modo abusivo.

A respeito das notícias espalhadas pelo Grupo Globo na noite deste sábado (12), envolvendo de modo irresponsável a Universal, a Igreja informa que não sabe da investigação e da existência desse tal “documento” e das “denúncias” que supostamente traz. Assim, não há como comentar sobre o seu teor — a não ser lamentar a relação espúria entre a Globo e autoridades que vazam, ilegalmente, informações judiciais sem que a parte envolvida saiba de tal investigação.

Contudo, a Universal nega veementemente todas as absurdas acusações sobre lavagem de dinheiro, movimentações financeiras e qualquer outro ato ilícito. Podemos assegurar que toda a movimentação financeira da Universal é completamente lícita e declarada aos órgãos competentes.

Sobre o prefeito Marcelo Crivella, a Universal repete que qualquer bispo ou pastor que decide ingressar na carreira política, licencia-se de suas funções na Igreja, passando a se ocupar exclusivamente da atividade pública.

Não há nenhuma relação financeira entre Marcelo Crivella, suas campanhas políticas e a Igreja.

Nos últimos trinta anos, nenhuma instituição religiosa brasileira foi tão perseguida, atacada, fiscalizada e julgada como a Universal, em nosso país. Em todos, absolutamente todos os procedimentos, a Igreja e seus oficiais foram inocentados.

Tanto os autores quanto quem reproduzir esta nova infâmia contra a Universal, seus bispos, pastores e contra os 7 milhões de fiéis e simpatizantes no Brasil, responderão no Judiciário pelo preconceito contra os cristãos e pelas falsas acusações que caluniam, injuriam e difamam a Igreja.

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Brasil

Brasil confirma intenção de aderir a programa Covax de vacinas contra Covid-19

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Após tratativas com a Aliança Global de Vacinação (Gavi, na sigla em inglês), o Brasil confirmou a “intenção de aderir” à iniciativa Covax Facility, programa mundial que visa impulsionar o desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19, informou o governo federal na noite desta sexta-feira (18).

“O Ministério da Saúde tem atuado em diversas frentes para alcançar com agilidade e segurança uma solução efetiva para a cura da Covid-19”, afirmou a nota da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social).

“A aquisição de uma vacina segura e eficaz é prioridade do governo federal”, completou o comunicado.

Esse plano global de vacinação tem por objetivo garantir a compra e a distribuição de doses do imunizante contra a Covid-19 de maneira justa e por todo o mundo.

Na véspera, o Brasil havia solicitado à aliança uma extensão no prazo para formalizar seu envolvimento na iniciativa Covax Facility, alegando que o país está estudando “criteriosamente” a participação na Covax e “segue em tratativas” com a Gavi.

Originalmente, o prazo para inscrição no programa iria até a meia-noite desta sexta.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse em webinar na quinta (17) que mais de 170 países já aderiram à Covax.

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Brasil

Praias serão reabertas em Salvador com proibição de cadeiras e camelôs

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Mas três das praias mais frequentadas de Salvador, Porto da Barra, Paciência e Buracão, permanecerão com as entradas fechadas por tapumes

As praias de Salvador, interditadas há seis meses devido à pandemia do coronavírus, começarão a ser parcialmente liberadas a partir da próxima segunda-feira (21). O anúncio do prefeito da capital baiana, ACM Neto (DEM), foi feito na sexta (18). Três das praias mais frequentadas por soteropolitanos – as praias do Porto da Barra, na Barra, Paciência e Buracão, ambas no bairro do Rio Vermelho – permanecerão com as entradas fechadas por tapumes.

A entrada às praias será permitida somente de segunda a sexta, em horário livre. Aos finais de semana, voltarão a ser bloqueadas. A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) e a Guarda Civil Municipal devem continuar as ações de fiscalização nesses locais. As praias de São Tomé de Paripe e Tubarão – no Subúrbio de Salvador – e de Amaralina, Ribeira e Itapuã, também bastante frequentadas pela população, só poderão ser acessadas de terça a sexta. O uso de máscara será obrigatório para acesso e permanência.

O regulamento de reabertura prevê, na teoria, um novo cenário nas praias de Salvador. Os ambulantes não poderão vender produtos na areia como faziam. Guarda-sóis, sombreiros e cadeiras não serão permitidos, assim como caixas térmicas, instrumentos musicais e outros equipamentos sonoros. O pedido é que os banhistas mantenham, entre si, um distanciamento de 1,5 metro, mas não haverá demarcações físicas. Continuam proibidos esportes coletivos – como o futebol de areia -, mas permitidas atividades individuais ou em dupla.

O prefeito apelou para a “consciência da população” ao pedir que sejam respeitadas as regras e disse que “não é babá de criança adulta” para deixar equipes de fiscalização 24 horas no Porto da Barra, onde os tapumes de bloqueio chegaram a ser vandalizados por pessoas que forçaram acesso à praia.

Ele afirmou que as regras pretendem manter a situação sob controle, sem transformar as praias num “convite a aglomerações”. “O que está controlado, pode sair do controle. Se perdemos o controle, não só as praias serão fechadas, mas seremos obrigados a fechar bares, restaurantes, salões. Cada passo que demos é analisando a consequência e os passos”, disse.

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